om recorde de público, o governador João Azevêdo presidiu, na noite desta sexta-feira (12), na cidade de Itabaiana (12ª Região Geoadministrativa), a penúltima audiência do Orçamento Democrático Estadual – CIclo 2024, que reuniu quase 9 mil pessoas e elegeu prioridades de investimentos para o próximo ano orçamentário. Na ocasião, o chefe do executivo fez entregas de benefícios e assinou ordens de serviços para a região que somam mais de R$ 8 milhões de investimentos.
Exclusivo: Obama expressou preocupações sobre Biden
O ex-presidente dos EUA, Barack Obama,conversou com a ex-porta-voz da câmara, Nancy Pelosi, em particular sobre Joe Biden e o futuro de sua campanha de 2024. Os dois expressaram preocupação sobre o quão difícil eles acham que se tornou para o atual presidente derrotar Donald Trump. Nenhum dos dois tem certeza sobre o que fazer.
Os democratas estão desesperados para que as desanimadoras lutas internas acabem para que possam voltar a tentar derrotar o ex-presidente Donald Trump. E estão implorando a Obama ou a Pelosi que os ajudem a chegar lá, cientes de que o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, não tem a confiança de Biden e que o líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, não tem a profundidade de relacionamento necessária para transmitir a mensagem.
A CNN conversou com mais de uma dúzia de membros do Congresso, agentes e várias pessoas em contato com Obama e Pelosi, muitos dos quais dizem que o fim da candidatura de Biden parece claro e neste momento é apenas uma questão de como isso vai se desenrolar, mesmo após a entrevista coletiva de quinta-feira (11) à noite.
E se esses dois pensam o contrário, dizem vários líderes democratas, precisam dizer isso claramente o mais rapidamente possível, antes que ainda mais danos sejam causados, menos de quatro meses antes das eleições.
Muitos dos colegas de Pelosi esperam que ela consiga pôr fim à turbulência que envolveu os democratas nas últimas duas semanas. E para uma boa parte deles, esse fim pode ocorrer se e quando ela disser a Biden que ele terá que desistir.
Pelosi conversou com Biden desde o debate, mas desde então, a democrata da Califórnia deixou claro que não vê a decisão de Biden de permanecer na disputa como final. Mas ela, por meio de um assessor, se recusou a comentar mais.
A decisão de Obama de não fazer qualquer comentário público durante duas semanas deixou vários líderes democratas com a sensação de que ele os deixou em dificuldades ao manter a mesma postura que definiu em grande parte a sua pós-presidência.
Após o debate, ele postou no X: “Noites de debate ruins acontecem. Acredite em mim, eu sei”, reiterando esse sentimento em uma arrecadação de fundos em Nova York para os democratas da Câmara na noite seguinte ao desempenho de Biden. O ex-presidente nem tinha planejado fazer qualquer declaração pública, mas os assessores de Biden e Obama se coordenaram para divulgar essa postagem de uma forma que refletisse a versão da campanha de Biden de que o primeiro debate da campanha à reeleição de Obama em 2012 também correu mal, e não levou à desistência da corrida.
Mas o ceticismo crescente de Obama sobre a capacidade do seu amigo de vencer a reeleição é um dos segredos mais mal guardados em Washington.

Quando a história deste extraordinário período de duas semanas da política americana for escrita, as impressões digitais de Obama e Pelosi serão muito mais aparentes do que se sabe atualmente, disseram à CNN pessoas familiarizadas com o assunto, já que os líderes democratas serviram de guia para uma festa em pânico.
“Eles estão observando e esperando que o presidente Biden tome uma decisão por conta própria”, disse à CNN um democrata de longa data próximo a todos eles, falando sob condição de anonimato para evitar ser visto como desrespeitoso com Biden.
A campanha de Biden não quis comentar.
Embora não conteste que a ex-porta-voz da Câmara e Obama tenham falado sobre Biden, um assessor de Pelosi falou à CNN após a publicação deste artigo pela primeira vez: “Não há nenhum membro do Congresso que tenha conhecimento de qualquer conversa que Pelosi teria com o presidente Obama. Qualquer um que diga que sim não está falando a verdade”.
Obama tem recebido mais ligações do que faz, dizem pessoas que falaram com ele. Quando fala com doadores e responsáveis democratas ansiosos, tem ouvido mais do que falado, evitando cuidadosamente assumir posições que, supõe, iriam vazar rapidamente.
Essa também foi a abordagem de Obama à ligação que teve com Biden após o debate, que o atual presidente sugeriu a outros que incluía o apoio do ex-presidente para que ele superasse a turbulência. Porém, de acordo com outras pessoas familiarizadas com o apelo, Obama manteve a sua postura de ser uma “caixa de ressonância e conselheiro privado”. Ele interpretou o advogado do diabo. Mas ele não tomou posição.
Em conversas com alguns democratas nas últimas duas semanas, Obama afastou a noção de que poderia empurrar Biden numa direção ou noutra, mesmo que quisesse, o que sublinha a sua relação complicada, mas leal, de longa data. E a situação complicou-se ainda mais durante o tempo que passaram separados: desde que deixaram o cargo – e dos seus almoços semanais na Casa Branca durante oito anos – os dois têm falado muito menos do que alguns dos seus conselheiros muitas vezes insinuaram.
Se o ex-presidente tentou convencer Biden a sair, dizem pessoas que conhecem Obama, ele conhece o prisma através do qual isso pode ser visto. Biden escreveu que sentiu que Obama não o encorajou a chegar atrasado às primárias democratas nos meses após a morte de seu filho Beau em 2015. Embora Obama acredite que estava tentando ajudar seu então vice-presidente a se concentrar em sua dor e não no que teria sido uma campanha primária incrivelmente difícil contra Hillary Clinton e Bernie Sanders, talvez não fosse assim que outra conversa seria.
“Biden diria: ‘Bem, senhor presidente, você já usou essa carta em 2015 e ela nos trouxe Donald Trump’”, especulou um antigo assessor de campanha de 2020. “Acho que isso o endureceria ainda mais”.
Obama também detesta dar a Trump, que é sempre estimulado por ele, qualquer material novo ao envolver-se ativamente.
No passado – incluindo durante as primárias democratas de 2020 – Obama entendeu que seu papel no partido era unificar a estrutura numa validação da direção que a legenda deveria tomar em momentos em que diferentes partes da coalizão estivessem céticas.
Até agora, ele não se comprometeu a desempenhar esse papel na turbulência sobre se Biden deve permanecer como candidato, o que acontecerá se ele permanecer ou o que acontecerá se ele mudar de rumo e decidir ir embora. “Bem, ele é conhecido como Obama sem drama”, disse o deputado Emanuel Cleaver, um democrata do Missouri. “Então, se há drama, é ele quem deve lidar com isso”.
Padre Zé: nova audiência deve ouvir Egídio, Jannyne e Amanda hoje
A Justiça da Paraíba retoma nesta sexta-feira (12) a audiência de instrução de um dos processos que investiga supostos desvios milionários no Hospital filantrópico Padre Zé, em João Pessoa.
Como observou o ClickPB, a audiência deve ter início após as 8h30 e ocorrerá de forma híbrida, com os acusados Egídio de Carvalho (ex-presidente do Hospital), Jannyne Dantas (ex-diretora financeira) e Amanda Duarte (ex-tesoureira) participando online.
Todos os três estão presos, porém Egídio e Amanda cumprem prisão em regime domiciliar.
A audiência que ocorrerá hoje deveria ter sido realizada no dia 13 de junho, porém foi adiada à época após solicitação da defesa de uma das partes alegando que não tinha acesso a toda a denúncia envolvendo o caso.
O processo envolvendo Egídio, Jannyne e Amanda tramita na 4ª Vara Criminal da Capital. A audiência deve ser comanda pelo juiz José Guedes Cavalcanti Neto.
Os crimes que constam no processo são os seguintes:
- crimes contra a Fé Pública – Falsidade ideológica;
- Crimes Praticados por Funcionários Públicos Contra a Administração em Geral;
- Peculato;
RELEMBRE: gestão do Padre Egídio e os supostos desvios de mais de R$ 100 milhões no Padre Zé
O escândalo envolvendo a gestão de Egídio de Carvalho a frente do Hospital Padre Zé ‘estourou’ em 17 de novembro de 2023, por meio da operação ‘Indignus’, realizada de forma conjunta entre o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado –(Gaeco) do Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB), Polícia Militar da Paraíba e pela Polícia Civil da Paraíba.
Egídio, Jannyne Dantas e Amanda Duarte, apontados como principais pessoas da administração Padre Zé, foram presos no início da operação.

Conforme acompanhou o ClickPB, a operação teve como objetivo apurar os fatos que indicam possíveis condutas criminosas ocorridas no âmbito do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana (ASA).
Segundo as investigações, há indícios de desvios de recursos públicos destinados a fins específicos, por meio da falsificação de documentos e pagamento de propinas a funcionários vinculados às referidas entidades.
Ao longo de pouco mais de 10 anos, os desvios no Hospital Padre Zé e na ASA teriam chegado a mais de R$ 140 milhões, conforme aponta até o momento as investigações da força-tarefa.
O suposto esquema montado pelo padre Egídio teria bancado desde vinhos no valor de R$ 1,500 à imóveis de luxo na beira-mar de João Pessoa.
ClickPB
ATENÇÃO: Todas as 223 cidades da Paraíba estão sob alerta de ventos intensos
Todas as cidades da Paraíba estão sob alerta de perigo potencial de vendaval. O aviso foi emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e é válido das 12h desta sexta-feira (12) até às 18h do sábado (13). Durante este período são esperados ventos entre 40 km/h e 60 km/h.
VÍDEO: aos 94 anos, influencer quer ir para Tambaba e crava: “entrei na modernidade, sou uma mulher diferente”
Influencer se chama Estelinha Bezerra, uma senhora que mora em São Paulo e tem o desejo de se mudar para João Pessoa.
Farmácia Popular passa a oferecer 95% dos medicamentos gratuitamente
O Programa Farmácia Popular está disponibilizando gratuitamente 95% dos medicamentos e insumos oferecidos. A informação foi divulgada nessa quarta-feira (10).
Segundo o Ministério da Saúde, remédios para condições como colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite já estão disponíveis para retirada sem custo em unidades credenciadas.
A lista completa de medicamentos e insumos disponibilizados pode ser acessada aqui. Já a lista de farmácias e drogarias credenciadas ao programa pode ser acessada aqui. A expectativa da pasta é que cerca de 3 milhões de pessoas que já utilizam o programa sejam beneficiadas. “Em média, isso pode gerar uma economia para os usuários de até R$ 400 por ano”.
Entenda
O Farmácia Popular oferta, atualmente, 41 itens entre fármacos, fraldas e absorventes. Até então, somente medicamentos contra diabetes, hipertensão, asma e osteoporose, além de anticoncepcionais, eram distribuídos de forma gratuita.
Para os outros remédios e insumos, o ministério arcava com até 90% do valor de referência e o cidadão pagava o restante, de acordo com o valor praticado pela farmácia. Com a atualização, 39 dos 41 itens de saúde distribuídos podem ser retirados de graça.
O programa
O Farmácia Popular foi criado em 2004 com o objetivo de disponibilizar medicamentos e insumos de saúde. No ano passado, passou a incluir remédios para osteoporose e anticoncepcionais e, este ano, adotou também a distribuição de absorventes para pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes da rede pública.
Dados do governo federal indicam que o programa está presente em 85% dos municípios brasileiros, cerca de 4,7 mil cidades, e conta com mais de 31 mil estabelecimentos credenciados em todo o país, com capacidade para atender 96% da população brasileira. “A expectativa do Ministério da Saúde é universalizar o programa, cobrindo 93% do território nacional”.
“Já foram credenciadas 536 novas farmácias em 380 novos municípios de referência do Programa Mais Médicos, com 352 cidades do Norte e Nordeste recebendo a primeira unidade cadastrada. Para alcançar a meta, o credenciamento de novas farmácias e drogarias foi aberto em 811 cidades de todas as regiões do país, com prioridade para os municípios que participam do Mais Médicos – uma estratégia que visa a diminuição dos vazios assistenciais.”
Portal Correio
Fazenda reduz para R$ 18 bi impacto da desoneração da folha em 2024
O impacto da desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia e para pequenos municípios será de R$ 18 bilhões em 2024, disse nessa quarta-feira (10) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, o governo revisou para baixo a estimativa por causa da evolução das receitas ao longo do ano.
“Nós tínhamos falado inicialmente em R$ 22 bilhões [de perda de arrecadação federal]: R$ 10 bilhões dos municípios e R$ 12 bilhões dos 17 setores. Depois, com a evolução da arrecadação deste ano, fomos reestimando o valor, e ele caiu um pouquinho: para R$ 17 bilhões a R$ 18 bilhões em 2024. É com base nisso que nós estamos fazendo a reprojeção da compensação”, disse o ministro.
Haddad defendeu que o Senado aprove, antes do recesso parlamentar, o projeto de lei que compensa os R$ 18 bilhões da prorrogação do benefício. O ministro ressaltou que o governo precisa dos recursos para elaborar o Orçamento de 2025, que será enviado ao Congresso no fim de agosto.
“Tem que ser votado. Até porque eu preciso disso para fechar o Orçamento [de 2025]. Eu preciso neste momento. Vou fazer o possível para que o projeto seja votado, porque, se a gente votar até o começo de agosto, tem que votar antes do [envio do] Orçamento”, declarou o ministro.
Haddad lembrou que, se o projeto não for aprovado a tempo, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinará o fim da desoneração da folha de pagamento. A votação no Senado está prevista para esta quarta-feira.
O ministro afirmou ter negociado, nesta quarta, detalhes do projeto com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, mas não informou quais seriam os pontos discutidos. “Fiquei aqui de fazer uma relação de um último objeto de negociação que foi feito agora com o presidente [Pacheo]. Vou sentar com a Receita Federal agora para redigir aquilo que foi adiantado ali com o presidente e vou remeter para o senador Jacques Wagner [relator do projeto] até hoje à noite, se tudo der certo”, acrescentou Haddad.
Histórico
Em maio, quando o governo, o Congresso e o STF fecharam um acordo para prorrogar a desoneração da folha até 2027, a Receita Federal tinha informado que o impacto seria de R$ 26,3 bilhões. Desse total, R$ 15,8 bilhões corresponderiam às empresas e R$ 10,2 bilhões aos municípios.
Posteriormente, o governo editou uma medida provisória que restringia as compensações do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e reforçaria os cofres federais em R$ 29,2 bilhões. O texto foi devolvido ao governo por falta de acordo.
ClickPB
Lira diz que inclusão da carne na cesta básica terá ‘impacto grande’ na alíquota do IVA
Contrário à inclusão da Carne na cesta básica, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que a medida, decidida nos instantes finais da votação do projeto que regulamenta a reforma tributária, terá um impacto grande na alíquota padrão do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), a ser paga por todos os contribuintes.
Segundo o parlamentar, o que deu mais conforto à decisão foi a inclusão de uma trava para que essa alíquota não ultrapasse os 26,5%. A inclusão dessa trava significa que, se o Congresso quiser ampliar ou conceder alguma isenção ou benefício, será preciso cortar de outro lado para evitar um aumento na alíquota padrão, paga sobre a maior parte dos bens e serviços consumidos pelos brasileiros.
]”A inclusão da proteína na cesta básica vai dar um impacto grande na alíquota […]. Mas o que deu mais conforto foi essa trava dos 26,5%, que foi colocada no texto. Se bater perto, vai ter que ter alteração, vai ter que se rever. E aí, com o tempo, [avaliar se] foram todas as proteínas, quais ficam, quais saem, mexe em outra situação, em outra vertente”, disse Lira.
A Fazenda estima o efeito em 0,53 ponto percentual, em uma alíquota estimada em 26,5%. Já o Banco Mundial projeta que esse efeito poderia ser até maior, de 0,57 ponto percentual.
Lira sinalizou que não mudou sua visão sobre a questão. “Quem manda nas discussões da Casa, nas votações, são os parlamentares. O acordo foi feito, segue para o Senado e a gente vai acompanhando”, afirmou.
O tema das carnes se tornou foco de divergência entre Lira e o Planalto. Lula defendia a inclusão de carne na cesta básica. Em entrevista ao UOL no fim de junho, o petista entrou na discussão da reforma ao defender a isenção de impostos para o frango.
Há uma avaliação da ala política do governo de que essa medida teria forte apelo popular, porque o volume de proteína animal consumida no Brasil é relevante. Além disso, uma das promessas de campanha do petista era que os brasileiros voltariam a comer carne, como a picanha.
A equipe do Ministério da Fazenda, por sua vez, calculou o impacto de 0,53 ponto percentual na alíquota padrão do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). O impacto era um dos motivos citados por Lira para justificar a posição contrária à inclusão. Na semana passada, o presidente da Câmara disse que isso acarretaria um “preço pesado para todos os brasileiros”.
“Não tem polêmica em relação à carne, nunca houve proteína na cesta básica, nunca houve. Se couber, a gente vai ter que ver quanto essa inclusão representa na alíquota que todo mundo vai pagar”, disse Lira na ocasião.
Nas discussões mais recentes, ele argumentou a interlocutores que contemplar as carnes seria uma “insanidade” e que a fatura seria paga por todos os contribuintes.
Após a votação, Lira afirmou que “cada lado agora vai ter sua narrativa”.
“Na realidade, o presidente Lula apoiava, a emenda foi feita pela oposição. Houve o acordo e votou-se o texto. Não tem outra coisa mais do que isso. Eu não vou estar comentando versão de um lado nem versão de outro. Muito mais importante do que essa polarização que a gente insiste em fazer é a reforma que a gente entregou hoje para o país”, disse.
As carnes entraram de última hora na cesta básica nacional, que terá alíquota zero.
Designado relator do projeto, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) incluiu outros três novos itens (óleo de milho, aveia e farinhas), mas resistiu aos apelos para contemplar a proteína animal até cerca de 21h de quarta, quando subiu à tribuna para anunciar a inclusão.
“Estamos acolhendo no relatório da reforma todas as proteínas: carnes, peixe, queijos e, lógico, o sal. Porque o sal é um ingrediente da culinária brasileira”, disse o petista. A medida evitou uma derrota para o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que atuou diretamente na tentativa de barrar a medida.
Portal Correio
Cientistas avançam com novo spray nasal capaz de reverter danos causados pelo Alzheimer
teste, realizado por cientistas da Universidade do Texas, obteve sucesso em cadáveres, mas precisa ser reproduzido em humanos
INGÁ: nesta sexta (12) no Pátio do Mercado tem Toca do Vale, Luka Bass e Matheus Lira
Continuidade das Festas Juninas em Ingá com Programação Estendida
As festividades juninas em Ingá terão continuidade neste fim de semana, com uma programação diversificada. Na sexta-feira, dia 12 de julho, o Pátio do Mercado Público será palco dos shows das bandas Toca do Vale, Luka Bass e Matheus Lira, como parte das celebrações do São João 2024, organizadas pela Prefeitura Municipal de Ingá.
No sábado, dia 13 de julho, as festividades continuarão com apresentações das bandas Karkará, Capital do Sol e Fabiano Guimarães.
O Pátio do Mercado estará preparado para receber os moradores de Ingá e toda região, oferecendo estrutura adequada para garantir o conforto e a segurança dos participantes

