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Na manhã deste domingo (28), o sítio Torres de Serra Redonda vai estar em festa com assinatura da ordem de serviço para pavimentação. Terá show com Pingo Sanfoneiro

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SERRA REDONDA: Prefeito Chicão Bernado assina ordem de serviço para pavimentação no sítio Torres, viabilizada por emenda parlamentar do deputado federal Welington Roberto.

Alunos de medicina do Fies cogitam largar curso por causa de teto do financiamento e alta de mensalidades

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A estudante de medicina Girlene Soares, de Campina Grande (PB), é categórica ao dizer que o Fies “perdeu seu viés de inclusão social”. De um semestre para o outro, a parcela que a jovem precisa pagar diretamente à faculdade sofreu um aumento significativo: saltou de R$ 225 para R$ 946.

“Minha família é da zona rural. Eu comprovei a renda de um salário mínimo (R$ 1.320), mas agora preciso pagar quase isso por mês? Como que se vive assim?”, diz.

Os problemas do programa, apontados por Girleine e por outros estudantes ouvidos nesta reportagem, são resultado de ações tomadas pelo governo federal em 2016 (e mantidas até hoje) para tentar diminuir os prejuízos que o Fies traz aos cofres públicos.

Veja abaixo quais são essas medidas que, como consequência, levam alunos de baixa renda a pensar em desistir do curso:

Teto de R$ 8.800: Especificamente em medicina, o programa financia, no máximo, R$ 8.800 por mês, que devem ser pagos pelo aluno só depois da formatura. Mas as faculdades cobram bem mais do que isso: em média, R$ 10 mil (há exemplos que chegam a R$ 15 mil). A diferença precisa ser quitada a cada mês pelo estudante — é a chamada coparticipação, que está pesando no orçamento dos jovens mais pobres.

“Depois que atingimos o teto, toda vez que a faculdade reajusta a mensalidade, esse aumento recai sobre nós, alunos. Comecei com 225 reais, já estou mais de 900 reais todo mês. Eu penso em desistir do curso, mas como que vou pagar a dívida que já assumi no Fies, se não me formar? Não vou nem ter profissão”, conta Girlene.

Porcentagem limitada de financiamento: De 2010 a 2015, o Fies financiava a mensalidade inteira dos alunos. Depois disso, a regra mudou: atualmente, a porcentagem de cobertura nunca chega a 100%. Tudo depende da renda familiar do estudante. Quanto menor o salário médio da família, maior a fatia da mensalidade que poderá ser paga só depois da formatura.

Exemplo: na mesma faculdade, que custa R$ 10 mil por mês, um estudante com renda familiar per capita de 1,5 salário-mínimo pode conseguir cerca de 85% de financiamento (e não 100%). Com 3 salários-mínimos (o máximo permitido para o programa), seriam só 58% financiados.

Essa questão afeta Gabrielle Gonçalves, aluna do 3º ano de medicina de uma faculdade privada de Paracatu (MG), cuja mensalidade é de R$ 9.558. Por causa dos critérios de renda, mesmo sem ter uma condição de vida confortável, a jovem conseguiu “apenas” 78% de financiamento – ou seja, precisa pagar R$ 2.103 todo mês.

“No começo, era mais barato. Eu pagava R$ 800, com a ajuda da minha família. Mas aí a faculdade aumentou”, diz Gabrielle. “Todo ano, há um reajuste, e a porcentagem de cobertura do financiamento não aumenta. Vai ficando insustentável. Estou escolhendo quais contas pagar no fim do mês”, diz.

“É um medo de nadar, nadar e morrer na praia; chegar à metade do curso e não poder continuar. É um caminho sem volta: se eu largar tudo, vou ficar sem diploma e com uma dívida altíssima. Estou desesperada.”

ClickPB

Passageiros estimam prejuízo de mais de R$ 10 mil após serem impedidos de embarcar por calote do Hurb

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Menos de uma semana após o Hurb apresentar um plano às autoridades brasileiras para honrar os pacotes que vendeu, clientes denunciam um novo calote da companhia e relatam problemas com viagens compradas. A empresa é alvo de um processo administrativo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Na última quarta-feira (24), pelo menos 10 pessoas foram impedidas de embarcar em um voo com destino a Tóquio e precisaram abrir mão de passeios comprados. Para dois deles, o cancelamento representou a perda da viagem de lua de mel (veja os relatos mais abaixo).

A justificativa, dada pela companhia aérea na hora do embarque, foi que a reserva teria sido cancelada em 19 de maio por falta de pagamento do Hurb para confirmação da viagem. A empresa aérea ainda chegou a afirmar aos passageiros que a reserva feita pelo Hurb era coletiva e tinha, no total, 20 pessoas.

Diante dos acontecimentos, alguns dos passageiros, que vieram de diferentes lugares de São Paulo e até de outros estados, estimam prejuízos de mais de R$ 10 mil.

Nessa quantia, consideram os pacotes pagos e não recebidos, a estadia em um hotel em São Paulo durante os dias em que ficaram ‘presos’ na capital e a compra de novas passagens – para voltar para casa ou para fazer a viagem programada.

Em nota, o Hurb afirma que os clientes não receberam a confirmação dos voos ou da hospedagem no prazo regular por conta de “problemas operacionais” e que, “por esse motivo, a viagem precisou ser adiada”.

“Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, a empresa sugeriu que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque, de acordo com a vigência de cada pacote. O Hurb informa ainda que os comunicados sobre alterações na viagem, quando previamente confirmada, são realizados com antecedência”, disse a empresa (veja a nota na íntegra no final desta reportagem).

O que aconteceu?

De acordo com alguns passageiros entrevistados pelo g1, apesar de o Hurb ter enviado a confirmação com a data da viagem com 45 dias de antecedência (prazo estabelecido pelo pacote flexível da companhia), não houve o envio do voucher com as passagens aéreas e as reservas no hotel.

Esse voucher, de acordo com o contrato, precisaria chegar, no máximo, 15 dias antes da data da viagem.

Tiago Ribas Fogaça, 35, viajou do Rio Grande do Sul (RS) para São Paulo para poder fazer a viagem para Tóquio com sua esposa, Flávia Andressa de Faria, 31, e conta que começou o contato com o atendimento da companhia mesmo antes do prazo dos 15 dias se encerrar.

Situação semelhante aconteceu com Paula Nunes Lima Saito, 38, que viajaria com sua filha de dez anos e a amiga, Tyeme Bando, 40 – que viajou de Curitiba a São Paulo para fazer a viagem a Tóquio.

Sem conseguir embarcar, os passageiros contam que voltaram a contatar o atendimento do Hurb em busca de uma solução. A resposta da companhia foi um pedido para que os clientes afetados sugerissem novas datas de viagem.

Eles contam, ainda, que nenhuma mensagem sobre um eventual reagendamento foi enviada até o momento de embarque. Além disso, a maioria só recebeu um aviso de cancelamento da viagem apenas 1h depois que o voo já havia decolado, enquanto outros permaneceram com o status de “voo confirmado”.

Os passageiros ajuizaram duas ações contra a companhia e já tiveram o deferimento por parte dos juízes responsáveis, que estabeleceram prazo para resposta e multa caso a situação não seja resolvida.

Prejuízos de mais de R$ 10 mil

Com a viagem programada há meses, os passageiros contam que os prejuízos do cancelamento vão além do dinheiro perdido com o pacote.

Luis Felipe Lemes, 32, conta que a viagem para Tóquio com sua noiva, Angelita Queiroz, 30, seria uma lua de mel antecipada – a festa de casamento está prevista para julho – e que foram vários os preparativos para a data.

“Minha noiva comprou essa viagem há três anos. Desde então nos programamos para tirar visto, arrumar as férias. Na sexta-feira, na semana anterior à viagem, chegamos até a ir para Goiás, para deixar o meu filho com os meus pais durante o período em que estivéssemos na nossa lua de mel”, conta.

Ele estima um prejuízo de cerca de R$ 12 mil para os dois com o cancelamento da viagem.

O mesmo aconteceu com Fogaça. Moradores de Santa Maria, região central do RS, o casal precisou viajar até Porto Alegre, capital gaúcha, para tirar os vistos para o Japão.

Vale lembrar que o visto para a entrada no país asiático tem prazo de validade de três meses e que, caso aceite o reagendamento proposto pela companhia, com previsão para agosto, o casal precisaria tirar um novo visto.

“De prejuízos já concretizados, os valores passam de R$ 9 mil para nós dois. E isso sem contar o quanto gastaremos na volta. Estamos buscando uma alternativa, mas pelo que temos visto aqui, precisaríamos gastar mais R$ 4 mil para conseguir adiantar a passagem e podermos voltar para casa”, diz.

Paula, que também ficou em um hotel em São Paulo nos últimos dias, com a filha e a amiga Tyeme, afirma que além dos gastos com hotel, alimentação e transporte, também precisou desembolsar uma nova quantia para não perder as férias.

“Gastamos mais R$ 28 mil para comprar novas passagens e conseguirmos ir para o Japão. Nós tiramos férias do trabalho, nos organizamos. E ou nós comprávamos novas passagens, ou não viajaríamos mais e também perderíamos todas as coisas que já havíamos comprado para aproveitar lá”, conta.

Outros passageiros também haviam comprado ingressos para o parque da Disney de Tóquio ou passagens de trem – conhecido como Japan Rail Pass (JRPass), o tíquete para sete dias custa US$ 225, aproximadamente R$ 1.123, com a cotação da última sexta-feira (26).

O que diz o Hurb?

Em nota, a empresa afirmou que “reconhece que toda viagem gera expectativas e lamenta pelo ocorrido”. Veja a nota na íntegra:

O Hurb, empresa brasileira que está no mercado há mais de 12 anos, sempre prezou pela transparência com os seus viajantes e, guiada pelo valor primordial de ser uma companhia feita de pessoas para pessoas, coloca os seus clientes em primeiro lugar.

Referente à reclamação de clientes que adquiriram pacotes de viagens de data flexível (vide regulamento) com destino a Tóquio e não conseguiram realizar as viagens, o Hurb informa que:

Especificamente sobre os casos mencionados, a empresa esclarece que, por problemas operacionais, os clientes não receberam a confirmação dos voos ou da hospedagem no prazo regular e, por esse motivo, a viagem precisou ser adiada. A empresa reconhece que toda viagem gera expectativas e lamenta pelo ocorrido.

Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, a empresa sugeriu que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque, de acordo com a vigência de cada pacote.

O Hurb informa ainda que os comunicados sobre alterações na viagem, quando previamente confirmada, são realizados com antecedência.

Referente ao ajuizamento de ações, a empresa informa que, por questões legais, não comenta processos em andamento. Entretanto, afirma que está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos.

Conforme o Hurb vem notificando a imprensa, a partir das ações já aplicadas internamente na nova fase da companhia, o Hurb 3.0 – momento no qual reúne todos os seus colaboradores em força-tarefa para normalizar sua atuação.

A companhia informa ter solucionado 87,5% das dúvidas e outros questionamentos dos clientes nos canais de comunicação oficiais da plataforma e colocou em prática iniciativas para melhor atender a jornada do viajante. Abaixo, alguns resultados dessas ações recém-lançadas, segundo dados apurados no início da semana.

O Hurb ressalta que segue prezando pela escuta ativa e cuidado com seus públicos e, por isso, está à disposição caso surjam eventuais dúvidas.

Em nota, a Senacon diz que a plataforma respondeu ao processo administrativo dentro do prazo e confirma a entrega de um plano de reestruturação para atender os contratos que ainda não foram cumpridos.

“As informações prestadas pela empresa estão sob análise técnica da Senacon e encontram-se, no momento, sob sigilo”, afirma a secretaria em nota.

ClickPB

Homem foragido da justiça há quase 20 anos é preso pela PF na Paraíba

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Um homem foragido há quase 20 anos da justiça foi preso na manhã deste sábado (27) em uma ação da Polícia Federal na Paraíba. Conforme apurou o ClickPB, a prisão ocorreu em um município próximo a João Pessoa e ele é acusado de ser o autor de um homicídio.De acordo com a PF, o homem foi encontrado por meio do GPI – Grupo de Pronta Intervenção.

Após levantamentos, descobriu-se que o acusado levava uma vida normal em um sítio na zona rural de uma cidade próxima a capital do estado. Ele não reagiu à prisão. O preso encaminhado ao sistema prisional. Até o momento ão foi detalhado até o momento o nome nem do acusado, nem do município.

ClickPB

ARRAIÁ DO BONY: hoje tem forró em Ingá com Marquinhos Gomes e Pingo Sanfoneiro. Colabore com um kg de alimento e venha festejar

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ARRAIÁ DO BONY INGÁ: A PRIMEIRA PRÉVIA DE SÃO JOÃO É MARCADA POR SHOWS DE FORRÓ E SOLIDARIEDADE

Ingá se prepara para entrar no clima junino com a realização da 1ª prévia de São João, o tão esperado Arraiá do Bony. O evento, que acontecerá neste sábado,  27 de maio, promete agitar a cidade com apresentações musicais de Marquinhos Gomes e Pingo Sanfoneiro. Além de marcar o início da temporada de shows em praça pública deste período junino de 2023, o Arraiá do Bony tem um propósito nobre: arrecadar alimentos para doação aos mais carentes da Paróquia de Ingá.

Idealizado pela barbearia do Bony e seus parceiros comerciais, o Arraiá do Bony é um evento beneficente que busca proporcionar momentos de alegria e confraternização, ao mesmo tempo em que contribui para amenizar as dificuldades enfrentadas por aqueles que mais precisam. Com a participação ativa da comunidade local, espera-se que o evento seja um sucesso e repita o êxito alcançado nos anos anteriores.

Os preparativos para a festa estão a todo vapor. A pracinha de Zé Grande em Ingá será o palco da animação, com uma decoração típica que remete ao clima acolhedor das festividades juninas. O público poderá desfrutar de uma estrutura completa, com barracas de comidas e bebidas típicas, banheiros químicos, além de muita música e dança.

Os artistas Marquinhos Gomes e Pingo Sanfoneiro são as atrações da noite. Marquinhos Gomes, ex-integrante da Farra Vip, agora em carreira solo, trará sua voz marcante e hits do momento, com destaque para o Peseiro. Já Pingo Sanfoneiro, talentoso músico e sanfoneiro, promete fazer todos dançarem ao som do autêntico forró pé de serra.

A entrada para o Arraiá do Bony será mediante a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados às famílias mais necessitadas da região. A organização do evento incentiva a generosidade e solidariedade de todos, ressaltando a importância de compartilhar o espírito de união e compaixão característico das festas juninas.

A expectativa é de que a festa atraia um grande público, reunindo não apenas os moradores de Ingá, mas também visitantes de outras localidades. A parceria com os comerciantes locais e os patrocinadores do evento tem sido fundamental para viabilizar a estrutura necessária e garantir o sucesso do Arraiá do Bony.

Portanto, neste sábado, Ingá se vestirá de tradição e solidariedade no Arraiá do Bony. É a oportunidade perfeita para desfrutar de uma noite repleta de música, dança e diversão, ao mesmo tempo em que fazemos a diferença na vida daqueles que mais precisam. Não fique de fora, venha participar e contribuir para essa causa nobre!

Mostra Pedagógica destaca a vida e obra do professor e historiador Alexandre Ferreira

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A escola municipal professora Cândida Vargas, carinhosamente conhecida como Grupo Velho, promoveu recentemente uma Mostra Pedagógica que reuniu toda comunidade escolar, na qual o alunado apresentou seus trabalhos do bimestre, dentre eles, os alunos do 4º ano trouxeram à tona a biografia de um ilustre conterrâneo, o professor e historiador Alexandre Ferreira, natural da cidade de Ingá.

Passageiros estimam prejuízo de mais de R$ 10 mil após serem impedidos de embarcar por calote do Hurb

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Menos de uma semana após o Hurb apresentar um plano às autoridades brasileiras para honrar os pacotes que vendeu, clientes denunciam um novo calote da companhia e relatam problemas com viagens compradas. A empresa é alvo de um processo administrativo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Na última quarta-feira (24), pelo menos 10 pessoas foram impedidas de embarcar em um voo com destino a Tóquio e precisaram abrir mão de passeios comprados. Para dois deles, o cancelamento representou a perda da viagem de lua de mel (veja os relatos mais abaixo).

A justificativa, dada pela companhia aérea na hora do embarque, foi que a reserva teria sido cancelada em 19 de maio por falta de pagamento do Hurb para confirmação da viagem. A empresa aérea ainda chegou a afirmar aos passageiros que a reserva feita pelo Hurb era coletiva e tinha, no total, 20 pessoas.

Diante dos acontecimentos, alguns dos passageiros, que vieram de diferentes lugares de São Paulo e até de outros estados, estimam prejuízos de mais de R$ 10 mil.

Nessa quantia, consideram os pacotes pagos e não recebidos, a estadia em um hotel em São Paulo durante os dias em que ficaram ‘presos’ na capital e a compra de novas passagens – para voltar para casa ou para fazer a viagem programada.

Em nota, o Hurb afirma que os clientes não receberam a confirmação dos voos ou da hospedagem no prazo regular por conta de “problemas operacionais” e que, “por esse motivo, a viagem precisou ser adiada”.

“Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, a empresa sugeriu que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque, de acordo com a vigência de cada pacote. O Hurb informa ainda que os comunicados sobre alterações na viagem, quando previamente confirmada, são realizados com antecedência”, disse a empresa (veja a nota na íntegra no final desta reportagem).

O que aconteceu?

De acordo com alguns passageiros entrevistados pelo g1, apesar de o Hurb ter enviado a confirmação com a data da viagem com 45 dias de antecedência (prazo estabelecido pelo pacote flexível da companhia), não houve o envio do voucher com as passagens aéreas e as reservas no hotel.

Esse voucher, de acordo com o contrato, precisaria chegar, no máximo, 15 dias antes da data da viagem.

Tiago Ribas Fogaça, 35, viajou do Rio Grande do Sul (RS) para São Paulo para poder fazer a viagem para Tóquio com sua esposa, Flávia Andressa de Faria, 31, e conta que começou o contato com o atendimento da companhia mesmo antes do prazo dos 15 dias se encerrar.

Situação semelhante aconteceu com Paula Nunes Lima Saito, 38, que viajaria com sua filha de dez anos e a amiga, Tyeme Bando, 40 – que viajou de Curitiba a São Paulo para fazer a viagem a Tóquio.

Sem conseguir embarcar, os passageiros contam que voltaram a contatar o atendimento do Hurb em busca de uma solução. A resposta da companhia foi um pedido para que os clientes afetados sugerissem novas datas de viagem.

Eles contam, ainda, que nenhuma mensagem sobre um eventual reagendamento foi enviada até o momento de embarque. Além disso, a maioria só recebeu um aviso de cancelamento da viagem apenas 1h depois que o voo já havia decolado, enquanto outros permaneceram com o status de “voo confirmado”.

Os passageiros ajuizaram duas ações contra a companhia e já tiveram o deferimento por parte dos juízes responsáveis, que estabeleceram prazo para resposta e multa caso a situação não seja resolvida.

Prejuízos de mais de R$ 10 mil

Com a viagem programada há meses, os passageiros contam que os prejuízos do cancelamento vão além do dinheiro perdido com o pacote.

Luis Felipe Lemes, 32, conta que a viagem para Tóquio com sua noiva, Angelita Queiroz, 30, seria uma lua de mel antecipada – a festa de casamento está prevista para julho – e que foram vários os preparativos para a data.

“Minha noiva comprou essa viagem há três anos. Desde então nos programamos para tirar visto, arrumar as férias. Na sexta-feira, na semana anterior à viagem, chegamos até a ir para Goiás, para deixar o meu filho com os meus pais durante o período em que estivéssemos na nossa lua de mel”, conta.

Ele estima um prejuízo de cerca de R$ 12 mil para os dois com o cancelamento da viagem.

O mesmo aconteceu com Fogaça. Moradores de Santa Maria, região central do RS, o casal precisou viajar até Porto Alegre, capital gaúcha, para tirar os vistos para o Japão.

Vale lembrar que o visto para a entrada no país asiático tem prazo de validade de três meses e que, caso aceite o reagendamento proposto pela companhia, com previsão para agosto, o casal precisaria tirar um novo visto.

“De prejuízos já concretizados, os valores passam de R$ 9 mil para nós dois. E isso sem contar o quanto gastaremos na volta. Estamos buscando uma alternativa, mas pelo que temos visto aqui, precisaríamos gastar mais R$ 4 mil para conseguir adiantar a passagem e podermos voltar para casa”, diz.

Paula, que também ficou em um hotel em São Paulo nos últimos dias, com a filha e a amiga Tyeme, afirma que além dos gastos com hotel, alimentação e transporte, também precisou desembolsar uma nova quantia para não perder as férias.

“Gastamos mais R$ 28 mil para comprar novas passagens e conseguirmos ir para o Japão. Nós tiramos férias do trabalho, nos organizamos. E ou nós comprávamos novas passagens, ou não viajaríamos mais e também perderíamos todas as coisas que já havíamos comprado para aproveitar lá”, conta.

Outros passageiros também haviam comprado ingressos para o parque da Disney de Tóquio ou passagens de trem – conhecido como Japan Rail Pass (JRPass), o tíquete para sete dias custa US$ 225, aproximadamente R$ 1.123, com a cotação da última sexta-feira (26).

O que diz o Hurb?

Em nota, a empresa afirmou que “reconhece que toda viagem gera expectativas e lamenta pelo ocorrido”. Veja a nota na íntegra:

O Hurb, empresa brasileira que está no mercado há mais de 12 anos, sempre prezou pela transparência com os seus viajantes e, guiada pelo valor primordial de ser uma companhia feita de pessoas para pessoas, coloca os seus clientes em primeiro lugar.

Referente à reclamação de clientes que adquiriram pacotes de viagens de data flexível (vide regulamento) com destino a Tóquio e não conseguiram realizar as viagens, o Hurb informa que:

Especificamente sobre os casos mencionados, a empresa esclarece que, por problemas operacionais, os clientes não receberam a confirmação dos voos ou da hospedagem no prazo regular e, por esse motivo, a viagem precisou ser adiada. A empresa reconhece que toda viagem gera expectativas e lamenta pelo ocorrido.

Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, a empresa sugeriu que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque, de acordo com a vigência de cada pacote.

O Hurb informa ainda que os comunicados sobre alterações na viagem, quando previamente confirmada, são realizados com antecedência.

Referente ao ajuizamento de ações, a empresa informa que, por questões legais, não comenta processos em andamento. Entretanto, afirma que está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos.

Conforme o Hurb vem notificando a imprensa, a partir das ações já aplicadas internamente na nova fase da companhia, o Hurb 3.0 – momento no qual reúne todos os seus colaboradores em força-tarefa para normalizar sua atuação.

A companhia informa ter solucionado 87,5% das dúvidas e outros questionamentos dos clientes nos canais de comunicação oficiais da plataforma e colocou em prática iniciativas para melhor atender a jornada do viajante. Abaixo, alguns resultados dessas ações recém-lançadas, segundo dados apurados no início da semana.

O Hurb ressalta que segue prezando pela escuta ativa e cuidado com seus públicos e, por isso, está à disposição caso surjam eventuais dúvidas.

Em nota, a Senacon diz que a plataforma respondeu ao processo administrativo dentro do prazo e confirma a entrega de um plano de reestruturação para atender os contratos que ainda não foram cumpridos.

“As informações prestadas pela empresa estão sob análise técnica da Senacon e encontram-se, no momento, sob sigilo”, afirma a secretaria em nota.

ClickPB

Alunos de medicina do Fies cogitam largar curso por causa de teto do financiamento e alta de mensalidades

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A estudante de medicina Girlene Soares, de Campina Grande (PB), é categórica ao dizer que o Fies “perdeu seu viés de inclusão social”. De um semestre para o outro, a parcela que a jovem precisa pagar diretamente à faculdade sofreu um aumento significativo: saltou de R$ 225 para R$ 946.

“Minha família é da zona rural. Eu comprovei a renda de um salário mínimo (R$ 1.320), mas agora preciso pagar quase isso por mês? Como que se vive assim?”, diz.

Os problemas do programa, apontados por Girleine e por outros estudantes ouvidos nesta reportagem, são resultado de ações tomadas pelo governo federal em 2016 (e mantidas até hoje) para tentar diminuir os prejuízos que o Fies traz aos cofres públicos.

Veja abaixo quais são essas medidas que, como consequência, levam alunos de baixa renda a pensar em desistir do curso:

Teto de R$ 8.800: Especificamente em medicina, o programa financia, no máximo, R$ 8.800 por mês, que devem ser pagos pelo aluno só depois da formatura. Mas as faculdades cobram bem mais do que isso: em média, R$ 10 mil (há exemplos que chegam a R$ 15 mil). A diferença precisa ser quitada a cada mês pelo estudante — é a chamada coparticipação, que está pesando no orçamento dos jovens mais pobres.

“Depois que atingimos o teto, toda vez que a faculdade reajusta a mensalidade, esse aumento recai sobre nós, alunos. Comecei com 225 reais, já estou mais de 900 reais todo mês. Eu penso em desistir do curso, mas como que vou pagar a dívida que já assumi no Fies, se não me formar? Não vou nem ter profissão”, conta Girlene.

Porcentagem limitada de financiamento: De 2010 a 2015, o Fies financiava a mensalidade inteira dos alunos. Depois disso, a regra mudou: atualmente, a porcentagem de cobertura nunca chega a 100%. Tudo depende da renda familiar do estudante. Quanto menor o salário médio da família, maior a fatia da mensalidade que poderá ser paga só depois da formatura.

Exemplo: na mesma faculdade, que custa R$ 10 mil por mês, um estudante com renda familiar per capita de 1,5 salário-mínimo pode conseguir cerca de 85% de financiamento (e não 100%). Com 3 salários-mínimos (o máximo permitido para o programa), seriam só 58% financiados.

Essa questão afeta Gabrielle Gonçalves, aluna do 3º ano de medicina de uma faculdade privada de Paracatu (MG), cuja mensalidade é de R$ 9.558. Por causa dos critérios de renda, mesmo sem ter uma condição de vida confortável, a jovem conseguiu “apenas” 78% de financiamento – ou seja, precisa pagar R$ 2.103 todo mês.

“No começo, era mais barato. Eu pagava R$ 800, com a ajuda da minha família. Mas aí a faculdade aumentou”, diz Gabrielle. “Todo ano, há um reajuste, e a porcentagem de cobertura do financiamento não aumenta. Vai ficando insustentável. Estou escolhendo quais contas pagar no fim do mês”, diz.

“É um medo de nadar, nadar e morrer na praia; chegar à metade do curso e não poder continuar. É um caminho sem volta: se eu largar tudo, vou ficar sem diploma e com uma dívida altíssima. Estou desesperada.”

G1

Confira os projetos, requerimentos e temas discutidos na sessão da Câmara de Ingá nesta quarta (24/05)

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A Câmara Municipal de Ingá, sob a presidência do vereador Aílton Nunes de Andrade, realizou sessão ordinária nesta quarta-feira, 24 de maio, tendo sido discutidos e votados os seguintes projetos e requerimentos:

Redução de impostos para carros novos divide opiniões dos consumidores e desvaloriza preço de seminovos na Paraíba

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A Medida do governo que prevê redução no preço em até 10,96%, dividiu opiniões na Paraíba. Conforme o ClickPB notificou a medida é válida para veículos que custam até R$ 120 mil reais. A medida vai afetar diretamente o preço dos veículos seminovos.

O ClickPB fez uma consulta dos preços dos veículos novos mais baratos à venda em João Pessoa. Foi encontrado apenas dez carros novos que custam menos que R$ 120 mil, teto máximo estabelecido pela medida.

Segundo apurou o ClickPB, O Fiat Mobi e o carro mais barato à venda hoje. A versão inicial custa R$ 68.990. Em seguida, vem o Kwid da montadora francesa Renault. O veículo custa em média R$ 69 mil reais, a versão simples.

O governo busca alguns modelos que fossem oferecidos na faixa entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. O desconto será feito através da desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do PIS/Cofins, que são tributos federais, por meio de uma Medida Provisória que ainda será editada pelo governo.

Nas ruas da capital paraibana a medida do governo federal ainda gera dúvidas e inseguranças entre à população. Algumas pessoas estão otimistas, já outras acreditam que o cenário não deve sofrer alterações nos valores dos veículos.

O motorista de aplicativo Wesley Melo, revelou que acredita que os preços irão cair, desta forma, pretende aguardar mais tempo para adquirir um carro com valor popular. “Eu acredito na redução dos preços. Pretendo comprar um veículo, mas agora vou esperar um pouco mais até o preço cair, como anunciou o governo”.

Já o repórter cinematográfico Mayquel Costa, é pessimista a política de redução de preços dos veículos, apesar do anúncio do governo. “Não acredito que essa redução irá beneficiar o bolso do consumidor. Na realidade, os preços estão exorbitantes, não vai fazer muita diferença essa medida, caso vigore”.

O empresário João Pinto, proprietário de uma loja de venda de veículos no Shopping Carro Legal, revelou que a redução dos preços dos carros novos vai influenciar nos valores dos carros seminovos, o efeito cascata. Contudo, o mercado vai demorar um tempo para equalizar os preços.

“Os preços dos usados ainda estão muito alto, mas até o fim de julho acredito que volte a reduzir, aquecendo o mercado de usados, com a medida tomada pelo governo em reduzir os impostos dos veículos até R$ 120 mil”.

ClickPB