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Vídeo mostra pichadora escalando prédio no Centro de São Paulo antes de cair do 5º andar

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Mulher de 30 anos fraturou pernas, pés e crânio e está em estado grave. Segundo polícia, tatuadora pichava a palavra ‘ricona’ em prédios da cidade.

A mulher de 30 anos que caiu do quinto andar de um prédio na Bela Vista, região central de São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (9) pichava uma inscrição na lateral do edifício quando perdeu o equilíbrio.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher sofreu fraturas nas pernas, pés e na cabeça. Ela está internada no Hospital das Clínicas. Seu estado de saúde é grave e ela será submetida a uma cirurgia na tarde desta quinta, segundo o hospital.

O vídeo (veja acima), feito por um morador, mostra a mulher escalando o prédio na Rua Rocha. Ela aproveita a estrutura da construção cheia de vãos para subir pelo lado de fora do edifício. O vídeo não mostra o momento da queda, de cerca de 25 metros de altura.

Prédio escalado pela tatuadora mostra algumas marcas da pichação — Foto: Fábio Vieira/FotoRua/Estadão Conteúdo

Prédio escalado pela tatuadora mostra algumas marcas da pichação — Foto: Fábio Vieira/FotoRua/Estadão Conteúdo

O morador Marcio Claesen chamou a ambulância para socorrer a mulher. “Acordei às 4h com um barulho de uma menina gritando, caindo e um som do corpo no chão. Imediatamente outra garota começou a gritar e a pedir socorro. Olhei pela janela e a vi com muito sangue. Chamei a ambulância. Começaram a chegar as viaturas da polícia. A menina que acompanhava ela dizia que ela estava respirando. O sangue jorrava pela guia.”

Multas para pichadores

Em 2017, o então prefeito João Doria (PSDB) sancionou a lei que pune pichadores com multas. Segundo a lei aprovada, o pichador flagrado levará multa de R$ 5 mil. Se o ato for contra patrimônio público ou bem tombado, o valor sobe para R$ 10 mil. Em caso de reincidência, a multa dobra.

texto exclui do alcance das punições os grafites, desde que consentidos pelo proprietário. O dinheiro da multa vai para o Fundo de Proteção ao Patrimônio Cultural.

Marca de sangue ficou na calçada — Foto: Bárbara Muniz Vieira/G1

Marca de sangue ficou na calçada — Foto: Bárbara Muniz Vieira/G1

G1

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