Diligências foram realizadas, mas sem êxito.
POR RENATO DINIZ
Diligências foram realizadas, mas sem êxito.
POR RENATO DINIZ
A temporada 2014 ainda está longe da metade e o Flamengo já tem, nesta quarta, às 22h, contra o Emelec, o seu primeiro jogo do ano. Em 90 minutos, serão definidos o planejamento feito para o futebol até dezembro e parte do orçamento, que pode sofrer cortes drásticos em caso de derrota e consequente eliminação da Libertadores
A matemática é simples. Em caso de vitória ou empate, o Flamengo segue firme na briga e leva a decisão da vaga nas oitavas para o Maracanã, onde enfrentará o León, no dia 9. Se perder, dará adeus ao torneio e terá que replanejar todo o restante do ano.
Só com premiações, o Rubro-negro deixará de brigar por até R$ 9,5 milhões. Esse é o somatório dos prêmios que o vencedor da competição levará das oitavas até o título. Além disso, o clube deixará escapar por entre os dedos a oportunidade de incrementar a receita com bilheteria.
Este ano, em seu plano de orçamento, a diretoria planejava obter pelo menos R$ 10 milhões com renda bruta (tomando como base que o time chegaria ao menos nas quartas de final. Caso fosse além, esse valor poderia ser maior). Nos dois primeiros jogos da equipe no Maracanã (Emelec e Bolívar), a arrecadação foi de R$ 3,8 milhões.
A continuidade do time na Libertadores também é fundamental no objetivo de aumentar o número de sócios-torcedores, com os quais o clube espera arrecadar cerca de R$ 45 milhões em 2014. Para chegar a essa cifra, a meta é atingir 80 mil associados este ano. No momento, o clube registra 63,7 mil sócios.
Anfitrião camarada
Se a pressão é grande, os números levam alguma esperança para os rubro-negros no Estádio George Capwell. O histórico do Emelec desde a primeira participação na Libertadores, em 1962, mostra um anfitrião não tão cruel. Em 86 jogos como mandante, o time equatoriano venceu apenas a metade (43). Foram 18 empates e 25 derrotas.
Contra brasileiros, o desempenho é pior. Em 11 confrontos, foram apenas duas vitórias, justamente contra a dupla carioca Fla-Flu. Nos demais, sete empates e duas derrotas. Números que mostram não ser impossível voltar do Equador ainda vivo na competição.
O rival, no entanto, vive bom momento. Em 14 jogos no ano, foi derrotado apenas três vezes (uma delas para o próprio Flamengo, no Maracanã), sendo todas fora de casa. Em seu estádio, a última queda foi no dia 13 de setembro, para o El Nacional, de Quito, pela liga equatoriana. Uma invencibilidade de quase sete meses. Aos rubro-negros, só resta encará-la.
Brasília – Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovaram uma resolução para tentar dificultar as doações ocultas nas campanhas políticas. Comum nas últimas campanhas, essa prática ocorre quando os partidos distribuem recursos arrecadados em empresas para candidatos ou comitês sem identificar a origem do dinheiro.
Pela regra baixada pelo TSE em fevereiro, as doações entre partidos políticos, comitês financeiros e candidatos deverão ser identificadas com o CNPJ ou CPF do doador originário. Um recibo eleitoral deverá ser emitido para cada doação. Os recursos de origem não identificada não poderão ser usados. Eles deverão ser transferidos para o Tesouro Nacional. Conforme o TSE, a falta de identificação completa do doador ou a informação de números de CPF ou CNPJ inválidos caracterizarão o recurso como de origem não identificada.
Na eleição de 2010, o TSE já havia tentado resolver o problema, mas as medidas não foram suficientes para acabar com as doações ocultas. De acordo com dados divulgados em 2011, os 12 maiores partidos políticos brasileiros repassaram às campanhas eleitorais em 2010 mais de R$ 500 milhões sem que os beneficiados fossem obrigados a informar de forma clara de quem estavam recebendo os recursos – o dobro do registrado em 2008.
Por meio das doações ocultas, as empresas doadoras não ficavam com o seu nome vinculado aos candidatos que recebem os recursos. Mas os eleitores não tinham como saber para quais políticos foi destinado o dinheiro.
Pelas regras em vigor até agora, as siglas arrecadavam os recursos e, na prestação de contas anual à Justiça Eleitoral, tinham de revelar a identidade dos doadores. Mas os candidatos que recebiam o dinheiro não eram obrigados a especificar de forma clara os dados dos doadores.
Mariangela Galucci
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Resultado publicado no Jornal da Paraíba