Uma mulher morreu e três pessoas ficaram gravemente feridas, no final da tarde deste sábado (10), em um acidente de carro, em Campina Grande, no Agreste Paraibano.
A Polícia Rodoviária Federal informou que as vítimas estavam em um veículo Fiat Mobi pela BR-230 quando o carro capotou no km 135,8, da rodovia federal próximo a entrada de Galante. O automóvel seguia no sentido Campina Grande/João Pessoa.
Os feridos foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.
Durante a noite o Hospital informou que deram entrada na unidade hospitalar dois homens, sendo um de 45 e outro de 35 anos, e uma mulher que no momento estava sem e identificação. Todos estavam com Saúde estável.
De acordo com o setor da construção civil, a greve foi motivada por impactos da anulação da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) em dezembro de 2025.
O bloqueio da internet no Irã completou 48 horas neste sábado (10), segundo a organização de vigilância em cibersegurança NetBlocks.
“O Irã está offline há 48 horas, e a telemetria mostra que o bloqueio nacional da internet permanece em vigor”, afirmou a NetBlocks em uma publicação na rede social X.
Um residente de Teerã confirmou hoje à CNN que o serviço de telefonia celular está indisponível na capital iraniana.
Dados de conectividade da internet mostram que o uso caiu para 1% do tráfego normal, a partir de 8 de janeiro de 2026. O país mergulhou em um apagão de internet à medida que protestos antigovernamentais se espalharam pelo país.
Na sexta-feira (9), o diretor da NetBlocks, Alp Toker, disse à CNN que alguns iranianos conseguiram se comunicar com o mundo exterior usando terminais Starlink contrabandeados ou sinal de celular de países vizinhos.
“Os apagões nacionais costumam ser a estratégia preferida do regime quando há risco de uso de força letal contra manifestantes”, disse Toker, “com o objetivo de impedir a divulgação de notícias sobre o que está acontecendo no país e também limitar a atenção internacional.”
No entanto, um morador de Teerã, de 47 anos, disse anteriormente à CNN, sob condição de anonimato, que o apagão teve o efeito oposto, levando mais manifestantes aos protestos.
“O corte da internet parece ter saído pela culatra, já que o tédio e a frustração levaram ainda mais pessoas às ruas”, declarou ele.
Protestos já duram duas semanas
Pelo menos 65 pessoas morreram e mais de 2.300 foram presas em todo o país durante as manifestações contra o atual regime, segundo a agência de notícias HRANA (Human Rights Activists News Agency), sediada nos Estados Unidos.
A Guarda Revolucionária do Irã alertou neste sábado (10) que a proteção da segurança era uma “linha vermelha” e os militares prometeram proteger a propriedade pública, enquanto o regime intensificava os esforços para conter os protestos mais generalizados dos últimos anos.
As declarações vieram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu um novo alerta aos líderes iranianos na sexta-feira (9) e depois que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou neste sábado: “Os Estados Unidos apoiam o bravo povo do Irã”.
Os protestos continuaram durante a noite. A mídia estatal informou que um prédio municipal foi incendiado em Karaj, a oeste de Teerã, capital do país, e culpou “manifestantes violentos”.
A TV estatal transmitiu imagens dos funerais de membros das forças de segurança que, segundo ela, foram mortos em protestos nas cidades de Shiraz, Qom e Hamedan.
Os protestos se espalharam por grande parte do Irã nas últimas duas semanas, começando como resposta à inflação crescente, mas rapidamente se tornaram políticos, com manifestantes exigindo o fim do regime islâmico.
As autoridades acusam os EUA e Israel de fomentarem os “distúrbios”. Grupos de direitos humanos documentaram dezenas de mortes de manifestantes.
A turista mordida por um tubarão durante um mergulho no mar na sexta-feira (9), na ilha de Fernando de Noronha, disse em um vídeo que um guia turístico bateu no animal com um equipamento utilizado para gravação de imagens.
Como visto pelo ClickPB, no início do vídeo, é possível observar que o nadador encosta com o equipamento no tubarão, que reage e muda de direção ao nadar.
Segundo a mulher, Tayane Dalazen de 36 anos, o tubarão lixa não costuma atacar humanos e acusa o guia de “bater” na cabeça do animal, feito que teria contribuído para a mordida do tubarão, já que os animas nadavam lado a lado dos humanos.
De acordo com a turista, não havia alimentos, sangue na água e ela não utilizava joias, bem como não fez movimentos bruscos.
Momento em que guia turístico bate em tubarão com equipamento (lado direito da foto). (Foto: reprodução)
Veja o vídeo abaixo:
Guia rebate acusação
O guia turístico Angelo Lemos rebateu a acusação da turista na tarde deste sábado (10). Ele utilizou suas redes sociais para publicar outro vídeo em que o tubarão aparece vindo de outra direção e mordendo a mulher na coxa direita.
Na legenda, ele escreveu: “a verdade do que aconteceu”. Veja:
Morreu, aos 19 anos, a influenciadora Isabel Veloso. A informação foi divulgada pelo marido dela, Lucas Borbas, em uma rede social, na manhã deste sábado (10/1).
“Hoje meu coração fala em silêncio, porque a dor é grande demais para caber em palavras. A Isabel partiu, e com ela vai uma parte de mim. Mas o amor… o amor não morre”, escreveu em uma publicação.
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A jovem lutava contra um linfoma de Hodgkin, tipo de câncer do sistema linfático que afeta os linfócitos, e estava internada no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba, no Paraná.
A influenciadora, que contava com mais de 3,5 milhões de seguidores no Instagram, mostrava a rotina com a família e a luta contra a doença. Ela deixa o filho, Arthur, de 11 meses, e o marido, Lucas Borbas.
Luta contra o câncer
Isabel descobriu a doença quando tinha 15 anos, em 2021. No ano seguinte, a jovem passou por um transplante de medula óssea autólogo e chegou a compartilhar, em 2023, que havia vencido o câncer.
Em janeiro de 2024, ela revelou aos seguidores que o câncer havia voltado e foi classificado como “terminal”. Isabel se casou com Lucas Borba em abril do mesmo ano.
Ela anunciou a gravidez em agosto de 2024, após descobrir que a doença estava estável. Seu filho nasceu saudável em 29 de dezembro daquele ano, com 32 semanas de gestação, devido à necessidade de antecipação do parto para que Isabel pudesse retomar o tratamento contra o câncer.
Em maio deste ano, ela anunciou que havia entrado em remissão do câncer e faria um transplante de medula. Isabel contou aos seguidores em 10 de novembro que o procedimento havia sido um sucesso: “A medula pegou!”.
Em novembro, ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após ter uma crise respiratória e teve de ser intubada. Ainda em novembro, ela recebeu alta para o quarto, mas apresentou piora no começo de dezembro e precisou ser novamente intubada.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na noite desta sexta-feira (9), o trancamento da principal ação da Operação Calvário contra o ex-governador Ricardo Coutinho (PT).
Coutinho apontou que as acusações feitas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) teriam sido embasadas por delações premiadas.
Para o magistrado, conforme observou o Blog Wallison Bezerra, a denúncia aceita “não observa os paradigmas firmados por esta Suprema Corte quanto à inadmissibilidade de prosseguimento da persecução penal fundada exclusivamente em declarações oriundas de colaboração premiada”.
“Nessa ordem de ideias, vê-se que a denúncia ofertada no âmbito do Procedimento Investigatório Criminal nº. 0000015-77.2020.815.0000, oriunda da chamada “Operação Calvário”, estrutura-se, primordialmente, em elementos fornecidos no âmbito de colaborações premiadas, em especial a firmada por Daniel Gomes da Silva, cujos relatos teriam, em tese, delineado a atuação hierarquizada de organização criminosa voltada ao desvio de recursos públicos”.
Gilmar Mendes afirmou, ainda, que no processo, que também são investigados ex-secretários como Waldson Souza, Gilberto Carneiro e Márcia Lucena, além da ex-deputada Estela Bezerra e da deputada Cida Ramos, “se verifica que há um encadeamento probatório ancorado quase exclusivamente na narrativa dos delatores, sem lastro independente ou anterior que confira densidade autônoma às acusações formuladas”.
“Não se identificam, na denúncia, elementos externos independentes que possuam densidade incriminatória própria, desvinculada do fio condutor estabelecido pelas declarações premiadas. Ao contrário, tais elementos são apresentados como ilustrações, confirmações internas ou desdobramentos do relato colaborativo, e não como provas autônomas aptas a, por si sós, sustentar a imputação”.
Mendes prossegue citando também que “os elementos de prova produzidos em razão de colaboração premiada têm sua força probatória fragilizada, dado o interesse do colaborador em delatar e receber benefícios, além dos problemas inerentes à própria lógica negocial no processo penal”.
Faleceu nesta quinta-feira, 9 de janeiro de 2026, aos 83 anos, Manoel Honório, ex-vice-prefeito do município de Ingá. O óbito foi comunicado pela família.
Nascido em 21 de julho de 1942, Manoel Honório exerceu o cargo de vice-prefeito de Ingá durante o primeiro mandato do ex-prefeito Antônio Miranda Burity (Burity I), integrando a administração municipal à época.
O velório e a última homenagem estão sendo realizados no Clube União Cultural Ingaense, na cidade de Ingá, onde familiares e amigos se reúnem para as despedidas.
O sepultamento ocorrerá conforme programação definida pela família.
Protesto entre os bairros do Rangel e Jaguaribe, em João Pessoa - Foto: reprodução/redes sociais
Protesto foi realizado na manhã de hoje e interditou rua entre o Rangel e Jaguaribe.
Um protesto foi realizado por populares na manhã desta sexta-feira (9) na comunidade Paulo Afonso, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. O local do protesto é a rua Antônio Silva Melo, nas proximidades da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e no limite com o bairro do Rangel. O motivo do protesto, segundo relato de populares à imprensa, é a morte de um jovem da região, após um confronto com a polícia.
Durante o protesto, um carro de passeio foi queimado. As chamas foram apagadas após uma negociação entre a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros com os moradores. A área não havia sido liberada até as 10h10. Alguns moradores seguiam em trecho da via como forma de protesto.
Segundo os populares, ontem (8) durante uma operação da Polícia Militar, um jovem de 22 anos teria sido morto após ser atingido por disparos de arma de fogo durante uma abordagem. O homem, conforme os manifestantes, era um trabalhador e pai de três filhos.
O ClickPB tenta a versão da polícia sobre o caso. Vídeo:
Moradores da comunidade Paulo Afonso, em João Pessoa, protestaram na manhã desta sexta-feira (9) após a morte de um jovem de 22 anos, baleado durante uma ação da Polícia Militar. Segundo a PM, durante uma ronda, a força tática encontrou o jovem portando uma sacola plástica e ele teria sacado um revólver e atirado contra os policiais, que revidaram; o jovem foi atingido, socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Um representante da comunidade afirmou que a vítima não teria trocado tiros com os policiais e que estava apenas na rua no momento da ação, acrescentando que o jovem era pai de três filhos e trabalhava com marcenaria. A via entre os bairros de Jaguaribe e Rangel, nas proximidades da comunidade, está interditada, e o Corpo de Bombeiros negociou a liberação da rua e a saída dos manifestantes, aguardando a chegada da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) para retirar um carro queimado e outros objetos quebrados e incendiados; a PM informou ainda que, durante a ronda, foram apreendidos uma arma, dinheiro e munições, e que, após os protestos, continuou distribuída em pontos estratégicos da comunidade.
Pais ainda tentaram levar criança para ser atendida em hospital, mas ela não resistiu e morreu; polícia vai investigar se a morte foi acidental ou de causa natural.
Um bebê de 1 mês de idade morreu enquanto dormia na cama com os pais, no bairro da Glória, em Campina Grande.
O pai da criança informou à polícia que o bebê, que dormia em um berço, acordou chorando por volta das 3h da manhã e os pais decidiram colocá-la na cama.
Pouco tempo depois, o pai percebeu que o bebê estava desacordado e ele e a esposa tentaram levá-lo ao Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea). O bebê chegou a ser atendido na unidade de saúde, mas não resistiu e morreu.
De acordo com o delegado Rafael Pedrosa, da Polícia Civil, a investigação vai averiguar se a morte foi acidental ou de causa natural.
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