Início Geral Infarto mata professora paraibana acusada de manter mulher em condição de escravidão

Infarto mata professora paraibana acusada de manter mulher em condição de escravidão

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Jaldete foi docente na UEPB desde outubro de 1980, chegando à aposentadoria em agosto de 2013. Ao longo de sua carreira contribuiu para a formação de muitos profissionais na área de Jornalismo. Foi ainda colaboradora de alguns veículos de comunicação de Campina Grande, diretora e chefe de departamento do curso de Comunicação Social da UEPB.

Na último dia 2, contudo, a professora foi acusada de manter uma empregada doméstica de 57 anos em condições análogas à escravidão. De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), a mulher foi resgatada após 39 anos de trabalho na residência onde Jaldete morava com os pais idosos, no bairro São José em Campina Grande. Natural do município de Cuité, região do Curimataú, a paraibana era submetida a jornadas exaustivas, sob pressão psicológica e em ambiente insalubre e degradante, onde cuidava sozinha de quase 100 cães. A trabalhadora foi resgatada durante operação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) iniciada no último dia 30 de janeiro e encerrada na quarta-feira (2), com a participação de auditores fiscais do Trabalho, Polícia Federal, Defensoria Pública e Ministério Público do Trabalho (MPT).

 

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A casa onde a trabalhadora foi mantida em condições análogas à escravidão fica na mesma rua da Patrulha Maria da Penha e da Associação das Empregadas Domésticas de Campina Grande.
Parlamento PB

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