Ataque próximo a jantar onde Trump estava mostra limites da segurança do presidente dos EUA em eventos com milhares de pessoas.
O som dos disparos interrompeu uma noite que, até então, seguia sob um dos esquemas de segurança mais rigorosos dos Estados Unidos. O tiroteio nas proximidades do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, levou o presidente Donald Trump a deixar o local às pressas, mesmo em um evento cercado por barreiras, detectores e agentes armados.
Realizado no hotel Washington Hilton, o encontro reúne cerca de 2.300 convidados entre políticos, jornalistas e empresários. É um dos eventos mais sensíveis do calendário político americano, uma vez que concentra autoridades em um ambiente fechado. Para dar conta desse cenário, o esquema mobiliza diferentes camadas de proteção coordenadas pelo Serviço Secreto dos EUA, responsável direto pela segurança presidencial.
Confira o flagrante:
O suspeito de ter atirado durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca na noite deste sábado, 25/04, foi identificado como Cole Tomas Allen, segundo a imprensa americana. Ele disse às autoridades que tinha como alvo autoridades ligadas ao presidente americano Donald Trump.
O homem de 31 anos seria morador de Torrance, na Califórnia, nos subúrbios a sudoeste de Los Angeles. A polícia informou que ele era hóspede do hotel Washington Hilton, onde o jantar acontecia, e portava várias armas — incluindo revólveres e facas.
Allen está recebendo tratamento hospitalar após o incidente e deve ser formalmente acusado na segunda-feira. Ele irá responder por uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a agentes federais.
Veja o momento em que o homem consegue furar bloqueio de seguranças:
G1



