Sintep acusa MP de ignorar protempores e rasgar acordo assinado com Cássio.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do estado da Paraíba, professor Antônio Arruda, disse que o Ministério Público da Paraíba “rasgou um Termo de Ajustamento de Conduta assinado na época do Governo Cássio Cunha Lima, que previa a substituição gradativa dos prestadores de serviços e dos pró tempores até 2014.Ele contou que na época a TAC foi assinado pelo ex-secretário de Educação, professor Neroaldo Pontes, um representante do Sintep e a intermediação foi feita na época pelo Promotor de Justiça Adrio Leite.
O professor explicou que na época ficou acertado que o Estado iria estabelecer um calendário para a realização de concursos públicos para o preenchimento das vagas na medida em que os aprovados fossem sedo convocados, os prestadores de serviços e pró tempores de acordo com o período de contratação de cada um.
Ele explicou que a proposta era dispensar os contratos mais recentes primeiro e os mais antigos seriam dispensados por último. No entanto, o professor Antônio Arruda disse que logo nos primeiros dias do atual Governo, o procurador Osvaldo Trigueiro junto com o Governador rasgaram a Tac e demitiram 12 mil prestadores de serviços.
“O Governo demitiu 12 mil prestadores e depois contratou mais de 12 mil e da forma que ele queria”, comentou. Ele disse que agora o governo diz que vai recontratar os pró tempore dando prioridade aos mais antigos.
“Só acredito quando eu ver, pois esse Governo não tem diálogo é intransigente e só respeita a lei quando é conveniente a ele”, desabafou.
Jonas Batista. No Paraiba

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