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Equador cobra informações de criança detida por agentes do ICE nos EUA

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O Ministério de Relações Exteriores do Equador se manifestou, na noite da última quinta-feira (22/1), sobre a detenção de um menino, de 5 anos, por agentes do Serviço de Imigração dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) na terça-feira (20/1), na cidade de Mineápolis, em Minnesota, Estados Unidos.

O Equador, através do consulado nos EUA, solicitou informações oficiais com a ICE sobre o caso da criança equatoriana detida.

Segundo autoridades do distrito escolar público de Columbia, a criança equatoriana teria sido usada como isca para atrair o pai, imigrante alvo das operações. A superintendente do distrito escolar, Zena Stenvik, relatou em coletiva de imprensa nessa quinta-feira (22/1) que quatro estudantes do distrito foram apreendidos e levados por agentes do ICE nesta semana.

“O DHS afirma que, neste tipo de caso, consulta-se os pais sobre a possibilidade de que o menor seja deportado com eles para o país ou, caso contrário, seja colocado sob os cuidados de uma pessoa de confiança designada pelos progenitores. O Ministério das Relações Exteriores e Mobilidade Humana está monitorando a situação do menor a fim de salvaguardar sua segurança e bem-estar”.

O menino foi detido com o pai, o equatoriano Adrian Alexander Conejo Arias, na frente da porta de casa. Segundo a superintendente escolar, outro adulto que estava presente no momento chegou a implorar para que os agentes não levassem o garoto.

Pai e filho foram levados até o Centro de Processamento de Imigração de Dilley, no Texas, onde estão custodiados.

Versão do ICE

O Serviço de Imigração e autoridades do governo Trump alegam que a criança foi abandonada pelo pai, que teria fugido a pé quando percebeu agentes se aproximando para prendê-lo. “Para garantir a segurança da criança, um dos nossos agentes do ICE permaneceu com ela enquanto os outros agentes detinham Conejo Arias”, informou o Serviço de Imigração em publicação.

O órgão detalhou que os pais do menino têm a opção de serem deportados com o filho, ou colocar a criança sob os cuidados de uma pessoa de confiança designada por eles.

O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, defendeu a operação, alegando que o menino “não foi preso, apenas detido”. Ele alegou que a detenção da criança foi necessária para cumprir a prisão do pai, um imigrante ilegal.

ICE em Minnesota

O estado de Minnesota vive um clima de tensão com as operações do ICE no governo de Donald Trump, que aumentou após a morte de Renee Good, assassinada a tiros por um agente do ICE em Mineápolis.

O governador de Minnesota, Tim Walz, do partido democrata, de oposição à Trump, tem sido crítico ao governo federal e às operações do Serviço de Imigração. Ele se manifestou sobre o ocorrido com Liam.

“Os habitantes de Minnesota querem segurança. Eles querem liberdade. Eles querem o melhor para nossos filhos. Agentes mascarados que sequestram crianças em idade pré-escolar nas ruas e as enviam para centros de detenção no Texas não servem a nenhum desses propósitos. Essa campanha de retaliação precisa parar”, escreveu Walz em publicação.

Metrópoles

Transporte universitário em pauta: vereador Rey Lira faz comunicado importante aos estudantes

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O vereador Rey Lira informou que, a partir da próxima segunda-feira, terá início o recadastramento e cadastramento dos estudantes do município de Ingá que utilizam o transporte escolar, especialmente os ônibus que fazem o trajeto até Campina Grande. O procedimento é necessário para a emissão da carteirinha estudantil, documento que garante o acesso regular ao serviço.

Crise no Banco Master gera efeito dominó e pode afetar depósitos judiciais na Paraíba e mais quatro estados

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Crise no Banco Master gera efeito dominó e pode afetar depósitos judiciais na Paraíba e mais quatro estados
Fraudes na tentativa de compra do banco de Daniel Vorcaro pelo BRB põem em risco a administração de depósitos judiciais no Distrito Federal, Bahia, Maranhão, Alagoas e Paraíba.

As fraudes na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB (Banco de Brasília) deflagraram o risco de um efeito-dominó despercebido pelo mercado, até agora, com a possibilidade de rombo estimado em R$ 30 bilhões nos cofres públicos de quatro estados e do Distrito Federal.

A origem do problema está em um movimento antes tido como ativo do BRB: a criação do chamado “pix judicial”. O produto agilizou a liberação de depósitos judiciais do TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios).

Diante do sucesso da ferramenta, o banco estatal venceu licitações para implementar o “pix judicial” nos tribunais da Bahia, do Maranhão, de Alagoas e da Paraíba.

Agora, os problemas financeiros enfrentados pelo BRB após a tentativa de compra do Banco Master podem causar um rombo calculado em quase R$ 30 bilhões por pessoas que acompanham de perto a questão.

Foi esse montante que a instituição financeira brasiliense passou a administrar a partir de decisões que determinam a uma parte do processo o depósito em conta bancária controlada pela Justiça. Esse depósito funciona como garantia para evitar calotes e assegurar o pagamento devido ao final da ação.

Caso o BRB não tenha capacidade para honrar os compromissos assumidos com as cortes estaduais e não consiga liberar o dinheiro de ações judiciais que estão sob a responsabilidade do BRB, os governos estaduais serão obrigados a assumir o prejuízo para garantir o funcionamento da Justiça.

As fraudes no BRB de compra de títulos podres do Master que podem ultrapassar os R$ 10 bilhões, porém, puseram em risco toda a operação do BRB.

A previsão é que, sem um aporte significativo, o Banco de Brasília não conseguirá honrar seus compromissos e prejudicará também a liberação das verbas judiciais, o que obrigaria uma intervenção dos Executivos estaduais, responsáveis pelos repasses que compõem o orçamento dos tribunais de justiça.

Nos bastidores, já se fala em um pedido de socorro à União.

A leitura é que o Distrito Federal não teria capacidade, sozinho, de fazer um aporte no BRB para sanear as contas depois do potencial dano provocado pela fraude do Master.

Os quatro governos do Nordeste também vivem situação fiscal complicada e teriam dificuldade para resolver o problema gerado pelo BRB.

Por isso, o envolvimento de quatro estados nordestinos administrados pelo PT ou por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva criaria um elemento de pressão por socorro do governo federal.

Pix judicial e Banco Central

A tecnologia desenvolvida pelo BRB estabelece uma conexão direta entre o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central e o sistema judiciário e agilizou a liberação dos depósitos.

Com isso, após o sucesso na implementação da ferramenta no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, o banco participou de licitações e também passou a ser o responsável pelos depósitos judiciais das cortes estaduais da Bahia, Alagoas, Paraíba e Maranhão.

As fraudes apuradas na compra do Banco Master pelo BRB, porém, comprometeram a saúde financeira do banco estatal e, consequentemente, a capacidade de honrar os compromissos assumidos.

O Banco de Brasília adquiriu carteiras de crédito fraudulentas do Master que podem chegar a R$ 16 bilhões e tornou-se alvo de investigação da Polícia Federal.

Outro lado

Por meio de nota, o BRB afirmou que todas as operações com o Master que estão sob investigação “já estão sendo analisadas na investigação independente conduzida pelo escritório Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll”.

“A instituição reafirma seu compromisso com a transparência, a estabilidade institucional e o cumprimento rigoroso das obrigações contratuais firmadas com todos os Tribunais de Justiça atendidos. O BRB segue sólido, seguro e operando normalmente.

O Tribunal de Justiça da Paraíba, por sua vez, afirmou que instaurou um processo administrativo em 26 de novembro “destinado à verificação formal e documentada do atendimento contínuo dos requisitos econômico-financeiros previstos nos contratos”.

A corte diz que o BRB apresentou documentos e que não há indícios de “comprometimento da execução contratual”.

“O Tribunal adotará procedimento periódico de verificação da manutenção da capacidade técnico-financeira do banco, com solicitação de informações atualizadas em base trimestral, conforme previsto no edital do Pregão Eletrônico nº 90002/2025 e nos contratos firmados”.

O tribunal do Maranhão afirma que tem ciência das “informações públicas sobre apurações envolvendo o BRB” e diz que o banco encaminhou em novembro ofício “prestando esclarecimentos institucionais detalhados sobre sua situação administrativa e financeira”.

“O contrato prevê que, em caso de rescisão/denúncia/vencimento sem renovação, a migração dos depósitos para outra instituição ocorrerá seguindo os procedimentos do Banco Central”, afirma.

A corte informa que a contratação ocorreu por meio de dispensa de licitação e que foram analisadas também propostas do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

“A análise da vantajosidade levou em conta não apenas o retorno financeiro, mas também requisitos técnicos de integração com sistemas do tribunal, experiência prévia, estrutura de atendimento e capacidade operacional”.

Os demais tribunais foram procurados, mas não responderam.

Fonte: CNN

ClickPB

Juíza determina exumação de idoso sepultado por família errada e traslado para cemitério correto

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Juíza determina exumação de idoso sepultado por família errada e traslado para cemitério correto
A decisão surge após denúncia de troca de cadáver durante os procedimentos de liberação para velório, no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A juíza Andreia Gonçalves Lopes Lins, da 5ª Vara da Fazenda Pública, determinou, por meio de tutela antecipada, a exumação imediata de um corpo após a constatação de erro cometido em troca de cadáveres no cemitério do Cristo para ser velado em Santa Rita. Conforme o documento obtido pelo ClickPB, o translado e os restos mortais dele deve ser feito de forma imediata.

O corpo envolvido é de José Pereira74 anos, que morreu após passar por um procedimento cardíaco no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita. A decisão surge após denúncia de troca de cadáver durante os procedimentos de liberação para velório, no município de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

O caso veio à tona na última quinta-feira (22), após familiares denunciarem o erro à impressa. Na decisão, a juíza Andreia considerou que houve falha grave na identificação e na liberação do corpo, o que teria resultado no sepultamento indevido de um cadáver que não correspondia ao do idoso.

O caso deverá ser investigado para verificar possíveis falhas administrativas e operacionais no hospital e nos serviços funerários envolvidos. A família aguarda a conclusão da perícia para obter respostas e providências legais.

Fonte: ClickPB

Riachão inicia hoje a tradicional Festa de São Sebastião 2026. Padre Nilson, Duas Paixões e Pingo

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Riachão do Bacamarte dá início nesta sexta-feira, 23 de janeiro, ao primeiro dia da tradicional Festa de São Sebastião 2026. A programação começa a partir das 21h, na Praça Central, reunindo moradores e visitantes em uma noite marcada por fé, cultura e muita animação.

Vereadores de Ingá e suplente também anunciam apoio a Cícero Lucena

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Os vereadores de Ingá Antônio da Lua (PSB) e Benia (PSD), representada na ocasião pelo esposo Diógenes, junto com o suplente de vereador Cipó (PSD), também anunciaram apoio ao prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, pré-candidato ao Governo da Paraíba.

A declaração foi feita em articulação política no município, com a participação de lideranças locais. O grupo afirmou que a adesão busca fortalecer o diálogo com o projeto estadual liderado por Cícero, com foco em parcerias voltadas ao desenvolvimento de Ingá e da região.

Ex-candidato a prefeito de Ingá, Nego dos Transportes (PSB) declara apoio a Cícero Lucena, pré-candidato ao Governo da Paraíba

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O ex-candidato a prefeito de Ingá pelo PSB, Ailton Nunes de Andrade, conhecido como Nego dos Transportes, declarou apoio ao prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que recentemente se filiou ao MDB e é pré-candidato ao Governo da Paraíba.

João Azevêdo se reúne com presidente do Vila Galé para instalação de hotel no Centro Histórico

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O governador João Azevêdo se reuniu, nesta quinta-feira (22), no Palácio dos Despachos, em João Pessoa, com o presidente do Vila Galé, Jorge Rebelo, ocasião em foram discutidas parcerias para a instalação de um hotel do Grupo português no Centro Histórico da Capital, no antigo Colégio Diocesano Pio XII.

Antes da reunião, o governador e o presidente do Vila Galé visitaram o local onde deverá ser instalado o empreendimento, que representará mais um grande passo na revitalização do Centro Histórico pessoense — o grupo hoteleiro, além de Portugal, está presente na Espanha e Cuba. No Brasil, em estados como Rio de Janeiro, Fortaleza e Pernambuco. Também visitaram a Igreja de São Francisco.

Durante a reunião, que contou com a presença de representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), João Azevêdo destacou a disposição do Governo da Paraíba em ter o primeiro hotel do Grupo Vila Galé no Estado. “É uma grande alegria receber a visita de Jorge Rebelo, que sempre se mostrou atencioso com a Paraíba. Esse encontro foi um momento em que discutimos mais um projeto promissor para João Pessoa e a Paraíba como um todo, que vai gerar renda e emprego, indo também na direção daquilo que queremos, que é reocupar e dar vida ao nosso Centro Histórico”, acrescentou.

O presidente do Vila Galé classificou o encontro com o governador João Azevêdo como extremamente positivo. “Foi uma reunião muito proveitosa, e também temos um grande interesse em instalar nosso empreendimento no Centro Histórico de João Pessoa. Nosso grupo tem um grande carinho por Centros Históricos”, disse Jorge Rebelo.

A reunião foi acompanhada, ainda, por Deusdete Queiroga, secretário de Estado da Infraestrutura e Recursos Hídricos (SEIRH); e Rômulo Polari, presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep).

Representantes da Arquidiocese da Paraíba, como o bispo auxiliar Dom Alcivam, que representou o arcebispo Dom Manoel Delson, e o padre Marcondes Meneses, presidente do Centro Cultural São Francisco, também participaram.

Parlamento PB

Gestão Kelven Cabral promove melhorias e revitaliza a sede da Câmara de Riachão do Bacamarte

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A Câmara Municipal de Riachão do Bacamarte vem passando por um importante processo de requalificação estrutural e modernização sob a presidência do vereador Kelven Cabral. As ações têm como objetivo oferecer melhores condições de trabalho aos parlamentares e servidores, além de proporcionar mais conforto, acessibilidade e qualidade no atendimento à população.

Câmera e cocaína: como foi a prisão de empresário homicida na praia

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Foram apreendidos junto com o empresário paulista Sérgio Nahas, de 61 anos, 13 pinos de cocaína, três celulares e um veículo Audi. Ele foi preso pela Polícia Militar da Bahia após ser reconhecido pelo sistema de monitoramento de câmeras, da Praia do Forte, litoral do estado nordestino, mais de 23 anos após ter matado a esposa, Fernanda Orfali.

O crime aconteceu em 2002 dentro de um apartamento no bairro de Higienópolis, na região central de São Paulo. Fernanda tinha 28 anos na época.

Câmera e cocaína: como foi a prisão de empresário homicida na praia - destaque galeria
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Empresário teria matado a mulher após ela descobrir sobre uso de cocaína e relações com travestis

Sérgio Nahas, condenado a 8 anos e 2 meses de prisão por matar a esposa

Nahas foi submetido a audiência de custódia, no dia 19 de janeiro, dois dias após a detenção, e deverá cumprir a pena no sistema prisional paulista.

O paulista tinha a prisão determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). A defesa já havia recorrido a todas as instâncias, após ser o empresário ter sido condenado pelo Tribunal do Júri, em 2018, mas teve a solicitação negada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), encerrando o caso. A condenação foi de 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado.


Relembre o crime

  • Sérgio Nahas matou a esposa, Fernanda Orfali, de 28 anos, com um tiro no peito.
  • O homicídio ocorreu em setembro de 2002 no apartamento do casal, em um bairro nobre na região central de São Paulo.
  • A arma do crime, sem registro, pertencia ao empresário.
  • De acordo com a investigação, Fernanda teria descoberto que o marido era usuário de cocaína e a traía com travestis. Por isso teria cometido o crime.
  • Na época, o empresário contou que ouviu um disparo vindo do closet e que, ao chegar ao local, encontrou a mulher agonizando.
  • Ele alegou que a mulher tinha depressão e cometeu suicídio, mas foi acusado de homicídio doloso, com intenção de matar.

Empresário foi condenado a pena três vezes menor que a duração do processo

O Tribunal do Júri sobre o caso aconteceu apenas em 2018, 16 anos após o crime. Ele foi considerado culpado pela acusação de homicídio simples, sendo condenado a uma pena de sete anos de prisão em regime inicial semiaberto.

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) recorreu, e a pena foi redimensionada para 8 anos e 2 meses de prisão em regime inicial fechado em segunda instância. A dosimetria foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo STF.

A pena à qual Nahas foi condenado é quase três vezes menor do que o tempo decorrido do processo – período que ele respondeu em liberdade.

O Metrópoles não localizou a defesa de Nahas até a publicação desta reportagem. O espaço está aberto.

Metrópoles