Nêgo Dó é condenado a 16 anos de prisão pelo Júri de Ingá

Homicídio ocorreu no Sítio Gentil

Foi realizada nesta manhã de segunda-feria (12) a 3ª Sessão Ordinária do Egrégio Tribunal do Júri da Comarca de Ingá, onde foi julgado o homicídio ocorrido em 10 de agosto de 2008, no Sítio Gentil, que teve como vítima José Severino da Silva, vulgo Déda, morto a golpes de foice, tendo como principal acusado Josimar da Silva, vulgo Nêgo Dó.

Outros quatro suspeitos também respondiam pelo crime: Sandro Moura de Oliveira, José Roberto da Silva e Manoel Messias da Silva Raimundo, sendo que no ano de 2011, no dia em que estes foram levados a julgamento, Nêgo Dó que estava foragido foi preso e confessou o crime, fato que levou os jurados a absolver os demais.

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Apesar de ter confessado o crime em três oportunidades, perante o Ministério Público, Polícia e Justiça, em seu depoimento durante a realização do júri, Nêgo Dó negou a autoria surpreendendo a todos.

Dr. Bruno César Cadé
Dr. Bruno César Cadé

A tese de negativa de autoria foi defendida pelo advogado Bruno César Cadé.

Dr. Arlindo de Almeida Silva, Promotor de Justiça
Dr. Arlindo de Almeida Silva, Promotor de Justiça

Trabalhou na acusação, o promotor de justiça em substituição, Arlindo de Almeida Silva.

Analista judiciária, Paula Francinete, e Juíza Virgínia Moniz
Analista judiciária, Paula Francinete e Juíza Virgínia Moniz

Ao final das réplicas e tréplicas, o Tribunal do Júri se reuniu secretamente e por maioria dos votos julgou o réu culpado do crime de homicídio qualificado, por motivo fútil, através de emboscada, no que impossibilitou a defesa do ofendido. A juíza Virgínia de Lima Fernandes Moniz aplicou-lhe a pena de 16 anos de prisão, a ser cumprido em regime fechado em penitenciária estadual de segurança máxima, por assim recomendarem seus antecedentes. Josimar da Sivla, Nêgo Dó, já está preso desde 2011.

Veja a leitura da sentença:

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