Home Blog Page 6

Ex-comandante da Guarda de Bayeux, acusado de violência à mulher, assédio moral e venda ilegal de remédios, é preso

0

O ex-comandante da Guarda Municipal de Bayeux, Kleber Renato Barbosa Medeiros, foi preso nesta quinta-feira (26/02) após se entregar na Cidade da Polícia Civil, em João Pessoa. Kleber era alvo de mandado de prisão expedido, na última terça-feira (24), pela Justiça da Paraíba.

Kleber se apresentou, hoje pela manhã, na Cidade da Polícia Civil na Capital, acompanhado dos advogados. Abordado pela imprensa, ele negou que tenha enviado mensagens e que tenha perseguido a mulher a qual pediu medida protetiva contra ele.

Os advogados de defesa, Alberdan Coelho e Luiz Pereira, argumentaram, em entrevista à TV Correio, que receberam com surpresa a ordem de prisão de Kleber e que não existe violência física e crimes graves que justifiquem a medida de prisão preventiva.

Ministério Público pediu exoneração de Kleber

No mês de dezembro de 2025, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) emitiu recomendação para a prefeita de Bayeux, Tacyana Leitão, para que exonerasse o então comandante da Guarda Civil Municipal do cargo. A 4ª promotora de Justiça da Comarca de Bayeux/PB, Ana Carolina Coutinho Ramalho, deu prazo de cinco dias para a medida ser tomada. O comandante da Guarda Municipal de Bayeux, Kleber Renato Barbosa Medeiros, é alvo de uma ação penal por violência contra a mulher na 5ª Vara de Bayeux, na Grande João Pessoa, segundo informou o MPPB, na qual ele foi proibido de se aproximar da vítima em questão e teve a suspensão imediata da posse e porte de arma, funcional e pessoal.

De acordo com nota do Ministério Público da Paraíba enviada ao ClickPB na época, o pedido de exoneração do comandante foi fundamentado “no descumprimento dos requisitos legais para o exercício da função, notadamente a ausência de reputação ilibada, conforme exigido pelo Estatuto da Guarda Municipal de Bayeux/PB (Lei Complementar nº 04/2018).”

“Entre os motivos que comprometem a reputação do servidor, destaca-se a existência de uma ação penal por violência contra a mulher, em curso na 5ª Vara de Bayeux. Em decorrência disso, foram fixadas medidas protetivas de urgência em favor da vítima, incluindo a proibição de aproximação e contato e a suspensão imediata da posse e do porte de arma, funcional e pessoal do Comandante”, acrescentou o MPPB, na nota.

Ainda conforme o Ministério Público, Kleber Medeiros é suspeito de venda irregular de medicamentos sem a devida habilitação, além de apontado por agressão e assédio a servidores subordinados.

“São apontados ainda, indícios da prática de outras condutas irregulares pelo servidor, como a comercialização de doses de medicamentos sem a devida habilitação, agressão e assédio a servidores subordinados, utilização de viatura como veículo particular, além de porte ilegal de arma de fogo e outras condutas incompatíveis com os requisitos legais impostos para a nomeação e manutenção no cargo de Comandante da Guarda Municipal de Bayeux/PB”, detalhou o MPPB, como verificou o ClickPB.

Segundo o Ministério Público, a permanência do servidor no cargo de confiança configuraria violação frontal aos princípios da legalidade e moralidade administrativa e comprometeria a credibilidade da instituição perante a sociedade.

Exonerado

No dia 12 de dezembro, a prefeita de Bayeux exonerou Kleber do comando da Guarda Civil Municipal de Bayeux.

ClickPB

MPPB oferece denúncia contra homem que mutilou animal doméstico, em Ingá

0

O Ministério Público da Paraíba denunciou um homem de 29 anos por maus tratos a animais (art. 32, §1º-A da Lei nº 9.605/98) em razão de ter mutilado um cachorro do vizinho com uma foice, na zona rural de Ingá. A denúncia foi oferecida pelo 1º promotor de Justiça de Ingá, José Antônio Neves Neto. Conforme lei, a pena para esse crime cometido contra cão ou gato vai de dois a cinco anos de reclusão.

De acordo com a denúncia, no dia 21 de outubro de 2025, em um sítio na zona rural de Ingá, o acusado mutilou animal doméstico pertencente a um casal. Conforme os autos, por volta das 06h40, o acusado passou em frente à residência do casal, portando uma foice. Poucos minutos depois, a tutora ouviu os latidos de seu cachorro, momento em que ao se aproximar dele percebeu que estava com a cauda mutilada. O marido levou o animal ao médico veterinário, que atestou a perda de porção da cauda.

Ainda segundo a denúncia do MP, o acusado, em depoimento à polícia, afirmou que o cachorro avançou em sua direção e para assustá-lo usou a foice, mas que não teve a intenção de machucar. No entanto, os relatos confirmam que já existia uma animosidade entre os tutores do cachorro e o acusado, demonstrando que o acusado agiu com intenção de ferir ou até matar o animal.

Outro caso

Este não é o primeiro caso de maus tratos a animais denunciado pela Promotoria de Justiça de Ingá. No final de 2025, o promotor José Antônio Neves Neto ofereceu denúncia contra um homem de 69 pelo mesmo crime, que resultou em morte (art. 32, §1º-A e §2º da Lei nº 9.605/98).

Conforme a denúncia, no dia 9 de maio de 2024, em Ingá, o acusado praticou maus tratos em gata, por meio de envenenamento. O animal começou a apresentar sintomas e foi levado pelo tutor a uma farmácia veterinária e foi ministrada medicação para envenenamento, porém a gata não resistiu.

O tutor verificou nas câmeras de segurança do depósito de bebidas onde criava o animal e visualizou o acusado saindo de sua residência, indo até o estabelecimento e deixando algo no chão. Foi então que localizou no local uma tampa de recipiente plástico com pedaços de alimentos e veneno de rato (chumbinho). Testemunhas ouvidas pela polícia confirmaram a autoria e materialidade delitiva, inclusive, confirmaram que o alimento envenenado com chumbinho foi colocado em uma calçada, local de fácil acesso aos outros animais e crianças.

O promotor José Neto frisou que os animais possuem especial proteção jurídica. “Além da tutela constitucional e da Lei Federal 9.605/1998, a Paraíba é um estado pioneiro que dispõe de um Código de Bem Estar Animal (lei estadual). Aqueles que desafiarem a lei e praticarem atos de crueldade com os animais serão processados criminalmente e não terão direito a acordos, sendo punidos com todo o rigor da lei”.

Imagem ilustrativa (Freepik)

Por unanimidade, STF condena assassinos de Marielle e Anderson

0
Valter Campanato/Agência Brasil
Apenas Rivaldo Barbosa de Araújo, foi eximido pelo assassinato.

O Supremo Tribunal Federal condenou por unanimidade os envolvidos no assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. O último ministro a manifestar o voto foi o ministro Flávio Dino que, a exemplo de Cristiano Zanin e Cármem Lúcia, acompanharam integralmente o voto do relator Alexandre de Moraes.

Os réus são o conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estão presos preventivamente.

Dos cinco acusados pela Procuradoria Geral da República pelo homicídio de Marielle e de Anderson, e pela tentativa de assassinato da assessora Fernanda Chaves, apenas Rivaldo Barbosa de Araújo, foi eximido pelo assassinato, porém condenado pelos crimes de obstrução de justiça e de corrupção passiva.

Acusação

Conforme a delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, réu confesso de fazer os disparos de arma de fogo contra a vereadora, os irmãos Brazão e Barbosa atuaram como os mandantes do crime.

Rivaldo Barbosa teria participado dos preparativos da execução do crime. Ronald é acusado de fazer o monitoramento da rotina da vereadora e repassar as informações para o grupo. Robson Calixto teria entregue a arma utilizada no crime para Lessa.

Condenações

Moraes votou pela condenação dos irmãos Brazão por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu ao atentado.

Com relação ao réu Ronald Alves, o voto de Moraes imputa não apenas a participação como o monitoramento das atividades de Marielle Franco, informações essenciais à consumação dos crimes.

Já em relação ao réu Robson Calixto Fonseca, Moraes julgou procedente a acusação de participação e organização criminosa armada.

No caso do delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior, Moraes disse não ter dúvida de que ele estava na folha de pagamento de várias milícias, caracterizando os crimes de obstrução de Justiça e de corrupção passiva majorada.

O ministro, no entanto, avaliou que, apesar de a PGR ter imputado, a ele, triplo homicídio, sendo dois consumados e um tentado, não há “prova específica” de que Rivaldo tenha participado diretamente dos assassinatos.

Zanin e Cármem Lúcia

Em seu voto, Zanin corroborou com Alexandre de Moraes, inclusive com relação à falta de uma prova específica contra Rivaldo Barbosa.

“Em relação apenas a este réu, de fato existe uma dúvida razoável sobre sua participação nos homicídios, mas não em relação a sua atuação com o objetivo de obstruir as investigações, bem como em relação ao recebimento de vantagem indevida em troca da ausência da prática de atos de ofício e de outros atos que eram da atribuição deste réu”, disse Zanin.

Seguindo uma linha de raciocínio semelhante, no sentido de acompanhar o voto do relator, a ministra Cármem disse que “do conjunto das práticas demonstradas nos autos, excluindo como fez o Ministro Alexandre [no que se refere] a razoabilidade de alguma dúvida, o que me acomete é a falta de uma prova específica objetiva e formalizada”, disse a ministra.

Nesse sentido, a conclusão condenatória manifestada pela ministra é de um “caso típico de corrupção sistêmica”, complementou.

Penas

A sessão agora entra na fase de definir as penas do condenados

Fonte: Portal Correio

Comissão do Senado convida ministros para explicar gastos do Carnaval

0

A Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25/2), convocações e convites de ministros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Os requerimentos alegam que Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação Social e Margareth Menezes, ministra da Cultura são “a fim de prestar informações sobre termo de cooperação técnica entre a Embratur e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), com a interveniência do Ministério da Cultura (MinC), que assegurou um investimento de R$ 12 milhões para as 12 escolas do Grupo Especial do Carnaval Carioca, no ano de 2026, além de esclarecer os repasses realizados nos anos anteriores”.

Os requerimentos foram apresentados pelo senador Dr. Hiran (PP-RR).

Estava prevista a votação para o convite ao presidente da Embratur, Marcelo Freixo, mas foi retirado de pauta.

A oposição alega que há envolvimento de dinheiro público na escola de samba Acadêmicos de Niterói, que prestou uma homenagem à vida do petista. Alegam também que houve propaganda antecipada.

O governo federal destinou R$ 12 milhões para a Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro). Cada uma das 12 agremiações recebeu R$ 1 milhão.

A assinatura foi feita em um acordo de cooperação por representantes da Embratur e do Ministério da Cultura.

Metrópoles

 

Ataque a faca deixa ao menos quatro mortos nos EUA; agressor também morreu

0
(Reprodução/YouTube)
Suspeito, que ainda não foi identificado pelas autoridades, foi morto por um policial.

Pelo menos quatro pessoas foram mortas a facadas na manhã desta terça-feira (24) em Gig Harbor, no estado de Washington, nos Estados Unidos. O agressor, um homem de 32 anos, foi morto por policiais.

Três adultos morreram no local. A quarta vítima foi socorrida em estado grave a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos, segundo a emissora KING 5. O ataque ocorreu na 87th Avenue Court NW. O suspeito, que ainda não foi identificado pelas autoridades, foi morto por um policial.

Agentes do xerife do condado de Pierce foram acionados pouco antes das 09h no horário no local (11h em Brasília). Inicialmente, foi informado que o suspeito teria descumprido uma ordem de restrição. Mais tarde, a polícia esclareceu que a medida ainda não estava em vigor, pois não havia sido oficialmente entregue ao homem.

Uma testemunha relatou que viu o homem com o que parecia ser um picador de gelo. Ainda segundo o relato, voltou para dentro de casa e trancou a porta, mas o suspeito tentou arrombá-la sem sucesso.

O caso está sob investigação da Equipe de Investigação da Polícia do Condado de Pierce. O policial envolvido foi afastado administrativamente, conforme o protocolo do departamento.

Fonte: Portal Correio

Pe. Egídio e ex-servidor terão que ressarcir mais de R$ 500 mil ao Hospital Padre Zé

0
Pe. Egídio de Carvalho (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Condenação envolve desvio de 676 aparelhos eletrônicos doados pela Receita Federal ao hospital filantrópico.

O padre Egídio de Carvalho Neto e Samuel Rodrigues Cunha foram condenados a ressarcir R$ 525.877,77 ao Instituto São José e à Arquidiocese da Paraíba, como forma de reparação pelos desvios de bens do Hospital Padre Zé.

A sentença foi proferida pelo Juízo da 3ª Vara Criminal da Capital e integra a Operação Indignus. Pe. Egídio, então diretor-presidente do Hospital Padre Zé, e Samuel, que era chefe do Setor de Tecnologia da Informação da instituição filantrópica, foram responsabilizados pela apropriação indevida de 676 aparelhos eletrônicos doados pela Receita Federal ao Instituto São José e à Ação Social Arquidiocesana (ASA). Os fatos ocorreram entre 1º de junho e 24 de julho de 2023.

Além do valor a ser ressarcido, Pe. Egídio foi condenado a cinco anos, seis meses e 20 dias de reclusão, além de 132 dias-multa, à razão de 1/30 do salário mínimo vigente à época dos fatos. Samuel, por sua vez, foi condenado a quatro anos, sete meses e 16 dias de reclusão, além do pagamento de 110 dias-multa, também à razão de 1/30 do salário mínimo vigente à época.

Ambos deverão cumprir a pena inicialmente em regime semiaberto.

Relembre o caso

No dia 18 de setembro de 2023, padre Egídio de Carvalho, ex-diretor do Hospital Padre Zé, denunciou o furto de celulares doados pela Receita Federal, apontando Samuel Rodrigues como suspeito. Após a denúncia, Padre Egídio renunciou a direção do hospital.

A Polícia Civil investigou Samuel, operador de tecnologia da informação, por furto qualificado, resultando em sua prisão e posterior libertação em setembro. No dia 29 de setembro, Samuel prestou novos depoimentos.

A operação “Indignus” foi deflagrada após a descoberta de irregularidades, iniciando com o furto de mais de 100 aparelhos celulares da instituição.

Os celulares, doados pela Receita Federal, seriam vendidos em um bazar solidário para aquisição de uma ambulância com UTI e um carro para distribuição de alimentos.

Em 5 de outubro de 2023, o Gaeco apurou desvios de recursos públicos em instituições vinculadas ao padre, cumprindo 11 mandados judiciais. A investigação revelou que Padre Egídio desviou cerca de R$ 13 milhões em empréstimos, impactando a verba do SUS.

Diante das denúncias, a Arquidiocese da Paraíba afastou o padre Egídio de qualquer ofício ou encargo eclesiástico, impedindo-o de ministrar missas ou sacramentos

Após a denúncia anônima apresentada ao Ministério Público, uma força-tarefa foi criada para investigar as irregularidades no hospital. A gestão do Hospital Padre Zé solicitou ao Ministério Público uma ampla auditoria em todas as contas, contratos, convênios e projetos da instituição, após constatar inúmeras dívidas comprometendo sua funcionalidade

Fonte: Portal Correio

Paixão de Cristo de João Pessoa terá Wanessa Camargo, Bruno Fagundes e Lucy Alves no elenco

0

Foi anunciado, nesta terça-feira (24/02), o elenco da Paixão de Cristo em João Pessoa. A atriz e cantora paraibana Lucy Alves fará o papel de Maria e o ator Bruno Fagundes, filho de Antônio Fagundes, será Jesus. As apresentações acontecerão no início do mês de abril.

O elenco ainda terá a cantora Wanessa Camargo interpretando o papel do Anjo. O espetáculo terá texto e direção de Everaldo Vasconcelos e assistência de direção de Kalline Brito e Evana Arruda. A peça terá performances de teatro, dança e coro.

A “Paixão de Cristo – Ele vive” será encenada no Adro do Museu São Francisco, no Centro Histórico da capital paraibana. Nos dias 2 e 4 de abril, as apresentações ocorrerão às 19h. Já no dia 3 de abril, haverá sessões às 18h e às 20h30.

 

ClickPB

Prefeitura de Riachão do Bacamarte paga folha de fevereiro nesta quarta (25)

0

A Prefeitura de Riachão do Bacamarte informou que realiza nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, o pagamento da folha salarial referente ao mês de fevereiro para todos os servidores municipais.

Justiça da Paraíba nega pedido de habeas corpus a Hytalo Santos e Euro

0
Decisão foi unânime após a análise do processo pela Câmara Criminal; defesa do casal deve recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)

A Justiça da Paraíba negou mais um pedido de habeas corpus pedido pela defesa do influenciador Hytalo Santos e do companheiro dele, Israel Natã Vicente, presos sob a acusação de exploração sexual de menores de idade.

A decisão foi unânime após a análise do processo pela Câmara Criminal. O relator do processo, o desembargador João Benedito, que havia afirmado no começo do julgamento ser favorável a substituição da prisão pela imposição de medidas cautelares, mudou de posicionamento e votou por negar o habeas corpus.

Com a decisão, Hytalo e Euro continuam presos na Penitenciária Flósculo da Nóbrega, no bairro do Róger, em João Pessoa.

A defesa do casal deve recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a decisão da Justiça da Paraíba.

No domingo (22), a Justiça condenou Hytalo Santos a 11 anos e 4 meses de prisão e seu companheiro, Israel Natã Vicente, a 8 anos e 10 meses pela produção, reprodução e transmissão de conteúdo com conotação sexual envolvendo adolescentes.

Fonte: Portal Correio

Defesa de PM envolvido em confusão no ‘Muriçocas do Miramar’ contesta versão de tentativa de homicídio

0
Advogados classificaram prisão preventiva como uma medida “absurda” e “desproporcional” e apontaram influência política na decisão.

A defesa do policial militar José Eduardo de Oliveira Filho, envolvido em uma confusão dentro de um camarote durante o desfile do bloco Muriçocas do Miramar, classificou a prisão do PM como “absurda” e “desproporcional”. Ele teve a prisão mantida nessa segunda-feira (23), após decisão da Justiça.

De acordo com a nota divulgada à imprensa, a defesa apontou que o policial agiu em legítima defesa “diante de injustas agressões iniciadas por um grupo de jovens que promoviam desordem e instabilidade no local” e que a acusação de tentativa de homicídio foi imposta “ignorando a realidade dos fatos e a ausência de qualquer indício de intenção de matar”.

Pedido de habeas corpus de Hytalo Santos e Euro é julgado nesta terça-feira (24)

“O Sr. José Eduardo é Policial Militar com longa e honrosa trajetória na segurança pública. Durante toda a sua vida funcional e pessoal, sempre prezou pela proteção do cidadão e pela manutenção da ordem, possuindo uma trajetória ilibada, sem qualquer mácula ou registro de problemas em sua conduta”, diz outro trecho da nota.

Decisão teria ‘influência política’

Os advogados de José Eduardo também apontaram uma suposta “pressão política” no caso porque as vítimas “possuem parentesco direto com figuras políticas de notória influência nos âmbitos municipal e estadual, o que parece ter conferido ao caso uma apuração distanciada da técnica jurídica”.

A defesa fez referência ao fato das vítimas da agressão serem filhos do deputado federal Mersinho Lucena (PP) e netos do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB).

Cícero se manifestou sobre o caso em entrevista à Rádio Correio 98 FM, destacando a atuação da polícia até a prisão do policial.

“Que isso sirva de lição para qualquer um que não se pode bater em mulher, em menores de idade, principalmente com a diferença física que ficou muito clara nos vídeos postados”, disse o prefeito.

Entenda o caso

José Eduardo, que atua como policial militar em Pernambuco, teria agredido dois jovens durante uma confusão generalizada dentro de um dos camarotes do bloco Muriçocas do Miramar, no dia 11 de fevereiro.

A prisão de José Eduardo foi decretada dois dias depois, no dia 13, mas ele só foi preso no último domingo (22). Desde então, está detido no prédio do 1º Batalhão da Polícia Militar da Paraíba, no Centro de João Pessoa.

Fonte: Portal Correio