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Defesa Civil constata desgaste na fita que sustenta vidro em shopping de Campina Grande após morte de mulher

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A Defesa Civil de Campina Grande vistoriou o Shopping Partage, onde uma mulher de 64 anos morreu nesse domingo (26) após o desabamento de uma estrutura de vidro do local. Como acompanhou o ClickPB, nessa primeira fiscalização ficou constatado que havia um desgaste na fita que sustentava o vidro que desabou.

O agente da Defesa Civil, Brayner Neivar, em entrevista à TV Arapuan, informou que a ação do tempo pode ter provocado o desgaste na fita.

“Inicialmente foi observado que o vidro se soltou por fadiga na fita que sustenta o vidro. A Polícia Civil também vai fazer o laudo e depois vamos divulgar o resultado. A gente sabe que a ação do tempo prolongada, em relação a temperatura, sol e chuva, aqui em Campina Grande é muito frio à noite, essa soma pode ter causado a fadiga do material”, contou.

Maria do Socorro da Silva havia passado a tarde passeando no shopping com as sobrinhas e no momento do incidente estava aguardando um carro por aplicativo para ir para casa. Elas estavam nas escadas do shopping quando o vidro desabou e caiu em cima da vítima que morreu na hora.

ClickPB

Prefeito Robério acompanha o início das obras de asfalto no Ananias. Outros bairros também serão contemplados

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Conforme anunciou o superintendente da Codevasf, Irlem Braga, em visita à Ingá na semana passada, a obra de asfalto em TSD teve seu pontapé inicial em uma segunda-feira chuvosa em Ingá.

Live Especial: prefeitura de Serra Redonda revela programação para os 70 anos do município, hoje às 20 h

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A Prefeitura Municipal de Serra Redonda promoverá uma live imperdível nesta segunda-feira (27), às 20h, através dos canais oficiais no YouTube e Instagram.
O prefeito Chicão Bernardo compartilhará detalhes sobre a programação das comemorações do aniversário de 70 anos do município. Não perca! Sua presença é fundamental.

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Jardim Farias receberá construção da nova Câmara Municipal de Ingá: mais um marco histórico de desenvolvimento com investimento acima de 800 mil

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O bairro do Jardim Farias tem recebido nos últimos anos importantes investimentos com a construção de prédios públicos como o Fórum da Comarca, Cartório Eleitoral, Ministério Público, complexo da saúde englobando UPA, SAMU, Secretaria de Saúde, UBS, Secretaria de Transportes, Creche, ampliação de Escola, Ginásio de Esporte, mais recentemente o benefício do asfalto, em andamento a construção da Delegacia de Polícia, e agora o prédio da Câmara Municipal de Vereadores de Ingá.

Começam nesta segunda-feira as inscrições para concurso do DNIT com salários de até R$ 12.812,66

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Estão abertas as inscrições para o concurso público do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). O ClickPB verificou o edital do certame prevê 100 vagas para nível superior e salários que ultrapassam os R$ 12 mil. O certame também formará cadastro de reserva.

Veja o edital clicando aqui.

As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de dezembro, no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame. A taxa custa R$ 120 e as provas estão marcadas para serem aplicadas no dia 18 de fevereiro de 2024.

O concurso oferece 50 vagas para analista administrativo, com salário de R$ 10.294,38, e 50 vagas para analista em infraestrutura de transportes, com salário de R$ 12.812,66.

ClickPB

Membros do MPPB são orientados a adotar medidas contra fogos sonoros nas festa de fim de ano

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Os centros de Apoio Operacional do Ministério Público da Paraíba (CAOs/MPPB) expediram Nota Técnica Conjunta 02/2023, orientando os promotores e as promotoras de Justiça da instituição, respeitando a independência funcional, a adotarem medidas de prevenção e combate aos fogos de artifícios com estampido. As providências variam entre recomendar a criação de campanhas de conscientização à população e de leis proibindo esse tipo de poluição sonora, até a propositura de ação judicial quando os gestores não atenderem às recomendações. A nota técnica integra as ações do segundo ano da campanha educativa “Brilho Sim, Barulho não!”, que, este ano, conta com a adesão do MPPB.

A campanha foi realizada pela primeira vez no fim do ano passado, pelos conselhos regionais de Medicina (CRM-PB) e de Medicina Veterinária (CRMV), pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PB) e pela Defensoria Pública da União (DPU). Este ano, o procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, aderiu à iniciativa, reforçando as ações dos outros órgãos. “Vamos atuar, dentro das atribuições do Ministério Público. Os centros de apoio estão orientando os promotores de Justiça, com respeito à autonomia de cada membro, para uma atuação institucional em defesa da saúde das pessoas mais vulneráveis a esse tipo de poluição sonora e para um meio ambiente saudável”, afirmou o chefe do MPPB.

Orientações técnicas
A nota técnica sobre fogos sem estampido é assinada pelos coordenadores e coordenadoras dos centros de Apoio Operacional, Danielle Lucena da Costa Rocha (Meio Ambiente e de Consumidor); Carlos Davi Lopes Correia Lima (Patrimônio Público e de Terceiro Setor); Fábia Cristina Dantas Pereira (Criança e Adolescente e de Educação); Fabiana Maria Lobo da Silva (Saúde); Liana Espínola Pereira de Carvalho (Cidadania e de Direitos Fundamentais) e Ricardo Alex Almeida Lins (Criminal e de Execuções Penais).

Os promotores de Justiça apoiam-se em avaliações de especialistas, baseadas em estudos e testes comportamentais, que alertam sobre os impactos negativos à saúde causados pela poluição sonora, principalmente, aos públicos mais vulneráveis, como pessoas idosas, crianças, pessoas com o transtorno do espectro autista (TEA), com deficiência (PCDs) e animais. “Para estes grupos, com mais sensibilidade a ruídos, as explosões podem ocasionar crises devido ao incômodo auditivo e aumento da ansiedade. Além disso, os disparos também podem afetar a fauna silvestre, causando acidentes e perda de espécimes nativas”, diz trecho da nota.

Em bebês e crianças, os estampidos podem causar alterações auditivas, transitórias ou permanentes. Idosos com mal de Alzheimer, por exemplo, seriam ainda mais sensíveis aos estouros, podendo lhes causar pânico, susto, desespero, desorientação e outros riscos. De acordo com a nota, especialistas apontam que animais ouvem até 500 vezes mais alto do que os humanos e podem sofrer tremores, problemas cardíacos e até a morte. Cães e gatos, por exemplo, ficam estressados, podem fugir de casa, pular de varandas; as aves ficam desorientadas e, atordoadas, voam sem direção, chocando-se contra objetos, árvores e outros pássaros.

Leis vigentes e proposição de TACs
Os promotores de Justiça que coordenam os centros de Apoio Operacional também fizeram um levantamento sobre a existência de leis específicas proibindo fogos sonoros no território brasileiro. São exemplos: Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo. Na Paraíba, os municípios do Conde (Lei 01055/2020), Campina Grande (Lei 8527/2022) e Cabedelo (Lei 2202/22) proíbem o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos de efeito ruidoso. A Capital do Estado tem a Lei 1947/2020 com tal proibição, todavia restringindo apenas aos eventos realizados pela Prefeitura de João Pessoa.

Uma das orientações da nota técnica na esfera extrajudicial é que, nos municípios sem legislação específica, os membros do MPPB, de acordo com seu ramo de atribuição, realizem audiências com representantes das pessoas com TEA, idosas e com deficiência, das organizações de proteção dos animais e dos poderes Legislativo e Executivo municipais, além de profissionais da saúde, para conscientizar e propor termos de ajustamento de conduta com os prefeitos para que encaminhe projetos de lei às câmaras de vereadores dispondo sobre a proibição dos fogos ruidosos.

Nos acordos, os gestores também devem se comprometer a promover campanhas educativas no município para conscientização da população “acerca dos danos causados pelos fogos de artifício sonoros, no tocante à realização de espetáculos de luzes e cores que venham ser memoráveis e vibrantes para todos, com “Brilho sim e barulho não”. A nota técnica orienta que também deve constar nas condicionantes de licenças e autorizações ambientais para realização de eventos, públicos ou privados, a proibição de uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso.

Medidas judiciais
Caso os gestores acionados não assumam o compromisso para preservar a saúde das pessoas e o meio ambiente, os promotores de Justiça poderão adotar as medidas judiciais cabíveis, inclusive propositura de ação civil pública, como forma de proibir, desde logo, a utilização dos fogos de artifício com estampido, inclusive na festa de final de ano.

Caso haja no Município lei proibindo o uso de fogos de artifício sonoros, a orientação é que “sejam expedidas recomendações aos órgãos ambientais competentes, para que a lei seja devidamente cumprida, com adoção das medidas cabíveis, sem prejuízo de se esclarecer a população acerca da vigência da contravenção penal prevista no art. 42 do Decreto-Lei 3.688/41 (perturbação do trabalho ou do sossego alheios), passível de prisão simples e multa, e do crime tipificado no art. 54 da Lei n. 9.605/1998 (poluição sonora), cuja prova deve ser precedida de laudo técnico demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição”.

ParlamentoPB

Vidro de fachada de shopping desaba e mata mulher em Campina Grande

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Uma mulher morreu após ser atingida por vidros da fachada do Shopping Partage que desabou. O acidente com vítima fatal ocorreu neste domingo (26) no município Campina Grande, no interior da Paraíba.

Conforme informações apuradas pelo ClickPB, parte da fachada de vidro do shopping acabou caindo e atingiu a mulher que acessava o local. Os estilhaços causaram ferimentos graves.

Equipes de paramédicos do Samu foram acionadas para realizar o atendimento da vítima, no entanto, a mulher não resistiu aos ferimentos e morreu.

O corpo de bombeiros realiza vistoria na estrutura que desabou. Os profissionais tentam identificar a causa do desabamento e descartar novos acidentes.

ClickPB

Justiça libera R$ 2,1 bilhões para pagamento de atrasados do INSS

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Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que entraram na Justiça vão receber um total de R$ 2,1 bilhões em atrasados neste mês. O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou os atrasados para aqueles que conseguiram a concessão ou a revisão do benefício por meio de ação judicial.

O valor corresponde a ações previdenciárias e assistenciais, como revisão de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de 103.747 processos, destinados a 133.515 beneficiários.

No total, foram repassados aos TRFs (Tribunais Regionais Federais) R$ 2,5 bilhões, para quitar ações de 175.504 processos, com 218.261 beneficiários. A maior parte (R$ 2,1 bilhões) é para segurados da Previdência.

O pagamento será feito de acordo com o cronograma de cada Tribunal Regional Federal. O montante é referente às RPVs (requisições de pequeno valor) de outubro deste ano.

As RPVs são valores atrasados de até 60 salários mínimos — neste ano, até R$ 79,2 mil —, pagos em ações propostas no Juizado Especial Federal. Acima desse valor, são os chamados precatórios.

Para receber o pagamento, o processo precisa ter sido finalizado, sem possibilidade de recursos do INSS, o chamado trânsito em julgado. É preciso ainda que a Justiça tenha concedido a ordem de pagamento, a requisição ou a autuação do processo.

A consulta deve ser feita com o advogado responsável pela ação ou no site do Tribunal Federal, que mostrará a data em que a ordem de pagamento foi emitida pela Justiça.

O Conselho esclarece ainda que cabe aos TRFs, segundo cronogramas próprios, o depósito dos recursos financeiros liberados.

Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, essa informação deve ser buscada na consulta de RPVs disponível no portal do Tribunal Regional Federal responsável.

Veja o valor que será pago em cada região da Justiça Federal:

TRF da 1ª Região (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)

  • Geral: R$ 1.046.482.385,40;
  • Previdenciárias/assistenciais: R$ 905.762.766,36 (45.889 processos, com 53.001 beneficiários).

TRF da 2ª Região (RJ e ES)

  • Geral: R$ 183.681.354,26;
  • Previdenciárias/assistenciais: R$ 145.108.730,23 (6.341 processos, com 8.656 beneficiários).

TRF da 3ª Região (SP e MS)

  • Geral: R$ 320.027.721,89;
  • Previdenciárias/assistenciais: R$ 247.775.407,07 (8.163 processos, com 10.285 beneficiários).

TRF da 4ª Região (RS, PR e SC)

  • Geral: R$ 482.353.690,61;
  • Previdenciárias/assistenciais: R$ 422.258.108,09 (21.231 processos, com 28.149 beneficiários).

TRF da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB)

  • Geral: R$ 333.708.839,36;
  • Previdenciárias/assistenciais: R$ 277.752.030,87 (13.880 processos, com 22.629 beneficiários).

ClickPB

Justiça suspende parcelas remanescentes de cartão de crédito dos clientes da 123Milhas

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As cobranças por meio de cartão de crédito das parcelas remanescente dos clientes da 123Milhas foram suspensas, após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), na quinta-feira (23).

A decisão é da desembargadora Shirley Fenzi Bertão, que acatou o recurso protocolado pelo Instituto de Defesa Coletiva.

De acordo com o documento apresentado pela magistrada, o “ônus deve ser imposto às instituições financeiras ou à empresa que causou o dano, não podendo o consumidor ser penalizado por tal falha e ser impedido de exercer o seu direito nos termos do art. 54-G do CDC (do Código de Defesa do Consumidor)”.

A decisão vale apenas para os clientes da ação coletiva e que entraram com a contestação da fatura com antecedência de pelo menos dez dias.

A multa por descumprimento deve ser “de R$2.000,00 por cada desrespeito da ordem judicial, limitada a R$20.000,00, por consumidor”, aponta a decisão.

A 123Milhas informou por meio de nota que vem cumprindo todas as decisões do TJMG no âmbito de sua Recuperação Judicial e “está comprometida com as ações para recompor sua atividade e pagar seus credores”.

ClickPB

Quase 10 estabelecimentos são autuados durante a black friday em Campina Grande

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Sete estabelecimentos comerciais de Campina Grande foram autuados, nesta sexta-feira, 24, por desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor (CDC), durante a Operação Black Friday 2023. O resultado foi considerado um sucesso pelo gerente de fiscalização do órgão, Yuri Aires, diante do tamanho do mercado varejista local.

As atuações aconteceram em lojas de calçados, de eletrodomésticos e departamentos, principalmente, com relação à falta de transparência na oferta de produtos.A Operação Black Friday do Procon Municipal teve início na última segunda-feira, 20, com a visita dos fiscais em mais de 120 estabelecimentos da cidade; e terminou nesta sexta-feira, com a realização do ‘Dia D’, no Calçadão da Cardoso Vieira, no Centro.

Mais de 200 pessoas receberam orientações e tiraram dúvidas com os advogados e atendentes do Procon-CG, nesta sexta-feira.

Atuações 

Apesar das sete autuações registradas pelo Setor de Fiscalização, a Operação Black Friday 2023 foi considerada um sucesso, levando em consideração a importância e o tamanho do comércio de Campina Grande. Apenas filiados à Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), sao mais de 360 estabelecimentos.

“Após o trabalho de conscientização que promovemos durante toda a semana, tivemos um número baixo de ocorrências”, avaliou Yuri Aires. As infrações estão relacionadas à falta de informações sobre características do produto ou uso de língua estrangeira na descrição, publicidade do preço e formas de pagamento. Ele explicou ainda que o procedimento administrativo é passível de defesa por parte dos responsáveis legais dos estabelecimentos autuados, com prazo de 10 dias para apresentação das justificativas.

O gerente de Fiscalização do Procon de Campina Grande destaca ainda que o trabalho de proteção e defesa do consumidor continua e que o cidadão que se sentir lesado na aquisição de algum produto ou serviço, não apenas no período da Black Friday, deve registrar sua reclamação pelos seguintes canais de comunicação: telefones 151 (Disque Procon) e o (83) 9.8186-3609 ou (83) 9.8185-8168.

Bem como pelo modo presencial, cujo atendimento acontece de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h, na sede do órgão, na rua Prefeito Ernani Lauritzen, no Centro da cidade.

ClickPB