sexta-feira, março 1, 2024
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Ministros se reúnem para discutir crise na Terra Indígena Yanomami

Representantes de 14 ministérios se reúnem nesta terça-feira (23) para discutir a crise humanitária que atinge a Terra Indígena Yanomami. A Funai também participa do encontro no Palácio do Planalto.

O Planalto quer apresentar até o fim desta semana um cronograma de atuação. A coordenação é da Casa Civil.

No início do mês, o governo federal anunciou que as ações da União na Reserva Indígena Yanomami devem passar de emergenciais para permanentes.

Entre as medidas está a criação de uma “casa de governo“, órgão que representará o executivo federal no estado de Roraima e vai congregar representantes de diversos ministérios, além de uma nova organização de logística de atendimento e segurança pública.

A intenção é estudar também alternativas econômicas para a população que vive direta ou indiretamente do garimpo.

O custo das medidas para 2024 é estimado em R$1,2 bilhão de reais e deverá ser feito por meio de crédito extraordinário.

Apoio aéreo

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou nesta segunda-feira (22) que a pasta vai apresentar até o fim da semana um projeto para atuação permanente das Forças Armadas na região da Terra Indígena Yanomami.

A decisão vem após o Ministério da Defesa negar aeronaves para levar uma comitiva de ministros à Terra Indígena Yanomami, no último dia 10.

Na data, as ministras Marina Silva (Meio Ambiente), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Silvio Almeida (Direitos Humanos) foram a cidade Auaris, em Roraima, com o objetivo de acompanhar a crise humanitária no território.

Múcio afirmou que não houve uma negativa proposital do Ministério de aeronaves mas, sim, uma indisponibilidade de aeronaves no momento em que foram solicitadas.

“Evidentemente que nós não temos aviões nem helicóptero no estoque, na prateleira. Nós temos o mesmo número de aeronaves que temos já há alguns anos. Temos mais ministros, temos outras ações, essa questão de anormal precisa de atenção especial”, afirmou o ministro.

CNN Brasil

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