Por Joselânea: Páscoa, celebração à vida.

Não é difícil falar sobre a Páscoa. Se tivéssemos o hábito da leitura, o desejo de conhecer a verdadeira história de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, conheceríamos a fundo toda narrativa e as verdades de quem realmente merece toda adoração.

A Páscoa hoje está voltada para símbolos mercadejantes criados pelo homem, tirando a visão e o sentido do adorador para as verdades celestiais.

A Bíblia Sagrada nos relata uma história, onde o protagonista do Velho Testamento é o povo Judeu sendo liberto do Egito e no Novo Testamento é Jesus.

Devemos ensinar para o mundo e aos pequeninos de idade, que na Páscoa do Novo Testamento a morte perdeu seu galardão nos dando garantia de vida eterna, no Velho Testamento, a passagem, a saída, a libertação da escravidão do povo judeu que vivia escravizado para uma nova vida.

Devemos celebrá-la, com cântico e hinos espirituais, muita exaltação ao Deus criador e seu filho Jesus que faz a trindade com o Espírito Santo de Deus, que dá tanto valor à vida, que fez prova em seu próprio filho Jesus e durante seu ministério na terra, ressuscitou a muito mortos.

A Páscoa é uma festa conhecida universalmente, desde quando Moisés foi orientado por Deus para libertar o povo do Egito (Ex. 12) As famílias e amigos se reuniram para comer pães, ervas e carne de um cordeiro, muita carne, que era o prato principal, enquanto a décima praga lançada sobre os Egípcios se cumpria. No dia dez de abril, que era tido como primeiro mês do ano, a primeira Páscoa dos Judeus foi realizada. Um cordeiro para cada família, sem mácula e seu sangue deveria ficar na porta como sinal para morte não entrar ali, pão sem fermento e ervas amargas.

O cordeiro é Jesus, ninguém pode viver feliz e ter vida eterna sem ele, só ele poderia cumprir este sacrifício e ainda interceder por nós; a mácula é o pecado, ele não tinha pecados e quer que sejamos como ele foi; o sangue derramado nas portas está derramado sobre nós hoje; o pão é Jesus, que não se deixou iludir com as riquezas, as situações que o tirariam do seu verdadeiro objetivo; as ervas amargas, eram as dores e aflições que o povo viveu durante aproximadamente 430 anos sob o jugo dos Egípcios.(I Pe 1.18)

À meia noite o povo judeu saiu do Egito rumo à terra prometida: Israel de Deus, para a Canaã preparada. Oh! Que Glória!

Anos se passam os escolhidos do Senhor, se esquecem de seus benefícios e de adorá-lo com é devido, as promessas de um Messias Redentor que viria para libertar o povo, acaba se cumprindo. (Ml 3.1) A aliança de Deus com o povo é renovada através de um grande milagre, que só poderia ser feito por sacrifício de sangue, e o cordeiro escolhido, foi o filho de Deus. (Jo 1.29) Nasce um bebê (Lc 2.11) que cresce e oferece a libertação ao povo que o aceitasse como o caminho para nova vida. Jesus nasce para cumprir o propósito da salvação. Ele remirá o povo do seu pecado. (Jo 3.16). Cumpre seu ministério, caminhando para a morte, três anos de ministério após o batismo no rio Jordão (Mt 3)

Jesus conhecedor das Leis e mandamentos de Deus dá ordens para as cumprirmos, ressaltando que os sacerdotes da época desfaziam completamente os mandamentos, exercendo a lei a seu bel prazer, os mandamentos deveriam ser seguidos obedecidos e Jesus dá o exemplo de cumprimento de cada lei, cada mandamento, inclusive de adoração. (Mt 12.15)

Em algum lugar do passado, a última Páscoa de Jesus é celebrada. O filho de Deus mais uma vez é o protagonista da história. (Mt 26.17-30) Reuniu-se com seus discípulos secretamente e ali pela última vez, dá as diretrizes para os últimos acontecimentos. Alimentando-se deixou claro que o derramamento de seu sangue (cordeiro de Deus) seria necessário para remissão de pecados, e informou que não mais se alimentaria com eles até que estivesse no reino de Deus.

A Páscoa nos mostra a vida, a morte que perdeu seu poder, a passagem, a saída, a libertação, ame a vida! Devemos celebrá-la, comemorá-la com grande júbilo, muita exaltação ao Deus poderoso que ressuscitou seu filho Jesus, que deu tanto valor à vida que a muitos mortos ressuscitou.

Não podemos deixar que os dias que antecederam a morte de Jesus sejam mais importantes que ele, não devemos reverenciar o dia de sua morte, como se fosse o ato mais importante do que a pessoa. Não precisamos reverenciar ao anjo que abriu o sepulcro ao terceiro dia, nem as mulheres que foram as primeiras a descobrir o mistério da vida, devemos apenas conhecer bem as escrituras e o poder de Deus para celebrarmos a Jesus, filho de Deus, que vive e reina para sempre.

A Cruz foi um degrau de dor, solidão, perdas, sacrifícios, que só ele poderia subir, para nos entregar a vida eterna, perfeita e completamente de graça. Lembremos-nos que Ele não está mais lá, agora ele está vivo querendo morar num cantinho do teu coração. Aceite-o!

Celebre Jesus vivo! Ele já ressuscitou! Aleluias!

Boa Páscoa.

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