Gordo Amaral começou sua carreira política no executivo de Riachão sendo vice-prefeito do primeiro prefeito eleito do novo município desmembrado de Ingá, João Cabral. Depois, com a morte do prefeito no segundo mandato, Gordo Amaral assumiu e foi reeleito. Na eleição seguinte, apoiou o atual prefeito Gil Tito e também sua reeleição. Conforme a ordem natural da política, esperava-se que o grupo do atual prefeito apoiasse Gordo, em gratidão aos apoios recebidos anteriormente. Porém, as circunstancias políticas mudaram e a família Gil Tito se aliou ao principal opositor Ari, formando chapa com Eudo Cabral, atual presidente da Câmara Municipal. Mesmo assim, Gordo Amaral manteve-se firme no propósito de se candidatar a prefeito depois de oito anos sem disputar eleição.
Enquanto isso, a vice-prefeita Zulânia Cabral rompeu com a situação e também lançou-se candidata a prefeita. Posteriormente, retirou sua candidatura e aceitou ser candidata a vereadora e Flávio Cabral como vice na chapa com Gordo. Diante da impugnação na justiça apresentada pelo opositor Ari, Flávio foi substituído pelo colega vereador Luis da Bela Vista e partiram para o embate eleitoral, em mais uma campanha equilibrada com o confronto de grandes líderes populares de Riachão, Gordo x Ari, e pela primeira vez na história política de Riachão do Bacamarte, a oposição saiu vencedora das urnas.
“Foi uma vitória suada, conquistada voto a voto, em cada visita, olhando no olho de cada morador da cidade e sendo sincero.” – Assim definiu Gordo Amaral falando sobre sua conquista eleitoral de domingo, quando o povo de Riachão optou por seu retorno à prefeitura.
Gordo comemora os louros da vitória ao lado do vice eleito, Luis da Bela Vista, do vereador Flávio Cabral, a atual vice-prefeita Zulânia, vereador Paulinho, seu coordenador Edicley, demais familiares e apoiadores.



