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O Ministério de Minas e Energia no Brasil recebeu uma proposta encaminhada pelo presidente Jair Bolsonaro que prevê a criação de um subsídio para pagar as contas de energia elétricas de igrejas. A idéia é gerar redução no valor das tarifas para templos religiosos de grande porte.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, se posicionou contra o decreto publicado pela Presidência e gerou atrito dentro do governo.

Guedes já deixou claro que sua política de trabalho se baseia em diminuir as concessões de benefícios do gênero. A equipe do Ministro teme também que o Tribunal de Contas da União (TCU) imponha sanções ao governo caso a medida avance.

O TCU já determinou ao Executivo Nacional que nãos sejam criados novos subsídios sem dotação orçamentária, ou seja, sem que tenha parte da verba desses auxílios sendo bancada pelo próprio Governo.
A justificativa pode ser clara pelo fato de que o benefício seria realizar mais um aceno às igrejas evangélicas, principal grupo de apoio ao governo Bolsonarista. Outro ponto destacado na proposta, é o fato de que diferentemente dos consumidores residenciais, os templos religiosos utilizam eletricidade nos horários de maior pico da tarifa.
Em resumo, Bolsonaro quer que a diferença de preços da tarifa de cobrança para as instituições religiosas deixe de existir.

Alguns líderes da própria doutrina religiosa beneficiada com a proposta criticaram o Governo e classificaram a medida como “populista e autoritária”, porque pretende gratificar apenas os grandes templos que, segundo eles, seriam verdadeiras empresas religiosas.

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