Interessante é podermos ler e meditar os textos bíblicos, também com os seus paralelos, como acontece com Lc 12,54-59 – semelhante a passagem presente em Mt 16,1-3 – para então percebermos melhor o contexto.
Jesus, pra variar, estava sob o fogo dos fariseus e saduceus que reclamavam dele um sinal messiânico (cf. Mt 16,1). Então Cristo, tão paciente quanto profético, recusou-se em dar um “espetáculo” visto ser O Sinal, Sacramento do Pai das misericórdias enviado para salvar o mundo, ou como bem expressou o teólogo São Paulo: «Ele é a imagem de Deus invisível, o primogênito de toda a criação» (Cl 1,15).

