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Policial Federal é morto e outros dois agentes ficam feridos em operação na Bahia; suspeitos se escondem em mata

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Um policial federal foi morto durante uma operação na manhã desta sexta-feira (15), na região de Valéria, em Salvador. Outros dois agentes, sendo um federal e outro civil, ficaram feridos, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).

O policial Lucas Monteiro Caribe chegou a ser socorrido com os outros dois agentes para o Hospital Geraldo Estado (HGE), na capital baiana, mas chegou à unidade sem vida. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos outros policiais.

Os quatro homens que morreram são suspeitos de fazer parte do grupo criminoso que trocou tiros com os policiais. Dois morreram no momento do tiroteio e os outros horas depois, em uma região de matagal, entre os bairros de Valéria e Rio Sena, durante a fuga.

Desde agosto, a Polícia Federal participa de operações na Bahia como parte de um acordo de cooperação entre o governo estadual e federal para reprimir a criminalidade no estado.

De acordo com a secretaria da segurança da Bahia, um grupo criminoso está escondido em uma região de mata fechada, do bairro periférico da capital baiana.

Valéria fica em um ponto considerado estratégico para o tráfico de drogas e é palco de constantes confrontos entre facções criminosas de atuação local e nacional. Ele fica em uma região que margeia duas rodovias, a BR-324 e a BA-528, conhecida como Estrada do Derba, onde ocorre a operação desta sexta.

Além disso, a localidade está em um dos limites de Salvador, próximo ao município de Simões Filho, e têm uma extensa área de matagal.

A “Operação Frauda” é feita pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Os suspeitos morreram no local da troca de tiros.

A FICCO foi lançada em agosto deste ano, pela SSP-BA e Polícia Federal, com o objetivo de intensificar, em caráter especial, o enfrentamento às organizações e associações criminosas. A integração entre os governos estadual e federal será feita de forma pontual, caso eles entendam que exista a necessidade.

De acordo com o órgão de segurança pública, a ação é contra uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e armas, homicídios e roubos, com atuação no bairro de Valéria.

Equipes das Polícias Federal, Militar e Civil cumprem ordens judiciais na capital baiana, à procura de foragidos, armas, munições e entorpecentes. Cerca de 100 policiais de unidades ordinárias e especializadas das forças federal e estadual participam da operação integrada.

Por causa da ação, um intenso engarrafamento foi formado nas regiões da Estrada do Derba, Estrada Velha de Paripe e na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Suburbana.

Segundo a Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), os ônibus do transporte público da capital baiana tiveram o itinerário desviado. Os veículos que seguem no sentido BR-324 passam a trafegar pela Avenida Suburbana.

Já os que seguem sentido Base Naval, estão retornando para a BR-324 antes do local da operação policial e de lá continuam o itinerário.

Helicópteros do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar realizam varreduras na região de Valéria e do subúrbio ferroviário à procura dos suspeitos. Do alto, os militares avaliam possíveis rotas de fuga e repassam informações para as equipes que estão no chão.

Policial morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribe.

ClickPB

VÍDEO: mini ‘montanha-russa’ tem pane e passageiros precisam descer pelos trilhos do brinquedo, em Patos

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Uma situação ocorrida em um parque de diversões na cidade de Patos, Sertão do estado, viralizou nas redes sociais. Conforme apurou o ClickPB, um dos brinquedos do parque parou de funcionar e os passageiros precisaram sair do local, após a pane. Em vídeos ao qual o ClickPB teve acesso, é possível perceber que se trata de uma espécie de ‘mini montanha russa’.

O fato teria acontecido ontem (14). O parque está na região desde a semana passada, devido a chamada ‘Festa de Setembro’, em homenagem a Nossa Senhora da Conceição.

“E a montanha-russa de Patos, que deu prego, hein?! Enganchou com o povo lá em cima”, diz uma das pessoas ao longo do vídeo, enquanto as pessoas descem do brinquedo quebrado. “Aí ó, montanha-russa, de Patos, deu B.O viu?!”, fala outra pessoa ao longo do conteúdo ao qual o ClickPB teve acesso.

O ClickPB tentou contato com o parque diversões que está instalado na região central de Patos, porém até as 8h24 as ligações não tinham sido atendidas nem as mensagens respondidas. Não havia registro de feridos até o fechamento da matéria. Veja vídeo:

ClickPB

STF julga direitos políticos de Dilma após impeachment

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O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar, a partir da meia-noite desta sexta-feira (15), um conjunto de ações que questionam a manutenção dos direitos políticos da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) depois do impeachment.

A petista continuou elegível mesmo depois da condenação pelo Senado Federal porque as votações foram fatiadas: uma para afastá-la definitivamente da Presidência e outra para decidir se ela perderia ou não seus direitos políticos.

Partidos e políticos acionaram o STF ainda na época do impeachment, concluído em agosto de 2016.

Relatora das ações, a ministra e hoje presidente da Corte, Rosa Weber, negou, em setembro daquele ano, os pedidos para uma decisão liminar (provisória) que deixassem Dilma desde logo inelegível e impedida de ocupar cargo ou função pública.

Agora, os ministros analisarão o mérito das ações. O caso será julgado em sessão do plenário virtual entre os dias 15 e 22 de setembro. No formato, não há debate, e os magistrados apresentam seus votos em um sistema eletrônico.

As ações foram movidas pelo senador Magno Malta (PL-ES), pelo ex-senador Álvaro Dias (Podemos), pelo deputado José Medeiros (PL-MT) e pelos partidos Rede, PSDB, PPS (hoje Cidadania), MDB, PSL e Democratas (os dois últimos fundiram-se para criar o União Brasil).

Hoje, Dilma é presidente do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos Brics.

CNN Brasil

Polícia Civil realiza prisões, apreensões de drogas e materiais no bairro da Estação em Ingá

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A Polícia Civil do estado da Paraíba realizou uma operação policial altamente coordenada no bairro da Estação, na cidade do Ingá, após meses de investigação intensiva. As equipes de investigação tinham como alvo líderes de uma facção criminosa que vinha orquestrando o tráfico de drogas na região. Além disso, a facção era responsável por ameaçar a segurança dos moradores locais, aplicando punições severas, como espancamentos, e até mesmo sendo associada a homicídios na área.

A ação policial, que ocorreu com base em informações obtidas de uma longa investigação, resultou na apreensão significativa de drogas, dinheiro fracionado, balanças de precisão, aparelhos celulares, além de embalagens e utensílios utilizados para o fracionamento e venda das substâncias ilícitas. A operação não apenas interrompeu as atividades da facção, mas também desarticulou parte de sua estrutura de tráfico.

Cinco pessoas suspeitas, todos com histórico de passagens pelo sistema de justiça, foram conduzidas à delegacia local para prestar esclarecimentos sobre suas possíveis conexões com a facção criminosa e as atividades ilícitas. As prisões ocorreram sem incidentes graves.

A operação bem-sucedida foi resultado da colaboração entre denúncias anônimas feitas ao DISQUE 197, um canal de comunicação importante para o combate ao crime, e o trabalho investigativo dedicado da Polícia Civil. A população local desempenhou um papel fundamental ao fornecer informações cruciais, permitindo que as autoridades tomassem medidas eficazes contra a criminalidade.

O Delegado responsável pela operação destacou a importância de investigar e proteger a comunidade contra a atuação de facções criminosas, afirmando que a Polícia Civil está comprometida em garantir a segurança e a tranquilidade dos cidadãos do Ingá e de toda a região.

Essa operação é mais um exemplo do compromisso das autoridades em combater o tráfico de drogas e garantir um ambiente seguro para todos os moradores da cidade. A Polícia Civil continuará sua luta incansável contra o crime, reforçando sua presença e vigilância na área, e garantindo que a justiça seja feita em todos os casos relacionados a atividades criminosas.

Ingá Cidadão

VÍDEO: mini ‘montanha-russa’ tem pane e passageiros precisam descer pelos trilhos do brinquedo, em Patos

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Uma situação ocorrida em um parque de diversões na cidade de Patos, Sertão do estado, viralizou nas redes sociais. Conforme apurou o ClickPB, um dos brinquedos do parque parou de funcionar e os passageiros precisaram sair do local, após a pane. Em vídeos ao qual o ClickPB teve acesso, é possível perceber que se trata de uma espécie de ‘mini montanha russa’.

O fato teria acontecido esta semana. O parque está na região desde a semana passada, devido a chamada ‘Festa de Setembro’, em homenagem a Nossa Senhora da Conceição.

“E a montanha-russa de Patos, que deu prego, hein?! Enganchou com o povo lá em cima”, diz uma das pessoas ao longo do vídeo, enquanto as pessoas descem do brinquedo quebrado. “Aí ó, montanha-russa, de Patos, deu B.O viu?!”, fala outra pessoa ao longo do conteúdo ao qual o ClickPB teve acesso.

O ClickPB tentou contato com o parque diversões que está instalado na região central de Patos, porém até as 8h24 as ligações não tinham sido atendidas nem as mensagens respondidas. Não havia registro de feridos até o fechamento da matéria. Veja vídeo:

ClickPB

João Azevêdo cobra solução para queda no FPE e diz que R$ 500 milhões “não resolve problema”

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Não resolve. Nesse momento está sendo votado na Câmara um destaque que foi apresentado hoje para discutir com o Governo Federal a isonomia nas tratativas com os estados, assim como faz com os municípios”, destacou como acompanhou o ClickPB. (Foto: reprodução)

Após carta dos governadores do Nordeste cobrando a Lula solução para a queda do FPE. O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), disse, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta quinta-feira (14), que a antecipação de R$ 500 milhões feita pelo Governo Federal não resolve a situação de crise nos municípios.

“Não resolve. Nesse momento está sendo votado na Câmara um destaque que foi apresentado hoje para discutir com o Governo Federal a isonomia nas tratativas com os estados, assim como faz com os municípios”, destacou como acompanhou o ClickPB.

Como noticiou o ClickPB, a Paraíba teve uma perda financeira em 2022, no valor de R$ 580 milhões. O que provocou um grave problema financeiros nos cofres públicos. O Consórcio do Nordeste formado por nove estados, emitiu uma nota informado perdas de receita na ordem de R$ 700 milhões em apenas dois meses com a queda do FPE. Diante da crise, os membros do Consórcio Nordeste cobram uma resposta da União para equilibrarem as contas nos estados e municípios.

 

TRE-PB cassa mandato do prefeito e do vice de Massaranduba e determina novas eleições no município

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Paulo Fracinette, prefeito de Massaranduba (Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu, nesta quinta-feira (14),  manter decisão de primeira instância e cassar os mandatos do prefeito e do vice-prefeito de Massaranduba, respectivamente Paulo Fracinette e Tiago Itamar, julgados por captação ilícita de votos, com a promessa de pagamento de dinheiro em troca de votos, nas eleições de 2020. A decisão também determinou realização de novas eleições em Massaranduba.

Como visto pelo ClickPB, em maio de 2022, o prefeito e o vice foram condenados em primeira instância, pelo juízo da 16ª Zona Eleitoral, em Campina Grande, a cassação dos mandatos, multas de R$ 10 mil cada um e inelegibilidade de oito anos.

O ClickPB verificou que a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o prefeito e o vice foi feita pelo então candidato João Costa (PL). Nela, foi relatado que 14 pessoas teriam transferido o domicílio eleitoral para Massaranduba em troca de favores para votar em Paulo Fracinette.

Em recurso ao TRE-PB, a defesa de Paulo Fracinette e Tiago Itamar questionou a decisão de primeira instância e relacionou contradições nas provas que substanciam a condenação.

No julgamento do recurso, a relatora do caso, a desembargadora Agamenildes Dias, afirmou que ficou comprovada a captação ilícita de votos e manteve, em parte a decisão da primeira instância, mantendo a cassação dos diplomas e as multas, mas afastando a punição por inelegibilidade. A desembargadora determinou, também, a realização de novas eleições em Massaranduba.

O voto da relatora foi acompanhado pelos juízes Bruno Teixeira, Francilucy Rejane, Fábio Leandro, Roberto D’Horn, Maria Cristina Paiva Santiago e a desembargadora Maria de Fátima Bezerra Maranhão.

O Tribunal divulgará posteriormente quando será realizada a nova eleição. Até lá, a Prefeitura será comandada, de forma provisória, pelo presidente da Câmara Municipal.

Click PB

Ingá realiza a 1ª Conferência Regional dos Direitos da Pessoa com Deficiência nesta sexta (15), a partir das 8 h, no Abel da Silva

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Polo de Ingá reúne 6 municípios do Agreste Paraibano

Será realizada nesta sexta-feira (15) a 1ª Conferência Regional da Pessoa com Deficiência Física no município de Ingá, PB, na Escola Abel da Silva, no horário de 8:00 às 18:00 h.

Equipe pronta e treinada com vistas às eleições para o Conselho Tutelar

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Presidentes e mesários receberam treinamento para as eleições unificadas do Conselho Tutelar de Ingá, marcadas para 1 de outubro de 2023.

A capacitação foi conduzida pela servidora do Cartório Eleitoral da Comarca de Ingá, Ana Karine, na manhã de quinta-feira, 14 de setembro, no auditório do Tribunal do Júri do Fórum de Ingá. O evento contou com a presença do CMDCA e outros órgãos envolvidos, sob a liderança da Presidente da Comissão Eleitoral, Ivamara Ramos Barbosa Medeiros Pereira.

O voto é facultativo, porém a participação da comunidade é de grande importância. Participe, vote!

STF conclui julgamento e condena primeiro réu por envolvimento nos atos de 8 de janeiro a 17 anos de prisão

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O Supremo Tribunal Federal (STF)  condenou nesta quinta-feira (14)  Aécio Lúcio Costa Pereira, o primeiro réu acusado pelos atos extremistas de 8 de janeiro, a 17 anos de prisão. Ele deverá cumprir a pena em regime inicial fechado – 15 anos e seis meses de reclusão e um ano e seis meses de detenção.

O advogado de Aécio alegou que a Corte não tem competência para o julgamento – segundo ele, o caso deveria ser analisado pela primeira instância da Justiça. Além disso, ele afirmou que o cliente está preso sem contato com a família, que não pode visitá-lo porque não foi vacinada contra a Covid-19.

Estão em pauta outras ações penais, que devem ser julgadas no período da tarde: Thiago de Assis Mathar, Moacir José dos Santos e Matheus Lima de Carvalho Lázaro. Todos respondem pela prática de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, com emprego de substância inflamável, contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima, além de deterioração de patrimônio tombado.

Na quarta-feira (13), o relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, votou para condenar Aécio Lucio Costa Pereira a 17 anos de prisão. O ministro também decidiu que Aécio deve pagar 100 dias-multa, cada um no valor de um terço do salário mínimo vigente, totalizando R$ 44 mil, além de R$ 30 milhões de maneira solidária – ou seja, junto com outros eventuais condenados. Os demais ministros agora começam a votar.

O ministro Edson Fachin acompanhou o relator, ministro Alexandre de Moraes, para condenar o réu por todas as imputações da denúncia. Os ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux e as ministras Cármen Lúcia e Rosa Weber também se juntaram ao mesmo entendimento.

O ministro Nunes Marques votou pela condenação de Aécio à pena de dois anos e seis meses de reclusão, quanto aos crimes de deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado pela violência e grave ameaça.

Nesta quinta-feira (14), Cristiano Zanin, propôs uma pena de 15 anos de prisão, sendo 13 anos e seis meses de prisão em regime fechado e o restante em regime aberto, além do pagamento de 45 dias-multa.

Já o ministro André Mendonça votou para absolver do crime de golpe de Estado, e por condená-lo pelos crimes de abolição do Estado Democrático de Direito, associação criminosa, dano qualificado e deterioração do patrimônio e propôs pena de 7 anos e 11 meses de prisão, além de 50 dias-multa.

Luís Roberto Barroso propôs pena de 10 anos de reclusão e um ano e seis meses de detenção, com a mesma quantidade de dias-multa proposta por Moraes. No período da tarde, os ministros vão analisar outras ações penais.

ClickPB