| O Governo da Paraíba realizou mudanças na cúpula da Fundação Paraibana de Saúde (PB Saúde), segundo informações que constam na edição de hoje (16) do Diário Oficial do Estado (DOE). O superintendente do órgão, o médico Luiz Gustavo César de Barros Correia pediu afastamento do cargo, em decorrência de problemas de saúde, segundo documento ao qual o ClickPB teve acesso.
Com isso, assume a superintendência da PB Saúde Arimatheus Silva Reis. Ele é médico e atuava até então como secretário executivo de gestão de rede de unidades de saúde. Em 2022, ele havia assumido o Hospital Regional de Picui. Quem irá assumir o cargo até então ocupado por Arimatheus é Vivian Kelly Rezende da Costa, que estava como diretora técnica do Hospital de Clínicas de Campina Grande desde o mês de março.
| Confira pedido de exoneração do agora ex-superintendente:
A Associação das Pessoas com Necessidades Especiais de Ingá (APNEI) realizou com sucesso a 1ª Conferência Regional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado da Paraíba. Essa iniciativa pioneira contou com a presença de representantes de diversas cidades, unindo esforços para discutir políticas públicas que beneficiem essa importante parcela da sociedade.
A conferência, que reuniu participantes de Ingá e outras cinco cidades da região, teve como objetivo principal aprimorar o controle social e garantir a participação ativa das pessoas com deficiência. Durante o evento, foram apresentados atividades culturais como dança em cadeira de rodas e capoeira, e foram abordados cinco eixos fundamentais, abrangendo temas como a promoção de direitos, financiamento, cidadania, acessibilidade e os desafios da comunicação universal.
Fotos: Leosmar
As autoridades municipais e estaduais, incluindo Prefeito de Ingá Robério Burity; o presidente da APNEI Sérgio Trigueiro; representantes do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Eligiane Medeiros e Elosmam de Oliveira; secretários de ação social de Ingá, Virgínia Leite e secretária municipal Aline Martins de Itatuba, assessora Jane Kátia de Riachão do Bacamarte, Marilene Galdino, assistente social de Mogeiro, Ademir Gonçalves, coordenador do CREAS de Serra Redonda; Flávia Dantas, psicóloga do CREAS de Juarez Távora, vereadora Mana, Dr. Leomário Pessoa, entre outras, demonstraram seu compromisso com políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência.
Essa 1ª Conferência Regional marcou um importante passo em direção a uma sociedade mais inclusiva e consciente das necessidades das pessoas com deficiência. As cidades participantes, incluindo Ingá, Serra Redonda, Riachão do Bacamarte, Juarez Távora, Itatuba e Mogeiro, uniram esforços para promover mudanças positivas e construir um futuro mais acessível e igualitário para todos. O evento, que teve início às 8h e encerramento às 18h, foi um marco no compromisso com a inclusão e o respeito aos direitos das pessoas com deficiência.
Quase cinco anos e meio após a deflagração da Operação Cartola — que, em 2018, investigou casos de manipulação de resultados no futebol paraibano —, a Justiça divulgou, nesta quinta-feira (14), a sentença de um dos processos. O juiz José Guedes Cavalcanti Neto, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, condenou, em primeira instância, três ex-dirigentes do Botafogo-PB e o ex-chefe da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol da Paraíba (Ceaf-PB), José Renato. Outros dois ex-dirigentes do Belo e um empresário que agenciava jogadores foram absolvidos. Ainda cabe recurso contra a decisão.
Fachada da FPF-PB cercada por policiais durante a investigação da Operação Cartola, em 2018 — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco
Condenados:
Breno Morais (dirigente do Botafogo-PB à época)
Guilherme Novinho (dirigente do Botafogo-PB à época)
Zezinho Botafogo (dirigente do Botafogo-PB à época)
José Renato (presidente da Ceaf-PB à época)
Absolvidos:
Alexandre Cavalcanti (dirigente do Botafogo-PB à época)
Francisco Sales (dirigente do Botafogo-PB à época)
Alex Fabiano (empresário que agenciava jogadores)
A sentença diz respeito ao caso envolvendo o jogo Botafogo-PB 3 x 3 CSP, disputado em 11 de fevereiro de 2018, pela sétima rodada do Campeonato Paraibano daquele ano, do qual a súmula teria sido adulterada para preservar o Belo de uma eventual punição futura. Essa foi uma das três partidas inicialmente investigadas pela Polícia Civil.
A Justiça entendeu que Alexandre Cavalcanti, Francisco Sales e Alex Fabiano não tinham envolvimento direto com a articulação da diretoria do Botafogo-PB com o árbitro José Renato para que a súmula do jogo em questão fosse ilicitamente adulterada. Assim, o trio foi absolvido.
Já Breno Morais, Guilherme Novinho, Zezinho Botafogo e José Renato foram condenados a penas de reclusão em penitenciária, mas tiveram essas punições substituídas por multas e serviços comunitários.
Penas impostas aos quatro condenados — Foto: Divulgação / 4ª Vara Criminal de João Pessoa
Veja a sentença para cada um dos condenados:
BRENO MORAIS
Foi condenado com base no Estatuto do Torcedor (hoje revogado pela Lei Geral do Esporte, que tem o mesmo dispositivo legal em questão) por dar ou prometer vantagem para mudar resultado de desporto ou evento a ele associado.
Pena: 02 (dois) anos de reclusão, em ser cumprida em penitenciário do Estado, inicialmente no regime aberto, mais 10 (dez) dias-multa, no valor unitário de 2/30 (dois trinta avos) do salário mínimo vigente à época do fato, devidamente corrigido quando se deu o devido pagamento.
Breno Morais, em depoimento à Polícia Civil — Foto: Reprodução / Rede Globo
GUILHERME NOVINHO
Foi condenado com base no Código Penal, por falsidade ideológica, por alterar verdade de documento.
Pena: 01 (um) ano e 02 (dois) meses de reclusão, em ser cumprida em penitenciário do Estado, inicialmente no regime aberto, mais 12 (doze) dias-multa, no valor unitário de 2/30 (dois trinta avos) do salário mínimo vigente à época do fato, devidamente corrigido quando se deu o devido pagamento.
Guilherme Novinho, em 2018, quando era vice-presidente Botafogo-PB — Foto: Cisco Nobre / ge
ZEZINHO BOTAFOGO
Foi condenado com base no Código Penal, por falsidade ideológica, por alterar verdade de documento.
Pena: 01 (um) ano e 02 (dois) meses de reclusão, em ser cumprida em penitenciário do Estado, inicialmente no regime aberto, mais 12 (doze) dias-multa, no valor unitário de 2/30 (dois trinta avos) do salário mínimo vigente à época do fato, devidamente corrigido quando se deu o devido pagamento.
Zezinho Botafogo em 2018, quando era presidente do Botafogo-PB — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco
JOSÉ RENATO
Foi condenado com base no Estatuto do Torcedor (hoje revogado pela Lei Geral do Esporte, que tem o mesmo dispositivo legal em questão) por fraudar, por qualquer meio, ou contribuir para que se fraude, de qualquer forma, o resultado de competição esportiva ou evento a ela associado.
Pena: 02 (dois) anos de reclusão, em ser cumprida em penitenciário do Estado, inicialmente no regime aberto, mais 10 (dez) dias-multa, no valor unitário de 1/30 (dois trinta avos) do salário mínimo vigente à época do fato, devidamente corrigido quando se deu o devido pagamento.
José Renato, em depoimento à Polícia Civil — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco
O que dizem os citados na sentença?
A equipe de reportagem do ge tentou falar com todos os citados na sentença da Justiça: os quatro condenados e os três absolvidos.
Alexandre Cavalcanti (absolvido), na época diretor jurídico do Botafogo-PB, comemorou a sentença e se mostrou aliviado com a absolvição:
— A gente recebe essa notícia com a consciência tranquila. Fui absolvido, mas há seis anos eu pago uma pena muito cara para mim, que sou uma pessoa honesta, que nunca se envolveu com nenhum tipo de coisas errada. Esse processo durou seis anos e, de uma forma ou de outra, é uma pena, uma angústia, uma incerteza, a dúvida de quem não me conhece, e isso aí não vai ser apagado nunca, mas é uma página que se vira na minha vida — comentou Alexandre.
Alexandre Cavalcanti, durante entrevista coletiva, já em 2013, quando era presidente do Botafogo-PB — Foto: Reprodução / TV Belo
José Renato (condenado) preferiu se manifestar apenas por meio de seus advogados. Um deles, Felipe Solano, prometeu que vai tentar reverter a decisão da Justiça.
— Pela defesa de José Renato, iremos recorrer da decisão, haja vista ter sido comprovado no processo que não houve absolutamente qualquer tipo de ilicitude praticada por José Renato — explicou o advogado.
O ge não conseguiu falar diretamente com Breno Morais (condenado), mas trocou mensagens com Guilherme Moura, advogado que representa o ex-dirigente no caso.
— A defesa do réu Breno Morais, apesar do respeito à sentença judicial que reconheceu a inexistência da maioria dos crimes narrados pelo Ministério Público, continua confiante em sua inocência e utilizará dos meios recursais para alcançar um julgamento absolutório integral — detalhou Guilherme.
Francisco Sales (absolvido) e Guilherme Novinho (condenado) informaram que não vão se pronunciar sobre a decisão.
Zezinho Botafogo (condenado) disse que divulgará uma nota sobre a sentença. O conteúdo dessa nota será publicado nesta reportagem tão logo se torne pública.
Por fim, a reportagem não conseguiu entrar em contato com Alex Fabiano (absolvido).
À medida que os demais citados na sentença se manifestem, esta matéria será atualizada com os devidos posicionamentos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta sexta-feira (15) o reajuste salarial de 9% dos servidores públicos federais, aposentados e pensionistas. O aumento também vale para cargos em comissão, funções de confiança e funções comissionadas. O reajuste está em vigor desde maio, quando o presidente assinou uma medida provisória para conceder o aumento. O texto, no entanto, precisava ser aprovado pelo Congresso Nacional para não perder a validade.
O auxílio-alimentação também aumentou. O reajuste foi de 43%, passando de R$ 458 para R$ 658 mensais. A correção proposta pelo governo federal resultou de um acordo entre o Executivo e mais de cem entidades representativas dos servidores na chamada mesa de negociação permanente, que estava suspensa desde 2016 e foi retomada neste ano.
Segundo o governo, a correção vai beneficiar ao menos 1,1 milhão de pessoas, sendo 520 mil servidores civis ativos, 13,6 mil empregados públicos, 450 mil aposentados e 167 mil pensionistas. O custo do reajuste é de R$ 9,62 bilhões para 2023 e de R$ 13,82 bilhões anualizados a partir do próximo ano.
O texto precisou ser sancionado por Lula porque passou por alterações no Parlamento. Uma das mudanças introduzidas no texto cria mais uma diretoria na Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), que passa de três para quatro.
Durante a tramitação do texto na Câmara dos Deputados, a relatora da proposta, Alice Portugal (PCdoB-BA), propôs a ampliação da margem consignável de servidores federais, de um total de 35% para 45% do salário para contratar empréstimos.
A ideia da deputada era aumentar a margem para opção livre, pois 10% estão obrigatoriamente destinados à utilização de cartão de crédito consignado e cartão de benefícios consignado.
No entanto, a Câmara não aceitou a proposta. O tema será analisado em outro projeto de lei a ser enviado pelo Executivo.
Um policial federal foi morto durante uma operação na manhã desta sexta-feira (15), na região de Valéria, em Salvador. Outros dois agentes, sendo um federal e outro civil, ficaram feridos, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
O policial Lucas Monteiro Caribe chegou a ser socorrido com os outros dois agentes para o Hospital Geraldo Estado (HGE), na capital baiana, mas chegou à unidade sem vida. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos outros policiais.
Os quatro homens que morreram são suspeitos de fazer parte do grupo criminoso que trocou tiros com os policiais. Dois morreram no momento do tiroteio e os outros horas depois, em uma região de matagal, entre os bairros de Valéria e Rio Sena, durante a fuga.
Desde agosto, a Polícia Federal participa de operações na Bahia como parte de um acordo de cooperação entre o governo estadual e federal para reprimir a criminalidade no estado.
De acordo com a secretaria da segurança da Bahia, um grupo criminoso está escondido em uma região de mata fechada, do bairro periférico da capital baiana.
Valéria fica em um ponto considerado estratégico para o tráfico de drogas e é palco de constantes confrontos entre facções criminosas de atuação local e nacional. Ele fica em uma região que margeia duas rodovias, a BR-324 e a BA-528, conhecida como Estrada do Derba, onde ocorre a operação desta sexta.
Além disso, a localidade está em um dos limites de Salvador, próximo ao município de Simões Filho, e têm uma extensa área de matagal.
A “Operação Frauda” é feita pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Os suspeitos morreram no local da troca de tiros.
A FICCO foi lançada em agosto deste ano, pela SSP-BA e Polícia Federal, com o objetivo de intensificar, em caráter especial, o enfrentamento às organizações e associações criminosas. A integração entre os governos estadual e federal será feita de forma pontual, caso eles entendam que exista a necessidade.
De acordo com o órgão de segurança pública, a ação é contra uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e armas, homicídios e roubos, com atuação no bairro de Valéria.
Equipes das Polícias Federal, Militar e Civil cumprem ordens judiciais na capital baiana, à procura de foragidos, armas, munições e entorpecentes. Cerca de 100 policiais de unidades ordinárias e especializadas das forças federal e estadual participam da operação integrada.
Por causa da ação, um intenso engarrafamento foi formado nas regiões da Estrada do Derba, Estrada Velha de Paripe e na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Suburbana.
Segundo a Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), os ônibus do transporte público da capital baiana tiveram o itinerário desviado. Os veículos que seguem no sentido BR-324 passam a trafegar pela Avenida Suburbana.
Já os que seguem sentido Base Naval, estão retornando para a BR-324 antes do local da operação policial e de lá continuam o itinerário.
Helicópteros do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar realizam varreduras na região de Valéria e do subúrbio ferroviário à procura dos suspeitos. Do alto, os militares avaliam possíveis rotas de fuga e repassam informações para as equipes que estão no chão.
Policial morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribe.
Uma situação ocorrida em um parque de diversões na cidade de Patos, Sertão do estado, viralizou nas redes sociais. Conforme apurou o ClickPB, um dos brinquedos do parque parou de funcionar e os passageiros precisaram sair do local, após a pane. Em vídeos ao qual o ClickPB teve acesso, é possível perceber que se trata de uma espécie de ‘mini montanha russa’.
O fato teria acontecido ontem (14). O parque está na região desde a semana passada, devido a chamada ‘Festa de Setembro’, em homenagem a Nossa Senhora da Conceição.
“E a montanha-russa de Patos, que deu prego, hein?! Enganchou com o povo lá em cima”, diz uma das pessoas ao longo do vídeo, enquanto as pessoas descem do brinquedo quebrado. “Aí ó, montanha-russa, de Patos, deu B.O viu?!”, fala outra pessoa ao longo do conteúdo ao qual o ClickPB teve acesso.
O ClickPB tentou contato com o parque diversões que está instalado na região central de Patos, porém até as 8h24 as ligações não tinham sido atendidas nem as mensagens respondidas. Não havia registro de feridos até o fechamento da matéria. Veja vídeo:
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar, a partir da meia-noite desta sexta-feira (15), um conjunto de ações que questionam a manutenção dos direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) depois do impeachment.
A petista continuou elegível mesmo depois da condenação pelo Senado Federal porque as votações foram fatiadas: uma para afastá-la definitivamente da Presidência e outra para decidir se ela perderia ou não seus direitos políticos.
Partidos e políticos acionaram o STF ainda na época do impeachment, concluído em agosto de 2016.
Relatora das ações, a ministra e hoje presidente da Corte, Rosa Weber, negou, em setembro daquele ano, os pedidos para uma decisão liminar (provisória) que deixassem Dilma desde logo inelegível e impedida de ocupar cargo ou função pública.
Agora, os ministros analisarão o mérito das ações. O caso será julgado em sessão do plenário virtual entre os dias 15 e 22 de setembro. No formato, não há debate, e os magistrados apresentam seus votos em um sistema eletrônico.
As ações foram movidas pelo senador Magno Malta (PL-ES), pelo ex-senador Álvaro Dias (Podemos), pelo deputado José Medeiros (PL-MT) e pelos partidos Rede, PSDB, PPS (hoje Cidadania), MDB, PSL e Democratas (os dois últimos fundiram-se para criar o União Brasil).
Hoje, Dilma é presidente do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos Brics.
A Polícia Civil do estado da Paraíba realizou uma operação policial altamente coordenada no bairro da Estação, na cidade do Ingá, após meses de investigação intensiva. As equipes de investigação tinham como alvo líderes de uma facção criminosa que vinha orquestrando o tráfico de drogas na região. Além disso, a facção era responsável por ameaçar a segurança dos moradores locais, aplicando punições severas, como espancamentos, e até mesmo sendo associada a homicídios na área.
A ação policial, que ocorreu com base em informações obtidas de uma longa investigação, resultou na apreensão significativa de drogas, dinheiro fracionado, balanças de precisão, aparelhos celulares, além de embalagens e utensílios utilizados para o fracionamento e venda das substâncias ilícitas. A operação não apenas interrompeu as atividades da facção, mas também desarticulou parte de sua estrutura de tráfico.
Cinco pessoas suspeitas, todos com histórico de passagens pelo sistema de justiça, foram conduzidas à delegacia local para prestar esclarecimentos sobre suas possíveis conexões com a facção criminosa e as atividades ilícitas. As prisões ocorreram sem incidentes graves.
A operação bem-sucedida foi resultado da colaboração entre denúncias anônimas feitas ao DISQUE 197, um canal de comunicação importante para o combate ao crime, e o trabalho investigativo dedicado da Polícia Civil. A população local desempenhou um papel fundamental ao fornecer informações cruciais, permitindo que as autoridades tomassem medidas eficazes contra a criminalidade.
O Delegado responsável pela operação destacou a importância de investigar e proteger a comunidade contra a atuação de facções criminosas, afirmando que a Polícia Civil está comprometida em garantir a segurança e a tranquilidade dos cidadãos do Ingá e de toda a região.
Essa operação é mais um exemplo do compromisso das autoridades em combater o tráfico de drogas e garantir um ambiente seguro para todos os moradores da cidade. A Polícia Civil continuará sua luta incansável contra o crime, reforçando sua presença e vigilância na área, e garantindo que a justiça seja feita em todos os casos relacionados a atividades criminosas.
Uma situação ocorrida em um parque de diversões na cidade de Patos, Sertão do estado, viralizou nas redes sociais. Conforme apurou o ClickPB, um dos brinquedos do parque parou de funcionar e os passageiros precisaram sair do local, após a pane. Em vídeos ao qual o ClickPB teve acesso, é possível perceber que se trata de uma espécie de ‘mini montanha russa’.
O fato teria acontecido esta semana. O parque está na região desde a semana passada, devido a chamada ‘Festa de Setembro’, em homenagem a Nossa Senhora da Conceição.
“E a montanha-russa de Patos, que deu prego, hein?! Enganchou com o povo lá em cima”, diz uma das pessoas ao longo do vídeo, enquanto as pessoas descem do brinquedo quebrado. “Aí ó, montanha-russa, de Patos, deu B.O viu?!”, fala outra pessoa ao longo do conteúdo ao qual o ClickPB teve acesso.
O ClickPB tentou contato com o parque diversões que está instalado na região central de Patos, porém até as 8h24 as ligações não tinham sido atendidas nem as mensagens respondidas. Não havia registro de feridos até o fechamento da matéria. Veja vídeo:
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