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Aguinaldo Ribeiro alega que Reforma Tributária vai reestruturar a economia e não pode ser alvo de polarização política

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O relator da Reforma Tributária, deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que o texto vai reestruturar a economia brasileira e não pode ser alvo de polarização política. “Estamos querendo tão somente construir um país. Não é um país que olha para a direita, não é um país que olha para a esquerda, mas é um país que olha para frente, que pretende deixar de ser o país do futuro para ser o país do presente”, afirmou.

A Reforma Tributária, segundo ele, vai iniciar um processo de desenvolvimento econômico ao dar segurança jurídica ao setor produtivo. “O que nós queremos de verdade é um país mais justo, um Brasil mais rico e que possa distribuir riqueza. Um país que desonere a produção, que traga competitividade e que gere emprego”, afirmou.

Aguinaldo Ribeiro disse que a negociação da proposta consagrou a “arte do diálogo”, pois teve a participação de diversos parlamentares. “Se não fizemos a melhor reforma, estamos fazendo o melhor que pudemos fazer na noite de hoje”, declarou.

Para ele, a votação da proposta é “um marco histórico do período democrático brasileiro”.

Unificação

O texto em análise pelo Plenário propõe a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) para substituir o ICMS e o ISS; e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para substituir o PIS, o PIS-Importação, a Cofins e a Cofins-Importação.

Caberá ao Conselho Federativo a gestão do Imposto sobre Bens e Serviços. O texto também cria fundos para compensar as perdas de entes federativos, para o desenvolvimento regional e para o combate à pobreza.

A PEC também determina que a cesta básica terá imposto zero. E autoriza a devolução de impostos por meio de cashback.

ClickPB

Preso em Campina Grande, Bueno Aires troca de escritório de defesa nos processos de calote da Fiji Solutions

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O empresário Bueno Aires, preso na Penitenciária Padrão Regional de Campina Grande por armazenar conteúdo de pornografia infantil, mudou de escritório de defesa. A confirmação foi feita nesta quinta-feira (6) pelos antigos advogados de Bueno, que o defendiam nos processos sobre o calote de R$ 600 milhões praticados pela Fiji Solutions contra os investidores da empresa.

Em nota enviada ao programa Arapuan Verdade, da Arapuan FM, o escritório JL Fernandes Advogados Associados falou que deixou a defesa de Bueno nessa quarta (5), mas não revelou os motivos.

“O escritório JL Fernandes Advogados Associados informa que, desde o dia 5/7/2023, não mais representa o senhor Bueno Aires José Soares Souza nos processos/investigações em curso na Justiça Estadual e Justiça Federal, relativos ao caso Fiji”, diz a nota verificada pelo ClickPB.

Prisão no Rio

Bueno Aires foi preso no dia 14 de junho, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, em uma ação conjunta das policiais carioca e paraibana. Os policiais encontraram no celular dele imagens envolvendo sexo com crianças.

A investigação vai analisar se as imagens foram retiradas da internet ou se Bueno participou de algum dos abusos.

Bueno Aires permaneceu preso no Rio de Janeiro até o dia 29 de junho, quando foi transferido para a Paraíba. Ele chegou em um voo no Aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, na Grande João Pessoa, e foi levado por policiais federais para Campina Grande, onde permanece preso na Penitenciária Padrão Regional.

ClickPB

Câmara Federal retoma discussão da Reforma Tributária; votação está marcada para as 18 horas

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O Plenário da Câmara dos Deputados retomou há pouco a discussão da proposta de reforma tributária (PEC 45/19). O parecer ao texto foi lido nesta quarta-feira (5) pelo relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A partir das 18 horas, deverá começar a votação em primeiro turno.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), informou que o texto lido ontem ainda é preliminar e que o relator apresentará outra versão, incorporando acordos firmados com governadores e entidades que participaram das discussões.

A sessão está sendo presidida pelo deputado Gilberto Nascimento (PSD-SP). Ele informou que há uma lista de deputados inscritos para falar.

ClickPB

Equipe de mergulho dos Bombeiros inicia buscas por Sophia em açude; menina usava trilha para ir à casa de amigos

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Uma equipe de mergulho do Corpo de Bombeiros iniciou, nesta quinta-feira (6), buscas pela menina Sophia Gomes dos Santos, de 8 anos, em um açude que fica próximo a casa onde ela mora. Conforme acompanhou o ClickPB, o reservatório tem mais de 20 metros de profundidade.

 

A criança desapareceu na última terça-feira (4) após sair da casa de uma amiga no Distrito de Roma, em Bananeiras, no Brejo.

 

O delegado da seccional da Polícia Civil, em Solânea, Diogénes Chaves, informou que mais de 40 policiais estão envolvidos nas buscas, além de agentes da Guarda Civil de Bananeiras. Também são usados drones e cães farejadores.

 

“Estamos em um esforço concentrado na tentativa de encontrar Sophia. Não descartamos nenhuma hipótese, por isso iniciamos as buscas no açude”, relatou em entrevista à TV Arapuan.

Diógenes Chaves explicou que o açude onde as buscas acontecem fica muito perto da casa da criança. No local, há uma trilha que ela geralmente atravessa para ir até a residência das amigas para brincar.

 

“A última vez que ela foi vista foi na rua na parte da zona urbana, mas esse açude é muito perto, praticamente nos fundos da casa dela, por isso estamos buscando aqui também”, falou.

 

O delegado informou que várias pessoas já foram ouvidas, mas que ainda não há uma linha de investigação fechada.

Informações

 

Quem tiver alguma informação sobre Sophia Gomes dos Santos deve ligar para o Disque Denúncia da Polícia Civil pelo número 197, ou para o Núcleo de Cidadania de Adolescentes (Nuca), no número 99110-6577.

ClickPB

Ingá é o 1º município do Vale do Paraíba a implantar a tecnologia microkids na rede municipal de educação

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A 1º formação com os profissionais da educação ocorreu na última quarta-feira (05).

Dramaturgo Zé Celso Martinez morre aos 86 anos

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O diretor, escritor, ator e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa morreu aos 86 anos nesta quinta-feira (6), em São Paulo. Ele estava internado no Hospital das Clínicas, na capital paulista, após um incêndio atingir o apartamento onde morava, no bairro do Paraíso, na madrugada de terça (4).

Um dos mais importantes expoentes do teatro brasileiro, Zé Celso criou o Teatro Oficina e dirigiu peças relevantes como “O Rei da Vela”, de Oswald de Andrade, e “Roda Viva”, de Chico Buarque.

Outros três moradores do apartamento também tiveram de ficar em observação no hospital devido à inalação de fumaça, entre eles o marido de Zé Celso, Marcelo Drummond.

O cachorro Nagô também foi levado a uma clínica veterinária para observação.

Quem é Zé Celso

José Celso Martinez Corrêa nasceu em Araraquara, no interior do estado de São Paulo, em 30 de março de 1937.

Se mudou para a capital paulista e estudou Direito na Universidade de São Paulo (USP) entre 1955 e 1960.

Lá, integrou o grupo de teatro da faculdade, onde conheceu outros artistas com quem fundou, em 1958, o Grupo Oficina.

Entre algumas peças dos primeiros anos do grupo estão “Vento forte para papagaio subir” (1958), “A incubadeira” (1959) e “Os pequenos burgueses”, de Máximo Górki.

Em 1966, porém, um incêndio atingiu o Teatro Oficina, que precisou ser reformado.

Após a reconstrução, em 1967, Zé Celso fez a montagem de uma peça que o consagrou como um dos grandes nomes do Tropicalismo brasileiro na dramaturgia: “O Rei da vela”, escrita por Oswald de Andrade.

Em 1968, dirigiu outra de suas mais famosas peças: “Roda Viva”, com texto de Chico Buarque.

Com fama e relevância crescente, o dramaturgo precisou se exilar em 1974, durante a Ditadura Militar.

Zé Celso foi para Portugal, onde fez dois documentários: “O parto”, sobre a Revolução dos Cravos, e “Vinte e cinco”, sobre a independência de Moçambique.

Apenas em 1978 ele retornou para São Paulo, começando um movimento para manter aberto o Teatro Oficina.

Rebatizado como Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, o local foi tombado em 1982 e reinaugurado em 1983.

O novo espaço precisou de mais 10 anos para ser concluído, tendo projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi.

Icônico pela distribuição interna, o Teatro Oficina possui um largo corredor e “andaimes”, nos quais os artistas muitas vezes se equilibram durantes peças. Em alguns projetos, a arte deixa o teatro e invade a rua próxima.

As peças “O Rei da vela” e “Roda Viva” foram adaptadas e reapresentadas em 2017 e 2019, respectivamente.

Em 1987, o único irmão de Zé Celso, Luís Antônio Martinez Corrêa, foi assassinado. Ele também era diretor e ator, estando em ascensão quando faleceu.

Casamento com Marcelo Drummond

é Celso e Marcelo Drummond estão juntos desde 1987, mas oficializaram a união somente no início do mês passado, 36 anos depois.

A cerimônia aconteceu no Teatro Oficina, na presença dos membros da companhia e outros convidados.

Entre os presentes estavam as cantora Daniela Mercury e Marina Lima, que se apresentaram na cerimônia, o maestro João Carlos Martins, o deputado estadual Eduardo Suplicy, o ator Alexandre Borges, a atriz Bárbara Paz e outros.

“Rito histórico que celebrou a união mais que fértil deste casal babadeiro do Teatro Brasileiro! Gentes de todas as gerações que passaram pelo Oficina desde o início estavam lá! E que continuem gerando muitos frutos que gerem ainda mais frutos! Os filhos dos filhos dos filhos dos filhos dos nossos filhos verão!”, escreveu um registro no perfil oficial do Teatro.

O Teatro Oficina

A companhia teatral liderada por Zé Celso é uma das principais e mais longevas da história do país. A sede homônima é tombada como patrimônio histórico nas esferas municipal, estadual e federal.

O Teatro Oficina foi formado em 1958 por um grupo de estudantes da Faculdade de Direito da USP, do Largo São Francisco. Entre eles, além de Zé Celso, Amir Haddad, Renato Borghi, Fauzi Arap, Ítala Nandy, Etty Fraser e outros.

Em 1961, a companhia se estabeleceu na tradicional sede, até então do Teatro Novos Comediantes, na rua Jaceguai, na região do Bixiga, em São Paulo.

Como relembra o portal “Memórias da Ditadura” (projeto realizado pelo Instituto Vladimir Herzog), na primeira fase da ditadura, o Oficina “fez montagens políticas, procurando tirar o público de sua posição de conforto. Os espetáculos cobravam uma participação ativa da plateia, chegando a provocar incômodos”.

O teatro fechou temporariamente, em 1966, após ser completamente destruído internamente por um incêndio. Zé Celso e o teatro sempre denunciaram a autoria do episódio a grupos paramilitares, que ameaçavam o setor cultural da época.

O incêndio foi a ignição que impulsionou a reabertura do Oficina, reconstruído, em 1967, com a montagem da peça “O Rei da Vela”, de Oswald de Andrade, que virou marco transgressor da época e lançou a companhia ao tropicalismo.

No ano seguinte, uma das principais montagens da história do Oficina é feita: a primeira obra para teatro de Chico Buarque, “Roda Viva”.

“O grupo traz [em “Roda Viva”] uma encenação carregada de crítica social e possibilidades de subverter as práticas do palco e enfrentar as instituições políticas repressivas da época”, pontua a enciclopédia do Itaú Cultural.

Zé Celso foi detido em 1974 e se exilou em Portugal, retornando ao Brasil em 1979. Nesse período, o grupo ficou inativo.

Ao longo da década de 1980, nos últimos anos do regime militar, o Oficina focou na realização de oficinas, leituras e eventos de pequeno porte e pesquisas para novos rumos do grupo, se afastando das grandes montagens anteriores ao exílio de Zé.

Também nessa época, a sede e companhia passa a se chamar Teatro Oficina Uzyna Uzona e é iniciado o projeto de reforma arquitetônica pelos arquitetos Lina Bo Bardi e Edson Elito, que se mantém até os dias de hoje.

O projeto de Bo Bardi e Elito foi considerado por críticos de arquitetura do jornal The Guardian, em 2015, o melhor teatro do mundo: “Um espaço longo e estreito, semelhante a uma rua, na carcaça queimada de um antigo teatro, vigiado por uma parede de galerias construídas com andaimes.”

A partir de então, o grupo se dedicou muito à adaptação de textos originais adaptados à realidade política e social de momento do país, “em benefício da incorporação de material autobiográfico, dos integrantes ou do próprio Oficina” – um movimento de “antropofagia orgiástica” ou “tragicomédiaorgya”, como define Zé Celso.

Em 2017, o grupo remontou “O Rei da Vela”, trazendo o fundador do Oficina Renato Borghi de volta ao papel do protagonista Aberlado I. Em 2019, Roda Viva também foi remontada em uma temporada de ingressos esgotados.

CNN Brasil

“O desespero só aumenta com o passar das horas”, desabafa prima da menina desaparecida em Bananeiras

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Quase 48 horas depois do desaparecimento de Sophia Gomes dos Santos, no Distrito de Roma, em Bananeiras, a família vê a angústia aumentar pela falta de notícias da criança de 8 anos. O ClickPB conversou com a prima da menina, Ana Maria. Ela revelou que parentes e amigos estão todos reunidos na casa da família de Sophia e alguns tentam até ajudar ns buscas, mas até agora não há novas informações.

“O desespero só aumenta. A angústia com essa demora, só aumenta. Já são quase 48 horas que ela está desaparecida, mas até agora não tem nenhuma novidade. Ninguém descansou até agora. Estamos todos no mesmo local tentando ajudar, mas estamos de mãos atadas”, narrou Ana Maria.

Ela disse ao Roma é um local tranquilo localizado no interior da Paraíba, onde as crianças ainda têm a liberdade de andar e brincar nas ruas sozinhas, pois as casas dos conhecidos são muito próximas umas das outras. Mas, na terça-feira (4) foi diferente, Sophia não voltou para casa.

“Ela sempre ia para a casa das amiguinhas e sempre voltou. Agora, as horas vão passando e nada, nenhuma informação nova. É muito angustiante”, falou.

Sophia desapareceu no retorno para casa por volta das 15h30 após deixar a casa de uma amiguinha.

As polícias Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros, estão fazendo buscas pela menina.

ClickPB

Deputado Damião garante recursos para reforma do Mercado Público de Ingá

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Durante a estadia em Brasília o prefeito Robério Burity, em companhia da secretária Virgínia Leite, agradeceu ao deputado federal Damião Feliciano pelo atendimento da reivindicação e destinação de recursos no montante de 500 mil reais para realização de obras de reforma e melhoramentos no Mercado Público de Ingá.
O deputado federal Dr. Damião confirma seu compromisso em atender às demandas e trabalhar pelo crescimento do município de Ingá, em retribuição ao reconhecimento dos eleitores na última eleição.
Inga Cidadão

Vereador Augusto Policial e gerência da CAGEPA buscam plano de segurança para evitar furtos e garantir abastecimento de água em cidades abastecidas pela Barragem de Acauã

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O vereador Augusto Policial tem se empenhado em buscar soluções para um problema recorrente que afeta a população das cidades abastecidas pela barragem de Acauã: o constante furto de materiais, como cabos e fiação, que paralisam o abastecimento de água e prejudicam a vida dos moradores.

Prefeito Robério anuncia adesão de liderança da zona rural como pré-candidato a vereador, Antônio Paulino

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Ao lado da secretária Virgínia Leite e do deputado federal, Dr. Damião, o prefeito Robério Burity anunciou a adesão do líder comunitário Antônio Paulino, que tem atuação em Cachoeira dos Barbosas, Caiçara, Goiti e demais localidades daquela zona rural, lado norte do município de Ingá. Agora se junta ao grupo político da situação.