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Investigado joga mala de dinheiro pela janela durante ação da PF

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Investigado joga mala de dinheiro pela janela durante ação da PF
A 3ª fase da Operação Barco de Papel (Caso Master) teve mala de dinheiro jogada pela janela em Balneário Camboriú. Entenda a fraude de R$ 970 mi na RioPrevidência.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11), a 3ª fase da Operação Barco de Papel. A ação, que mira fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master (recentemente liquidado) e a RioPrevidência, registrou uma cena inusitada em Balneário Camboriú (SC): um dos investigados tentou se livrar de uma mala repleta de dinheiro em espécie arremessando-a pela janela ao notar a chegada dos agentes.

O valor, que ainda está sendo contabilizado oficialmente, foi totalmente recuperado pela PF com o auxílio de um vizinho. Além do dinheiro, foram apreendidos dois carros de luxo e aparelhos celulares.

De acordo com as informações iniciais repassadas pela Polícia Federal, quando a equipe chegou em um dos apartamentos alvos de mandado, um dos ocupantes do local arremessou uma mala de dinheiro pela janela.


O Esquema: R$ 970 Milhões em Jogo

A investigação apura um esquema sofisticado de desvio de recursos públicos através da compra de letras financeiras irregulares. Entenda os pontos centrais:

  • Alvo Principal: Aplicações da RioPrevidência (fundo de pensão dos servidores do RJ) que somam cerca de R$ 970 milhões.
  • A Fraude: O dinheiro teria sido investido em títulos “podres” ou superestimados do Banco Master, gerando prejuízo direto ao patrimônio público.
  • Obstrução de Justiça: Esta 3ª fase foca em pessoas ligadas a Daniel Vorcaro (ex-dono do Master) que estariam ocultando bens e provas após o início das investigações em janeiro.

Buscas em Santa Catarina: Balneário Camboriú e Itapema

Os mandados, expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, foram cumpridos em endereços de alto padrão no litoral catarinense. A PF acredita que imóveis na região estavam sendo usados para guardar ativos removidos de outros locais após as fases anteriores da operação.

Status Jurídico: Por enquanto, não houve prisões nesta etapa, apenas busca e apreensão. Os nomes dos envolvidos diretos nesta fase permanecem sob sigilo judicial para não comprometer a recuperação dos valores restantes.

Fonte: ClickPB

 

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