Início Site Página 546

ARRAIÁ DO BONY: hoje tem forró em Ingá com Marquinhos Gomes e Pingo Sanfoneiro. Colabore com um kg de alimento e venha festejar

0

ARRAIÁ DO BONY INGÁ: A PRIMEIRA PRÉVIA DE SÃO JOÃO É MARCADA POR SHOWS DE FORRÓ E SOLIDARIEDADE

Ingá se prepara para entrar no clima junino com a realização da 1ª prévia de São João, o tão esperado Arraiá do Bony. O evento, que acontecerá neste sábado,  27 de maio, promete agitar a cidade com apresentações musicais de Marquinhos Gomes e Pingo Sanfoneiro. Além de marcar o início da temporada de shows em praça pública deste período junino de 2023, o Arraiá do Bony tem um propósito nobre: arrecadar alimentos para doação aos mais carentes da Paróquia de Ingá.

Idealizado pela barbearia do Bony e seus parceiros comerciais, o Arraiá do Bony é um evento beneficente que busca proporcionar momentos de alegria e confraternização, ao mesmo tempo em que contribui para amenizar as dificuldades enfrentadas por aqueles que mais precisam. Com a participação ativa da comunidade local, espera-se que o evento seja um sucesso e repita o êxito alcançado nos anos anteriores.

Os preparativos para a festa estão a todo vapor. A pracinha de Zé Grande em Ingá será o palco da animação, com uma decoração típica que remete ao clima acolhedor das festividades juninas. O público poderá desfrutar de uma estrutura completa, com barracas de comidas e bebidas típicas, banheiros químicos, além de muita música e dança.

Os artistas Marquinhos Gomes e Pingo Sanfoneiro são as atrações da noite. Marquinhos Gomes, ex-integrante da Farra Vip, agora em carreira solo, trará sua voz marcante e hits do momento, com destaque para o Peseiro. Já Pingo Sanfoneiro, talentoso músico e sanfoneiro, promete fazer todos dançarem ao som do autêntico forró pé de serra.

A entrada para o Arraiá do Bony será mediante a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados às famílias mais necessitadas da região. A organização do evento incentiva a generosidade e solidariedade de todos, ressaltando a importância de compartilhar o espírito de união e compaixão característico das festas juninas.

A expectativa é de que a festa atraia um grande público, reunindo não apenas os moradores de Ingá, mas também visitantes de outras localidades. A parceria com os comerciantes locais e os patrocinadores do evento tem sido fundamental para viabilizar a estrutura necessária e garantir o sucesso do Arraiá do Bony.

Portanto, neste sábado, Ingá se vestirá de tradição e solidariedade no Arraiá do Bony. É a oportunidade perfeita para desfrutar de uma noite repleta de música, dança e diversão, ao mesmo tempo em que fazemos a diferença na vida daqueles que mais precisam. Não fique de fora, venha participar e contribuir para essa causa nobre!

Mostra Pedagógica destaca a vida e obra do professor e historiador Alexandre Ferreira

0

A escola municipal professora Cândida Vargas, carinhosamente conhecida como Grupo Velho, promoveu recentemente uma Mostra Pedagógica que reuniu toda comunidade escolar, na qual o alunado apresentou seus trabalhos do bimestre, dentre eles, os alunos do 4º ano trouxeram à tona a biografia de um ilustre conterrâneo, o professor e historiador Alexandre Ferreira, natural da cidade de Ingá.

Passageiros estimam prejuízo de mais de R$ 10 mil após serem impedidos de embarcar por calote do Hurb

0

Menos de uma semana após o Hurb apresentar um plano às autoridades brasileiras para honrar os pacotes que vendeu, clientes denunciam um novo calote da companhia e relatam problemas com viagens compradas. A empresa é alvo de um processo administrativo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Na última quarta-feira (24), pelo menos 10 pessoas foram impedidas de embarcar em um voo com destino a Tóquio e precisaram abrir mão de passeios comprados. Para dois deles, o cancelamento representou a perda da viagem de lua de mel (veja os relatos mais abaixo).

A justificativa, dada pela companhia aérea na hora do embarque, foi que a reserva teria sido cancelada em 19 de maio por falta de pagamento do Hurb para confirmação da viagem. A empresa aérea ainda chegou a afirmar aos passageiros que a reserva feita pelo Hurb era coletiva e tinha, no total, 20 pessoas.

Diante dos acontecimentos, alguns dos passageiros, que vieram de diferentes lugares de São Paulo e até de outros estados, estimam prejuízos de mais de R$ 10 mil.

Nessa quantia, consideram os pacotes pagos e não recebidos, a estadia em um hotel em São Paulo durante os dias em que ficaram ‘presos’ na capital e a compra de novas passagens – para voltar para casa ou para fazer a viagem programada.

Em nota, o Hurb afirma que os clientes não receberam a confirmação dos voos ou da hospedagem no prazo regular por conta de “problemas operacionais” e que, “por esse motivo, a viagem precisou ser adiada”.

“Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, a empresa sugeriu que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque, de acordo com a vigência de cada pacote. O Hurb informa ainda que os comunicados sobre alterações na viagem, quando previamente confirmada, são realizados com antecedência”, disse a empresa (veja a nota na íntegra no final desta reportagem).

O que aconteceu?

De acordo com alguns passageiros entrevistados pelo g1, apesar de o Hurb ter enviado a confirmação com a data da viagem com 45 dias de antecedência (prazo estabelecido pelo pacote flexível da companhia), não houve o envio do voucher com as passagens aéreas e as reservas no hotel.

Esse voucher, de acordo com o contrato, precisaria chegar, no máximo, 15 dias antes da data da viagem.

Tiago Ribas Fogaça, 35, viajou do Rio Grande do Sul (RS) para São Paulo para poder fazer a viagem para Tóquio com sua esposa, Flávia Andressa de Faria, 31, e conta que começou o contato com o atendimento da companhia mesmo antes do prazo dos 15 dias se encerrar.

Situação semelhante aconteceu com Paula Nunes Lima Saito, 38, que viajaria com sua filha de dez anos e a amiga, Tyeme Bando, 40 – que viajou de Curitiba a São Paulo para fazer a viagem a Tóquio.

Sem conseguir embarcar, os passageiros contam que voltaram a contatar o atendimento do Hurb em busca de uma solução. A resposta da companhia foi um pedido para que os clientes afetados sugerissem novas datas de viagem.

Eles contam, ainda, que nenhuma mensagem sobre um eventual reagendamento foi enviada até o momento de embarque. Além disso, a maioria só recebeu um aviso de cancelamento da viagem apenas 1h depois que o voo já havia decolado, enquanto outros permaneceram com o status de “voo confirmado”.

Os passageiros ajuizaram duas ações contra a companhia e já tiveram o deferimento por parte dos juízes responsáveis, que estabeleceram prazo para resposta e multa caso a situação não seja resolvida.

Prejuízos de mais de R$ 10 mil

Com a viagem programada há meses, os passageiros contam que os prejuízos do cancelamento vão além do dinheiro perdido com o pacote.

Luis Felipe Lemes, 32, conta que a viagem para Tóquio com sua noiva, Angelita Queiroz, 30, seria uma lua de mel antecipada – a festa de casamento está prevista para julho – e que foram vários os preparativos para a data.

“Minha noiva comprou essa viagem há três anos. Desde então nos programamos para tirar visto, arrumar as férias. Na sexta-feira, na semana anterior à viagem, chegamos até a ir para Goiás, para deixar o meu filho com os meus pais durante o período em que estivéssemos na nossa lua de mel”, conta.

Ele estima um prejuízo de cerca de R$ 12 mil para os dois com o cancelamento da viagem.

O mesmo aconteceu com Fogaça. Moradores de Santa Maria, região central do RS, o casal precisou viajar até Porto Alegre, capital gaúcha, para tirar os vistos para o Japão.

Vale lembrar que o visto para a entrada no país asiático tem prazo de validade de três meses e que, caso aceite o reagendamento proposto pela companhia, com previsão para agosto, o casal precisaria tirar um novo visto.

“De prejuízos já concretizados, os valores passam de R$ 9 mil para nós dois. E isso sem contar o quanto gastaremos na volta. Estamos buscando uma alternativa, mas pelo que temos visto aqui, precisaríamos gastar mais R$ 4 mil para conseguir adiantar a passagem e podermos voltar para casa”, diz.

Paula, que também ficou em um hotel em São Paulo nos últimos dias, com a filha e a amiga Tyeme, afirma que além dos gastos com hotel, alimentação e transporte, também precisou desembolsar uma nova quantia para não perder as férias.

“Gastamos mais R$ 28 mil para comprar novas passagens e conseguirmos ir para o Japão. Nós tiramos férias do trabalho, nos organizamos. E ou nós comprávamos novas passagens, ou não viajaríamos mais e também perderíamos todas as coisas que já havíamos comprado para aproveitar lá”, conta.

Outros passageiros também haviam comprado ingressos para o parque da Disney de Tóquio ou passagens de trem – conhecido como Japan Rail Pass (JRPass), o tíquete para sete dias custa US$ 225, aproximadamente R$ 1.123, com a cotação da última sexta-feira (26).

O que diz o Hurb?

Em nota, a empresa afirmou que “reconhece que toda viagem gera expectativas e lamenta pelo ocorrido”. Veja a nota na íntegra:

O Hurb, empresa brasileira que está no mercado há mais de 12 anos, sempre prezou pela transparência com os seus viajantes e, guiada pelo valor primordial de ser uma companhia feita de pessoas para pessoas, coloca os seus clientes em primeiro lugar.

Referente à reclamação de clientes que adquiriram pacotes de viagens de data flexível (vide regulamento) com destino a Tóquio e não conseguiram realizar as viagens, o Hurb informa que:

Especificamente sobre os casos mencionados, a empresa esclarece que, por problemas operacionais, os clientes não receberam a confirmação dos voos ou da hospedagem no prazo regular e, por esse motivo, a viagem precisou ser adiada. A empresa reconhece que toda viagem gera expectativas e lamenta pelo ocorrido.

Comprometido a realizar a viagem dos seus clientes, a empresa sugeriu que os viajantes impactados indiquem novas datas de embarque, de acordo com a vigência de cada pacote.

O Hurb informa ainda que os comunicados sobre alterações na viagem, quando previamente confirmada, são realizados com antecedência.

Referente ao ajuizamento de ações, a empresa informa que, por questões legais, não comenta processos em andamento. Entretanto, afirma que está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos.

Conforme o Hurb vem notificando a imprensa, a partir das ações já aplicadas internamente na nova fase da companhia, o Hurb 3.0 – momento no qual reúne todos os seus colaboradores em força-tarefa para normalizar sua atuação.

A companhia informa ter solucionado 87,5% das dúvidas e outros questionamentos dos clientes nos canais de comunicação oficiais da plataforma e colocou em prática iniciativas para melhor atender a jornada do viajante. Abaixo, alguns resultados dessas ações recém-lançadas, segundo dados apurados no início da semana.

O Hurb ressalta que segue prezando pela escuta ativa e cuidado com seus públicos e, por isso, está à disposição caso surjam eventuais dúvidas.

Em nota, a Senacon diz que a plataforma respondeu ao processo administrativo dentro do prazo e confirma a entrega de um plano de reestruturação para atender os contratos que ainda não foram cumpridos.

“As informações prestadas pela empresa estão sob análise técnica da Senacon e encontram-se, no momento, sob sigilo”, afirma a secretaria em nota.

ClickPB

Alunos de medicina do Fies cogitam largar curso por causa de teto do financiamento e alta de mensalidades

0

A estudante de medicina Girlene Soares, de Campina Grande (PB), é categórica ao dizer que o Fies “perdeu seu viés de inclusão social”. De um semestre para o outro, a parcela que a jovem precisa pagar diretamente à faculdade sofreu um aumento significativo: saltou de R$ 225 para R$ 946.

“Minha família é da zona rural. Eu comprovei a renda de um salário mínimo (R$ 1.320), mas agora preciso pagar quase isso por mês? Como que se vive assim?”, diz.

Os problemas do programa, apontados por Girleine e por outros estudantes ouvidos nesta reportagem, são resultado de ações tomadas pelo governo federal em 2016 (e mantidas até hoje) para tentar diminuir os prejuízos que o Fies traz aos cofres públicos.

Veja abaixo quais são essas medidas que, como consequência, levam alunos de baixa renda a pensar em desistir do curso:

Teto de R$ 8.800: Especificamente em medicina, o programa financia, no máximo, R$ 8.800 por mês, que devem ser pagos pelo aluno só depois da formatura. Mas as faculdades cobram bem mais do que isso: em média, R$ 10 mil (há exemplos que chegam a R$ 15 mil). A diferença precisa ser quitada a cada mês pelo estudante — é a chamada coparticipação, que está pesando no orçamento dos jovens mais pobres.

“Depois que atingimos o teto, toda vez que a faculdade reajusta a mensalidade, esse aumento recai sobre nós, alunos. Comecei com 225 reais, já estou mais de 900 reais todo mês. Eu penso em desistir do curso, mas como que vou pagar a dívida que já assumi no Fies, se não me formar? Não vou nem ter profissão”, conta Girlene.

Porcentagem limitada de financiamento: De 2010 a 2015, o Fies financiava a mensalidade inteira dos alunos. Depois disso, a regra mudou: atualmente, a porcentagem de cobertura nunca chega a 100%. Tudo depende da renda familiar do estudante. Quanto menor o salário médio da família, maior a fatia da mensalidade que poderá ser paga só depois da formatura.

Exemplo: na mesma faculdade, que custa R$ 10 mil por mês, um estudante com renda familiar per capita de 1,5 salário-mínimo pode conseguir cerca de 85% de financiamento (e não 100%). Com 3 salários-mínimos (o máximo permitido para o programa), seriam só 58% financiados.

Essa questão afeta Gabrielle Gonçalves, aluna do 3º ano de medicina de uma faculdade privada de Paracatu (MG), cuja mensalidade é de R$ 9.558. Por causa dos critérios de renda, mesmo sem ter uma condição de vida confortável, a jovem conseguiu “apenas” 78% de financiamento – ou seja, precisa pagar R$ 2.103 todo mês.

“No começo, era mais barato. Eu pagava R$ 800, com a ajuda da minha família. Mas aí a faculdade aumentou”, diz Gabrielle. “Todo ano, há um reajuste, e a porcentagem de cobertura do financiamento não aumenta. Vai ficando insustentável. Estou escolhendo quais contas pagar no fim do mês”, diz.

“É um medo de nadar, nadar e morrer na praia; chegar à metade do curso e não poder continuar. É um caminho sem volta: se eu largar tudo, vou ficar sem diploma e com uma dívida altíssima. Estou desesperada.”

G1

Confira os projetos, requerimentos e temas discutidos na sessão da Câmara de Ingá nesta quarta (24/05)

0

A Câmara Municipal de Ingá, sob a presidência do vereador Aílton Nunes de Andrade, realizou sessão ordinária nesta quarta-feira, 24 de maio, tendo sido discutidos e votados os seguintes projetos e requerimentos:

Redução de impostos para carros novos divide opiniões dos consumidores e desvaloriza preço de seminovos na Paraíba

0

A Medida do governo que prevê redução no preço em até 10,96%, dividiu opiniões na Paraíba. Conforme o ClickPB notificou a medida é válida para veículos que custam até R$ 120 mil reais. A medida vai afetar diretamente o preço dos veículos seminovos.

O ClickPB fez uma consulta dos preços dos veículos novos mais baratos à venda em João Pessoa. Foi encontrado apenas dez carros novos que custam menos que R$ 120 mil, teto máximo estabelecido pela medida.

Segundo apurou o ClickPB, O Fiat Mobi e o carro mais barato à venda hoje. A versão inicial custa R$ 68.990. Em seguida, vem o Kwid da montadora francesa Renault. O veículo custa em média R$ 69 mil reais, a versão simples.

O governo busca alguns modelos que fossem oferecidos na faixa entre R$ 50 mil e R$ 60 mil. O desconto será feito através da desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do PIS/Cofins, que são tributos federais, por meio de uma Medida Provisória que ainda será editada pelo governo.

Nas ruas da capital paraibana a medida do governo federal ainda gera dúvidas e inseguranças entre à população. Algumas pessoas estão otimistas, já outras acreditam que o cenário não deve sofrer alterações nos valores dos veículos.

O motorista de aplicativo Wesley Melo, revelou que acredita que os preços irão cair, desta forma, pretende aguardar mais tempo para adquirir um carro com valor popular. “Eu acredito na redução dos preços. Pretendo comprar um veículo, mas agora vou esperar um pouco mais até o preço cair, como anunciou o governo”.

Já o repórter cinematográfico Mayquel Costa, é pessimista a política de redução de preços dos veículos, apesar do anúncio do governo. “Não acredito que essa redução irá beneficiar o bolso do consumidor. Na realidade, os preços estão exorbitantes, não vai fazer muita diferença essa medida, caso vigore”.

O empresário João Pinto, proprietário de uma loja de venda de veículos no Shopping Carro Legal, revelou que a redução dos preços dos carros novos vai influenciar nos valores dos carros seminovos, o efeito cascata. Contudo, o mercado vai demorar um tempo para equalizar os preços.

“Os preços dos usados ainda estão muito alto, mas até o fim de julho acredito que volte a reduzir, aquecendo o mercado de usados, com a medida tomada pelo governo em reduzir os impostos dos veículos até R$ 120 mil”.

ClickPB

Justiça condena defensores do ‘tratamento precoce’ a pagar R$ 55 milhões por danos coletivos

0

A Justiça Federal no Rio Grande do Sul condenou os responsáveis pela divulgação de material publicitário a favor do suposto “tratamento precoce” contra a Covid-19 a pagar R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde. O grupo, que se identificava como “médicos do tratamento precoce Brasil”, estimulava o consumo dos medicamentos que faziam parte do “kit Covid”.

A decisão foi divulgada pelo Ministério Público Federal (MPF). A Justiça condenou a “Médicos pela Vida” (Associação Dignidade Médica de Pernambuco), as empresas Vitamedic Indústria Farmacêutica e Unialfa (Centro Educacional Alves Faria) e o Grupo José Alves (GJA Participações).

No informe, a associação falava dos possíveis benefícios do intitulado “tratamento precoce” para a Covid-19 e citava expressamente os medicamentos sem nenhuma indicação de possíveis efeitos adversos que poderiam decorrer da utilização desses remédios.

A Justiça entendeu que o informe também poderia estimular a automedicação, uma vez que era indicado por associação médica.

Segundo o MPF, a publicação contraria a legislação e o ato normativo que tratam da propaganda e publicidade de medicamentos. Uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por exemplo, determina que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente, o que não foi o caso do manifesto relacionado à Covid-19.

Para a Justiça, ficou comprovada a cumplicidade entre a Vitamedic e a Médicos pela Vida, tendo a empresa farmacêutica financiado a propaganda irregular, investindo R$ 717 mil na publicidade.

“Fica evidenciado que o ‘manifesto pela vida’ foi mecanismo ilícito de propaganda de laboratório fabricante de medicamento, servindo a ré do triste papel de laranja para fins escusos e violadores de valor fundamental: a proteção da saúde pública”, diz a decisão.

ClickPB

Governo Federal decreta estado de emergência em todo o Brasil e Paraíba adota ações para conter gripe aviária

0

O governo da Paraíba decretou estado de emergência e adotou ações devido possíveis casos de gripe aviária no estado. O governador João Azevêdo tranquilizou a população de que não há ainda registro de casos na Paraíba e ele segue orientação do governo federal.

“A Sudema  já tomou todas as providências e já soltou uma nota dizendo como a população deve proceder se encontrar uma ave dessas, de não tocar, não se aproximar  e fazer a notificação para o serviço para que a gente possa evitar uma contaminação”, afirmou o governador.

O Ministério da Agricultura e Pecuária já declarou estado de emergência zoossanitária em todo o território nacional devido a casos de gripe aviária detectados em aves silvestres.

A medida pretende evitar que a doença chegue à produção de aves de subsistência e comercial, além de preservar a fauna e a saúde humana. Ainda segundo o ministério, a declaração de estado de emergência zoossanitária possibilita a mobilização de verbas da União e a articulação com outros ministérios, organizações governamentais nas três instâncias e não governamentais.

A gerente executiva da Defesa Agropecuária, Girlene Alencar, afirmou que os casos relatados no país se tratam de aves silvestres, logo o risco é menor do que em casos de aves comerciais e garantiu que a Paraíba está alerta diante da situação. Ela ainda comentou que, na última terça-feira (23), aves foram encontradas mortas no estado e a Defesa Agropecuária foi chamada.

“Esta semana fomos acionados pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) para verificar umas aves encontradas mortas. Fizemos coletas de sangue e enviamos análises para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária para ser detectado se elas morreram de influenza aviária ou outra doença. No momento, estamos aguardando o resultado”, disse.

A Sedap vem se reunindo rotineiramente, desde o ano passado, com o Ministério da Agricultura e Pecuária, após ser detectada a influenza aviária em aves migratórias na Colômbia e no Chile, para traçar as providências para lidar com esta doença. “Já em abril deste ano, realizamos em Campina Grande um encontro com produtores de aves onde foram orientados sobre o que é necessário para controlar o risco da influenza aviária”, explicou ressaltando que a Paraíba se mantém atenta as informações e tomando medidas preventivas.

ClickPB

João Azevêdo confirma que Governo da Paraíba vai antecipar primeira parcela do 13º

0

O Governador João Azevêdo (PSB) confirmou na manhã desta sexta-feira (26) que o Govenro da Paraíba irá antecipar o pagamento da primeira parcela do 13º. Conforme apurou o ClickPB, o anúncio foi feito durante a entrega de equipamentos para a Secretaria de Saúde, no Centro de Convenções de João Pessoa. Segundo o Governador o anúncio da data deverá ser feito possivelmente na próxima semana.

“Vamos antecipar e eu segunda-feira devo dizer qual é a data que nós vamos realziar o pagamento, mas já agora em junho nós pagaremos a primeira parcela do 13º”, disse o chefe do executivo estadual. De acordo com João, a Paraíba possui um nível de organização que permite tal adiantamento.

“A Paraíba tem um nível de organização que permitr a gente garantir isso. Haverá o pagamento e antecipação de 50% do décimo terceiro, a data é que a gente está definindo, mas será agora em junho e eu espero que o mais cedo possível de junho”, destacou.  Ao longo da fala, Azevêdo ressaltou que tal adiantamento permite que ocorra a aplicação de mais dinheiro circulando no comércio local.

ClickPB

Ministério Público investiga a contratação de funcionários fantasmas em três cidades paraibanas

0

O Ministério Público da Paraíba está investigando a contratação de funcionários fantasmas nos municípios de Juarez Távora, Santana dos Garrotes e Aguiar. De acordo com o que foi apurado pelo ClickPB, as promotorias regionais receberam denúncia contra as respectivas administrações municipais e abriu inquérito civil para apurar os fatos.

Nas cidades de Aguiar e Santana dos Garrotes, as denúncias estão sendo investigadas na 2ª Promotoria de Justiça de Piancó, pela promotora Bruna Marcela Nóbrega Barbosa Lima.

“A ação Civil Pública tendente a coibir as práticas despidas de legalidade e responsabilizar, na forma da lei, quem às mesmas houver dado origem ou perpetuidade e a ressarcir o erário de eventual dano”, diz a magistrada nas ações.

Em Juarez Távora, quem investiga a contratação de servidores fantasmas é a promotora Erika Bueno Muzzi. Ela solicitou a “frequência e demais comprovações do exercício da função de auxiliar de classe no período do contrato juntado aos autos” para comprovar a existência da servidora.

ClickPB