A presidente da Câmara Municipal de Ingá, vereadora Daniela da Silva Oliveira Regis (PSC), convoca a população em geral para audiência pública que será realizada na próxima sexta-feira (24), para tratar da situação que se encontra a agência do Banco do Brasil de Ingá, que se encontra funcionando de forma precária devido a ação de bandidos que explodiram o cofre e consequentemente danificou as instalações deixando toda região acesso a saques e depósitos.
A superintendência do Banco do Brasil ainda não deu sinais de que irá retornar os serviços normais da agência, é preciso que a população se mobilize e busque apoio junto às autoridades políticas da região para reivindicar e garantir a permanência da Agencia do Banco do Brasil de Ingá, uma vez que esta situação vem causando prejuízo a todos: clientes, funcionários públicos, comerciantes e aposentados, que precisam se deslocar constantemente à Campina Grande ou Itabaiana para realizar operações de saque e depósitos.
Comerciantes e setor de serviços se queixam de grande queda no movimento e faturamento a cada mês que passa. A audiência pública desta sexta-feira terá a presença de funcionários do Banco do Brasil, vereadores e população em geral.
Venha, participe e ajude a promover uma forte mobilização pela volta dos serviços do Banco do Brasil.
NOTA DE REPÚDIO
A sociedade civil dos municípios de Ingá, Riachão do Bacamarte, Itatuba e Serra Redonda, vem a público denunciar o Banco do Brasil por sua vergonhosa falta de compromisso em face da determinação de manter a agência da cidade de Ingá com funcionamento precário, sem disponibilizar dinheiro a população, o que prejudica de forma falta a economia local e a sociedade como um todo.
A justificativa do Banco diz respeito às ocorrências de violentas explosões no prédio da agência, justificativa essa frágil e que denota o abandono definitivo de compromisso de servir a comunidade. A agência foi fundada em 1982 e nestes 35 anos de existência, lucrou imensamente nem se sabe determinar o quanto e anida lucra, soma-se ainda o fato de não haver por parte do Banco um reforço adequado da segurança propiciando as incursões dos marginais.
Claro apenas fica o prejuízo imposto pela instituição financeira à população desguarnecida , ressaltando-se ainda do fato de que todos os municípios pagam sua folhas de pessoal pelo Banco do Brasil objetivando fortalecer o comércio que desde a última explosão em 02/06/2017 teve perdas consideráveis e inclusive fechamento de vários pontos que com esta determinação atual não vislumbra melhora e/ou solução.
A população destas cidades clama pela intervenção das autoridades que tem a obrigação de protegê-la, o Banco do Brasil é também dos brasileiros, um patrimônio nacional e não deve ser apenas instrumento de geração de lucros e cada dia maiores, mas sim tem a obrigação moral e social de servir à sociedade que muito já lhe serviu. (Ingá, 14 de novembro de 2017).
Inga Cidadão



