Os restos mortais de uma baleia encontrada na Praia do Sol, nesta quinta-feira (4), serão removidos da faixa de areia, localizada no litoral do sul da Paraíba. Como noticiou o ClickPB, os pedaços do animal foram encontrados por populares.
Conforme apurou o ClickPB, o trabalho de remoção de parte da carcaça da baleia será conduzido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de João Pessoa. O serviço de retirada será realizado nesta sexta-feira.
Especialistas da Fundação Mamíferos Aquáticos não conseguiram identificar a espécie da baleia e a causa da morte por conta do avançado estado de decomposição. No entanto, apontaram que o animal tinha mais de 4 metros.
Um delegado foi preso na manhã desta sexta-feira (04) durante uma operação da Polícia Civil em Patos, no Sertão do estado. A informação foi detalhada ao ClickPB pela equipe responsável pela operação. De acordo com a Polícia, a operação tem objetivo de combater práticas de corrupção.
De acordo com a investigação, o delegado atuava na seccional de Patos e teve a prisão decretada após ser apontado que o mesmo estaria desviando recursos das fianças pagas à polícia civil há dez anos. Para tal, a promotoria de justiça responsável pelo caso solicitou a quebra de sigilo das contas bancárias do investigado e foram constatados indícios que corroboram com a suspeita.
Quem está se preparando para fazer concurso público pode se animar porque a Paraíba deve abrir mais de duas mil vagas em pelo menos 12 certames a serem promovidos pelo Governo Estado. Conforme acompanhou o ClickPB, o anúncio desses concursos foi feito pelo governador João Azevêdo (PSB).
Além do concurso da Polícia Militar, Bombeiro Militar e professores, já anunciados anteriormente, João Azevêdo lançou os certamente para a Cagepa, com quase 80 vagas, e para engenheiros do quadro da administração estadual, com 100, vagas.
Também serão abertos editais, segundo o governador para técnicos de nível médio e para a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), Procuradoria-geral e Controladoria-geral do estado.
João Azevêdo informou, ainda, no programa Arapuan Verdade, que com a abertura de museus serão abertas vagas para museólogos, arqueólogos e paleontólogos.
Confira as vagas
– Polícia Militar – 900 vagas
– Bombeiros Militar – 200 vagas
– Engenheiros – vagas 100
– Museólogos, arqueólogos e paleontólogos (não anunciou número de vagas)
– Professores – 1.000 vagas
– Técnicos de nível médio da construção civil (não anunciou número de vagas)
– Aesa, Procuradoria-geral, Controladoria-geral (não anunciou número de vagas)
– Cagepa – 73 vagas
Um novo homem. Frank Aguiar está feliz da vida com o seu novo visual. Aos 52 anos, o cantor de forró deu adeus ao cabelão que foi sua marca registrada por trinta anos e se rendeu à harmonização facial. O arista revelou o novo visual na última quinta-feira, 3, e disse que está se sentindo um verdadeiro galã de cinema.
“Agora eu estou exibido. Vocês pediram, eu respeitei. Trinta anos de cabelo cumprido, paguei minha promessa. Novo ciclo. Estou bonito, parecendo com Brad Pitt e carinha de 33 anos”, festejou ele.
Quem está se preparando para fazer concurso público pode se animar porque a Paraíba deve abrir mais de duas mil vagas em pelo menos 12 certames a serem promovidos pelo Governo Estado. Conforme acompanhou o ClickPB, o anúncio desses concursos foi feito pelo governador João Azevêdo (PSB).
Além do concurso da Polícia Militar, Bombeiro Militar e professores, já anunciados anteriormente, João Azevêdo lançou os certamente para a Cagepa, com quase 80 vagas, e para engenheiros do quadro da administração estadual, com 100, vagas.
Também serão abertos editais, segundo o governador para técnicos de nível médio e para a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), Procuradoria-geral e Controladoria-geral do estado.
João Azevêdo informou, ainda, no programa Arapuan Verdade, que com a abertura de museus serão abertas vagas para museólogos, arqueólogos e paleontólogos.
Confira as vagas
– Polícia Militar – 900 vagas
– Bombeiros Militar – 200 vagas
– Engenheiros – vagas 100
– Museólogos, arqueólogos e paleontólogos (não anunciou número de vagas)
– Professores – 1.000 vagas
– Técnicos de nível médio da construção civil (não anunciou número de vagas)
– Aesa, Procuradoria-geral, Controladoria-geral (não anunciou número de vagas)
– Cagepa – 73 vagas
Embora seja conhecida pelos impactos que teve no Brasil nos séculos 19 e 20, a tuberculose segue fazendo vítimas a cada ano no país: são 78 mil novos casos por ano e 4,5 mil mortes em decorrência da enfermidade.
Apesar de representar um desafio persistente para a saúde pública brasileira, a tuberculose ainda tem modelos de tratamento e testagem muito defasados no Brasil. Um dos principais gargalos é a transmissão da bactéria causadora da condição: se estima que cada paciente infectado transmita a bactéria a uma média de 15 pessoas.
Em 2022, o governo criou um plano de metas para eliminar a doença até 2035 — um dos principais desafios é atualizar o sistema e conter o avanço da doença. Para isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) mudou a sua forma de testagem para tornar o diagnóstico mais preciso e tem incentivado a pesquisa de novos remédios no Brasil.
Mudanças no teste de tuberculose
A tuberculose é uma doença bacteriana causada pelo bacilo de Koch e que afeta os pulmões do hospedeiro. Em geral, por demorar anos para causar os primeiros sintomas, só é tratada quando já está em estágio avançado. Por isso, o diagnóstico precoce é tão importante.
Em julho passado, um novo exame entrou na lista da saúde pública brasileira para agilizar esse processo. No InterferonGamma Release Assays (Igra), o sangue do paciente é coletado em quatro tubos e levado para análises laboratoriais que levam até 24h para dar o resultado.
Anteriormente, o SUS oferecia apenas a prova tuberculínica: o exame é recomendado para saber se pessoas têm a bactéria causadora da tuberculose, mas ainda não manifestaram os seus sintomas, o que pode levar anos.
Neste tipo de teste, se aplica na veia do indivíduo uma substância que reage até 72h depois, formando uma espécie de caroço que deve ser medido na régua. Se for formada qualquer bolota superior a 5 mm, o exame é considerado positivo — mas o paciente precisa voltar ao hospital para as medições.
“O Igra oferece um diagnóstico mais rápido e consegue identificar a tuberculose em sua fase latente, ou seja, quando a contaminação já existe, mas ainda não apresenta sintomas e não é transmissível”, explica Raphael Oliveira, gerente regional da América Latina da QIAGEN, a multinacional fornecedora dos insumos para a realização do teste.
No SUS, o novo exame é indicado para pessoas que vivem com o HIV (que costumam ser gravemente afetadas pela tuberculose); crianças maiores de 2 anos e menores de 10 que estiveram em contato com pacientes com tuberculose ativa; candidatos a transplante de órgãos e indivíduos com doenças inflamatórias imunomediadas, como a psoríase e a doença de Crohn.
Por enquanto, outros pacientes com suspeita de tuberculose continuarão fazendo a prova tuberculínica.
Mudanças no tratamento no futuro
O tratamento de tuberculose também é um grande desafio: apesar de ser oferecido gratuitamente pelo SUS, ele dura no mínimo seis meses e, por isso, muitas pessoas acabam abandonando a terapia antes da conclusão. Nas primeiras semanas, já se observa a melhora dos sintomas, mas a bactéria permanece inoculada e, se a medicação for interrompida, existe a possibilidade de desenvolvimento de infecções mais resistentes.
São utilizados quatro medicamentos para o tratamento da tuberculose no Brasil: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Porém, conforme o paciente interrompe o uso dos remédios, a bactéria vai ganhando resistência às opções disponíveis. Por isso, o país tem investido também na busca de novos fármacos.
O Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF), por exemplo, tem se debruçado sobre o assunto para propor novas alternativas.
A professora Vanessa do Nascimento, responsável pela pesquisa, aponta que falta interesse e investimento das indústrias, uma vez que grande parte da população acometida pela tuberculose atualmente é a de baixa renda.
Foto mostra cientista em laboratório testando coisas em um microscópio – MetrópolesProfessora Vanessa do Nascimento lidera testes para novos remédios da tuberculose na UFF
Vanessa explica que o principal medicamento utilizado, a isoniazida, além de gerar efeitos colaterais pesados para o fígado, não possui mais grande eficácia no Brasil. As cepas que seguem circulando no país já criaram resistência ao fármaco.
“Por isso, é necessário ingerir mais remédio, o que leva a uma demora maior para matar a bactéria e ela cria mais resistência, além de gerar ainda mais efeitos colaterais”, diz a professora.
O grupo de Vanessa tem trabalhado no desenvolvimento de versões melhoradas do tratamento atualmente disponível, com a inclusão de novos compostos para tentar quebrar a resistência das bactérias que circulam no Brasil.
Os resultados da combinação química proposta pela UFF devem ser publicados ainda em agosto.
A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (3) um lucro líquido de R$ 28,8 bilhões no 2º trimestre de 2023. Quando comparado aos R$ 38,2 bilhões do 1º trimestre de 2023, esse lucro representa uma queda de 24,6%. Esse resultado é explicado principalmente pela desvalorização do preço do petróleo (Brent), pela queda de mais de 40% na diferença entre o preço do petróleo e os preços internacionais do diesel, além de despesas operacionais.
A companhia investiu 3,2 bilhões de dólares no período, um aumento de 31% em relação ao trimestre anterior e 5,5% acima do mesmo período do ano passado. O lucro da companhia, segundo a própria, deve-se, principalmente, aos grandes projetos do pré-sal na Bacia de Santos e também ao pagamento do bônus de assinatura relativo aos campos de Sudoeste de Sagitário, Água Marinha e Norte de Brava.
O presidente da companhia, Jean Paul Prates disse que a Petrobras apresentou uma performance financeira e operacional consistente no 2º trimestre. “Vamos seguir trabalhando, focados no presente, mas também de olho no futuro, preparados para a transição energética justa e investindo no futuro da companhia e do Brasil”.
A Câmara Municipal de Ingá retomou as atividades na noite desta quarta-feira (03), após o recesso parlamentar de meio de ano, e logo na primeira sessão, apesar da pauta cheia de projetos e requerimentos, o que chamou a atenção da plateia e seguidores nas redes sociais infelizmente foram as discussões acaloradas de acusações recíprocas e até ofensas pessoais, no que tornou o ambiente lamentavelmente bastante tenso e desrespeitoso entre alguns vereadores da oposição e situação.
A Justiça Federal determinou o retorno de ‘Caio da Federal’ ao cargo na Polícia Federal. A decisão foi do desembargador federal Elio Wanderley Siqueira Filho, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, que concedeu liminar ao policial, como acompanhou o ClickPB. Caio foi demitido, após 27 anos de trabalho, sob a acusação de ter se valido do cargo com o fim de obter proveito de natureza político-partidária.
O desembargador Elio Wanderley Siqueira Filho entendeu que “não há nexo de causalidade entre a conduta do servidor no contexto da propaganda eleitoral – uso indevido da imagem da instituição, sem dúvida – e as funções por ele desempenhadas como Agente de Polícia Federal. Em outras palavras, não restou apurada nenhuma conduta do servidor em relação às funções inerentes ao cargo de Agente de Polícia Federal com intuito de obter proveito eleitoral, como troca de favores, quebra de sigilo de informações de investigações em curso, entre outras”.
O ex-candidato a deputado Caio da Federal foi demitido da Polícia Federal nesta sexta-feira (16), pelo ministro Flávio Dino. Caio Márcio Angelo de Sousa foi candidato ao cargo de deputado federal em 2022 e conseguiu 6.850 mil votos, ficando na suplência do PL.
No início da campanha, ele utilizava o nome de Caio da Federal. Porém, posteriormente precisou mudar para Policial Caio para se adequar a uma decisão do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
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