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BRASÍLIA – Antes mesmo de ser criado, o Aliança pelo Brasil, partido que vai abrigar o presidente Jair Bolsonaro, já vive uma situação de brigas internas entre os interessados em comandar seus diretórios nos estados. Esse foi um dos motivos que afastaram Bolsonaro do PSL, no ano passado, e o motivou a criar a própria sigla.

Para conseguir fundar o partido a tempo das eleições municipais, o grupo precisa conseguir 492 mil assinaturas certificadas em cartório, de pessoas que não sejam filiadas a outra legenda, e vencer a tramitação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até o início de abril.

Deputados e lideranças regionais que têm atuado na coleta dessas assinaturas se antecipam à cúpula e se autointitulam dirigentes nas suas bases eleitorais.

As brigas já chegaram ao conhecimento do presidente, que fez recomendações expressas para que o comando da legenda intervenha e impeça qualquer tipo de competição interna.

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