Foragido que aplicou golpe a fornecedores de alimentos em Esperança é preso pela Polícia Civil

O homem, natural de Campina Grande, havia escapado da “Operação Caduceu” realizada no último dia 12 de julho.

Um homem de 41 anos que conseguiu fugir da “Operação Caduceu” realizada no útlimo dia 12 de julho foi preso nesta terça-feira (31) pela Polícia Civil da Paraíba, com apoio do Grupo Tático Especial (GTE) de Esperança. O foragido é natural de Campina Grande e se encontra recolhido na Cadeia Pública de Esperança à disposição da Justiça.

Segundo o delegado Cristiano Santana, as investigações que desencadearam a “Operação Caduceu” referem-se ao golpe aplicado em mais de 40 fornecedores de cereais, frios e outros produtos do gênero de todo o país. “As estimativas de prejuízo foram na ordem de R$ 10 milhões”, lembrou.

A operação foi deflagrada em uma ação conjunta das Polícias Civis da Paraíba e do Rio Grande do Norte, quando foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Campina Grande,  João Pessoa e Natal.

Participaram policiais do Grupo Tático Especial (GTE) da 12ª Delegacia Seccional de Esperança, como apoio da DEICOR/RN (Divisão Especializada em Investigações e Combate ao Crime Organizado), e ainda, da Delegacia de Defraudações de João Pessoa.

Entenda o caso

Golpistas do Estado do Rio Grande do Norte se instalaram na cidade de Esperança e, com o apoio de um comerciante local (também alvo da investigação) alugaram um depósito no Centro da cidade,  passando a operar uma pequena distribuidora de gêneros alimenticios e de limpeza, como também de bebida (ATACADO TROPICAL).

No início, o grupo criminoso comprava quantidades menores aos fornecedores, mas com o passar dos meses, iam adquirindo a confiança e aumentando seu score, aumentando gradativamente seu volume de mercadorias.

“Somente entre os meses de março e abril do corrente ano, realizaram compras milionárias a diversos fornecedores e ‘sumiram do mapa’. Deixando vários empresários (fornecedores) desesperados,  chegando o caso à Polícia Civil, que instaurou inquérito e fez as representações devidas”, concluiu o delegado Cristiano Santana.

ClickPB

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