O tribunal do distrito de Petrogrado, em São Petersburgo, disse que agora vai manter Vicentini por até dois meses como parte do pedido de extradição.
“(Ele) explicou ao tribunal que não é culpado de nada, que a polícia o estava tratando bem, pediu para ser solto, insistiu que não sabia nada sobre as acusações e que provavelmente tudo o que aconteceu foi um erro”, disse o tribunal em comunicado.
O site russo de notícias Fontanka informou que Vicentini havia sido identificado no jogo pela Interpol, que trabalhou com a polícia russa e brasileira para destacá-lo na multidão.
A polícia preferiu esperar até depois do jogo para detê-lo, informou Fontanka, para não alarmar os torcedores nas arquibancadas.
O tribunal de Petrogrado disse que o suspeito, que possui cidadania brasileira e italiana, viveu e trabalhou no Reino Unido no ano passado.



