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Flamengo enfrenta Fortaleza de olho na vice-liderança do Brasileirão

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Três dias após garantir a classificação às oitavas de final da Copa Libertadores, o Flamengo volta ao Maracanã na noite deste sábado (1º) para encarar o Fortaleza pela 13ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Terceiro colocado, com 22 pontos, o Rubro-Negro carioca quer garantir mais três para subir à vice-liderança.  Do outro lado do campo estará o Leão do Pici (8º), com 20 pontos, que também busca a vitória para se aproximar do G6 da tabela.

À beira do campo, comandando as equipes, estarão dois técnicos argentinos: Jorge Sampaoli, pelo Flamengo, e Juan Pablo Vojvoda, pelo Fortaleza. O duelo no Rio de Janeiro, a partir das 18h30 (horário de Brasília), terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional, com a narração de Felipe Rangel, comentários de Waldir Luiz, reportagem de Mauricio Costa e plantão de notícias com Wagner Gomes.

Na última quarta (28), o Rubro-Negro carioca deixou o gramado do Maracanã aplaudido, após aplicar 4 a 0 no Aucas (Equador), diante de quase 63 mil torcedores, resultado que garantiu a classificação do time carioca às oitavas de final da Copa Libertadores. Um dos destaques foi o atacante Bruno Henrique, que balançou a rede uma vez na primeira partida em que começou como titular, desde que voltou a jogar, após dez meses afastado devido a uma lesão no joelho direito.

“O retorno [de Bruno Henrique] é importante, pois ele é uma referência no elenco e porque tem grande capacidade para criar oportunidades de gol. Aguardamos esse retorno e, devagar, ele está acontecendo. Estamos torcendo para ele alcançar a sua melhor versão”, disse o técnico argentino Jorge Sampaoli durante coletiva.

No Brasileirão, o Mais Querido subiu para a terceira posição na última rodada, ao derrotar o Santos por 3 a 2 fora de casa. Esta noite, no Maracanã, o time contará mais uma vez com casa cheia: a torcida esgotou os 60 mil no final da tarde de sexta (30).

ClickPB

Senador Veneziano e prefeito Ari prestigiam o São Pedro de Serra Redonda

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O senador Veneziano Vital do Rego prestigiou a festa do tradicional São Pedro de Itatuba na noite desta quarta-feira (29), acompanhado de sua esposa Ana Claudia, e foi recebido pelo prefeito Chicão, vice João Novo, e cumprimentado por vereadores, lideranças e populares.

Chicão Bernardo contou também com a presença do colega prefeito Ari e comitiva que participaram da festa junto com o povão que lotou a praça 30 de Dezembro.

As autoridades visitaram os camarins dos artistas antes dos shows, como Bonde do Brasil (foto em destaque)

Itatuba hoje tem Matheus Pressão, Fabrício Rodrigues e Japaozin

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Expectativa de casa cheia hoje em Itatuba para a segunda noite de São Pedro 2023, tendo como atração principal o sucesso do momento, principalmente entre o público jovem, o cantor Japaozin da Cachoeira de Campina Grande. A noite ainda tem a prata da casa Matheus Pressoa e o arrocha envolvente de Fabrício Rodrigues.
A cidade tá pronta, preparada e querendo.
Simbora para mais uma noite de festa, que amanhã tem mais com Eliane – a Rainha do Forró, Capilé e Janicio.

 

Mesmo sob chuva, São Pedro de Itatuba e Serra lotam as praças

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Serra Redonda que já vinha animada durante toda semana do São João com o Forró do Padi, emendou com o sucesso da realização São Pedro na praça central com boas atrações. Mesmo com chuvas, foram dois dias de grande público.
O São Pedro em Serra Redonda foi encerrado na noite desta quinta-feira (29) com shows de Nicacia Brasil, Bonde do Brasil e Fabrício Rodrigues.
Já em Itatuba foi realizada nesta mesma noite a abertura do São Pedro 2023, que terá três noites de shows em praça pública e apresentações culturais na praça de eventos.
E da mesma forma, sob chuva, grande público que lotou a área coberta, bem como se espalhou por toda a praça nas barracas e tendas.
Itatuba leva vantagem neste período chuvoso sobre as demais cidades por ter uma área coberta e palco já prontos. A festa continua hoje com Matheus Pressão, Fabrício Rodrigues Japaozinho. E Amanhã tem Janicio, Capilé e Eliane.

Velho conhecido do futebol nordestino, ex-meia Da Silva é morto a tiros, aos 38 anos

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O ex-jogador de futebol Da Silva, conhecido meia-atacante do futebol nordestino no início deste século, foi assassinado a tiros em Petrolina, Sertão de Pernambuco, na noite de quinta-feira (29). O ex-jogador estava em um bar da Zona Rural da cidade, quando uma pessoa chegou em uma moto e efetuou os disparos. Após o crime, o suspeito fugiu. Da Silva tinha 38 anos.

Da Silva foi revelado nas categorias de base do Sport, mas viveu grandes momentos no futebol paraibano, com as camisas de Campinense e Treze, e também no futebol sergipano, com a camisa do Confiança.

Manoel Soares é demitido da TV Globo

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A Globo anunciou nesta sexta-feira (30) que o apresentador Manoel Soares deixou a emissora.

Leia a seguir a íntegra do comunicado:

Mudanças no Encontro e no Papo de Segunda

O apresentador Manoel Soares, dos programas ‘Encontro com Patrícia Poeta’ da TV Globo e do ‘Papo de Segunda’ do GNT, deixou a Globo nesta sexta-feira. Como a apresentadora Patrícia Poeta entra de férias na segunda-feira, até a sua volta o programa das manhãs da TV Globo será comandado por Tati Machado e Valeria Almeida, que já fazem parte do time da atração. No dia 17 de julho, Patrícia Poeta retomará a apresentação do ‘Encontro’, que, depois de um ano no ar com o formato atual, trará novidades. Já o programa ‘Papo de Segunda’ do GNT passará a ser liderado, a partir da semana que vem, por João Vicente de Castro.

ClickPB

Polícia prende, pela quarta vez, acusado de comandar facção e cometer dois homicídios no Sertão Paraibano

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A polícia Civil prendeu, pela quarta vez, um homem acusado de comandar uma facção criminoso e envolvimento em dois homicídios em São Bento. A prisão ocorreu na manhã desta sexta-feira (30), em Cabedelo.

Conforme apurou o ClickPB, o homem identificado como “Jefferson de Boró” é suspeito de liderar organização criminosa e participação em dois homicídios, onde Sandiego Araújo dos Santos, de 27 anos e Josembergue Silva de 24 anos foram assassinados a tiros, em janeiro deste ano.

Homens são encontrados mortos dentro de carro no centro de São Bento

O acusado já tinha sido preso anteriormente, mas acabou sendo liberado pela justiça após pagamento de fiança. Como noticiou o ClickPB, durante as prisões foi apreendido um arsenal de armas com o “Jefferson de Boró”, entre fuzis, pistolas e grande quantidade de munições.

ClickPB

Petrobras anuncia redução de gasolina em 5,3% nas refinarias a partir de sábado

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O preço médio da gasolina nas refinarias e do gás de cozinha (GLP) vai reduzir para as distribuidores a partir deste sábado, 1º de julho. O anúncio foi feito pela Petrobras nesta sexta-feira (30).

A redução no litro do combustível é de 5,3%, ou 0,14 centavos, passando de 2,65 reais  para 2,52 reais. Já o gás de cozinha será reduzido em 0,10 centavos por quilo, passando para 31,66 reais por botijão de 13kg.

A redução do preço na gasolina ocorre um dia após a retomada total da cobrança dos impostos federais sobre gasolina e etanol, que pressionou em 0,34 centavos o preço na bomba. A volta da cobrança aconteceu porque a MP que reduzia esses impostos caducou.

Segundo a estatal, a queda nos preços tem como objeto “a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado  necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com equilíbrio com os mercados nacional e internacional”.  Esse é o terceiro reajuste para baixo feito pela petroleira desde maio, quando anunciou o fim da política de paridade no preço dos combustíveis.

ClickPB

Veja traz reportagem com documento sigiloso em que vice-procuradora-geral Lindôra Araújo dispara contra Alexandre Moraes e Polícia Federal

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A Revista Veja trouxe na capa dessa semana a rota de colisão entre o ministro do Supremo do Tribunal Federal (STF), Alexandre Moraes, e a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo. Em documentos sigilosos, a procuradoria-Geral da República insinua que Alexandre de Moraes autorizou procedimentos ilegais, decretou prisões sem fundamento e tentou promover o que na Justiça se chama de “pesca probatória”, uma diligência autorizada sem um fato que a justifique, tendo como objetivo real colher alguma prova aleatória de um crime.

Veja a reportagem na íntegra:

Responsável por inquéritos que envolvem deputados, senadores e até o ex-presidente Jair Bolsonaro com a disseminação de notícias falsas e prática de atos antidemocráticos, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), há quatro anos vem colecionando uma legião de admiradores e desafetos. Para o primeiro grupo, o dos admiradores, a atuação do magistrado evitou um retrocesso político de consequências imprevisíveis, especialmente depois do dia 8 de janeiro, quando criminosos invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

Para os críticos, as decisões do ministro têm atropelado sistematicamente garantias constitucionais em nome de um suposto esforço em preservá-las. Um documento sigiloso a que VEJA teve acesso mostra que esse embate deve ganhar um capítulo explosivo nas próximas semanas.

Nele, a Procuradoria-Geral da República insinua que Alexandre de Moraes autorizou procedimentos ilegais, decretou prisões sem fundamento e tentou promover o que na Justiça se chama de “pesca probatória”, uma diligência autorizada sem um fato que a justifique, tendo como objetivo real colher alguma prova aleatória de um crime. Como se sabe, a Polícia Federal prendeu no início de maio o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação, determinada por Alexandre de Moraes, ocorreu no bojo de uma investigação que apurava a participação do militar num caso de falsificação de cartões de vacinação. Na ocasião, também por determinação do ministro, foram apreendidos os telefones dele e da esposa.

Nos aparelhos, foram encontrados documentos que delineavam o planejamento de um golpe de Estado e mensagens de texto com pregações golpistas. Para a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, que assina o documento, essa sequência de eventos foi uma típica “pescaria” por parte do ministro.
Segundo a procuradora, não havia nenhuma justificativa plausível para a prisão preventiva do ex-ajudante de ordens e de outros dois ex-auxiliares de Jair Bolsonaro também envolvidos no caso das carteiras de vacinação, Max Moura e Sérgio Cordeiro.

“Os elementos apontados são por demais incipientes a recomendar quaisquer diligências ou medidas em face dos investigados, sob pena de se validar a pesca probatória, à semelhança de outras investigações em curso no âmbito do Supremo Tribunal Federal”, escreveu Lindôra. Revelada por VEJA há duas semanas, a perícia nos celulares encontrou, entre vários documentos, o roteiro para um golpe de Estado que previa a anulação das eleições, a nomeação de um interventor militar, a deposição de ministros do STF e a convocação de um novo pleito caso Jair Bolsonaro fosse derrotado. Braço direito do ex-presidente durante os quatro anos de governo, Cid está preso preventivamente há dois meses.

Proativo e firme em suas decisões, Alexandre de Moraes tem sido alvo de críticas por tocar inquéritos que miram personagens ligados ao bolsonarismo. Convencido de que havia um movimento orquestrado de deslegitimação da Justiça, o Supremo abriu, em 2019, uma investigação para apurar a disseminação de fake news e ofensas à honra dos ministros. Com o passar do tempo, foram instaurados novos inquéritos que tinham algum tipo de afinidade com a ação original — milícias digitais, atos antidemocráticos e o quebra-quebra de 8 de janeiro —, que também ficaram sob a relatoria de Moraes. Na ofensiva contra o ministro do Supremo, Lindôra insinua que Alexandre inflou o caso de Mauro Cid com episódios estranhos ao processo, como uma reportagem que mostra que o ex-ajudante de ordens pagava despesas pessoais da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o que não teria nada a ver com a falsificação dos cartões de vacinação. O objetivo, segundo ela, seria ampliar o raio de suspeição sobre o antigo auxiliar de Bolsonaro e “criar um link com a prática de delitos financeiros, envolvendo o círculo social de parentes do ex-chefe do Poder Executivo”.

Numa defesa absolutamente atípica de um acusado, algo raro por parte do Ministério Público, Lindôra Araújo também aponta deslizes procedimentais que, em sua avaliação, sugerem precipitação de Moraes em imputar responsabilidades golpistas a personagens ligados a Bolsonaro. Ela reclama de o ministro ter autorizado a análise do e-mail pessoal de Mauro Cid sem um pedido formal da Polícia Federal, enumera a falta de formalização de atos processuais e questiona a forma como os investigadores teriam concluído que um golpe de Estado havia sido cogitado nos estertores do governo passado. Em duras palavras, a procuradora desqualifica completamente o relatório produzido pela Polícia Federal. “Trata-se de redação de cunho crítico que até poderia ser encontrada em mesas de cursinhos preparatórios para o vestibular”, provoca ela, referindo-se aos rascunhos encontrados no telefone de Cid.

No documento dirigido ao ministro Alexandre de Moraes, a procuradora ressalta ainda que, ao decretar a prisão do ex-ajudante de ordens e de dois ex-as­sessores de confiança de Bolsonaro, o ministro flerta com a “prisão para averiguação”, uma prática proibida amplamente utilizada no regime militar em que alvos eram detidos aleatoriamente em locais públicos e encaminhados para uma unidade policial. Lindôra também critica as conclusões tiradas a partir das mensagens encontradas no celular do coronel. Afirma que elas se resumem a “mero diálogo entre pessoas comuns, desprovidas de conhecimento jurídico ou político suficiente para arquitetar um golpe de Estado”. Os documentos e as mensagens são considerados pelos investigadores como as evidências mais contundentes até agora sobre a suspeita que paira em relação ao envolvimento do ex-presidente no plano golpista.

Numa visão diametralmente oposta à gravidade dos fatos, a procuradora considera que os diálogos estão longe de representar a ameaça vislumbrada por Alexandre de Moraes e não passariam de “uma simples troca de informações apenas e tão somente entre os interlocutores, sem contato com qualquer pessoa com condições de executar” um atentado à democracia.

“São posturas especulativas que poderiam ser encontradas nos dispositivos móveis de grande parte da população brasileira, sob o contexto de intensa polarização do debate político à época das eleições de 2022”, diz ela sobre as conversas recuperadas, que incluem apelos do coronel Jean Lawand Junior por uma ordem do presidente da República para a deflagração da intervenção golpista. Lotado em uma subchefia do Esta­do-Maior do Exército, Lawand prestou depoimento na CPI do 8 de Janeiro na última terça-feira e explicou que as mensagens que encaminhou a Mauro Cid, então ajudante de ordens da Presidência da República, nada mais eram que resultado do medo de “convulsão social” após a derrota de Bolsonaro. A explicação, por óbvio, não convenceu ninguém.

De perfil conservador, Lindôra Araújo era (até aqui pelo menos) braço direito do procurador-geral Augusto Aras. Nos últimos anos, partiram de sua mesa várias decisões favoráveis a Jair Bolsonaro, a aliados e ao governo. Recentemente, a procuradora isentou o ex-presidente de participação na fraude dos cartões de vacinação, quando a polícia descobriu que Cid havia falsificado o certificado de vacina do chefe contra a Covid-19.

Designada para atuar no caso do ex-ajudante de ordens, ela já havia sido contra a etapa mais decisiva da investigação — a determinação expressa do ministro para prender o tenente-coronel, medida que, na avaliação dela, foi um exagero. Na peça endereçada a Moraes, ela pede, mais uma vez, a liberação de Mauro Cid e dos outros dois assessores, argumentando que a prisão preventiva não se sustenta, considerando-se que “não há nos autos indícios concretos de que voltarão a delinquir”, criticou.

Nenhuma das considerações de Lindôra Araújo precisa ser acatada por Alexandre de Moraes — e provavelmente não serão. Mesmo no entorno do militar, os pedidos inseridos no mais duro libelo contra a atuação do ministro são considerados otimistas demais. E existe uma razão evidente para isso. Sob os olhos de Moraes, Mauro Cid, seus documentos, suas mensagens e, principalmente, seus segredos ainda não revelados continuam sendo o caminho mais promissor para punir os golpistas. Todos eles.

 

ClickPB

LUTO: faleceu a Sra. Luzia Pereira da Silva, mãe da professora Fátima Avelino

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Faleceu nesta sexta-feira, 29 de junho, a Senhora Luzia Pereira da Silva, aos 97 anos, em sua residência, em Ingá.
Mãe da professora aposentada e ex-secretária municipal de educação, Fátima Avelino, Dona Luzia deixa um legado de muita dedicação à família e querida por diversas famílias tradicionais de Ingá onde prestou seus serviços durante muitos anos, sempre com honestidade, simpatia e disposição. Viúva, criou filhos, netos e bisnetos de forma digna.
Cumpriu sua missão na terra e deixa saudades aos ingaenses.
Deus conforte o coração de familiares e amigos. Descanse em Paz Dona Luzia.

O velório será realizado na residência localizada na rua Joana Alves da Rocha, 01, Bela Vista, Ingá, PB. O sepultamento será as 16 horas no cemitério local.