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Ministério Público da Paraíba dá mais 96 horas para que empresa Fiji efetue pagamentos aos investidores

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Terminou hoje (23) o prazo dado para que a empresa Fiji devolvesse o dinheiro dos clientes investidores. Entretanto os investidores não viram sequer a cor do seu dinheiro. Após a empresa descumprir a decisão, o Ministério Público decidiu dar mais 96 horas para que a empresa efetue os pagamentos dos clientes.

 

A decisão foi tomada após a realização de uma audiência virtual com o programador Bueno Aires, dono da empresa. O processo corre em segredo de justiça, por isso não há mais detalhes sobre o caso. A empresa vem reforçando que tem condições financeiras de arcar com o pagamento aos clientes.

 

Após a Fiji Solutions atrasar saques de clientes, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) havia dado inicialmente um prazo de 72 horas para que as aplicações de clientes sejam devolvidas. Se o dono da Fiji não pagar os clientes, será responsabilizado civil e criminalmente.

 

Essa é mais uma empresa paraibana de Campina Grande de criptoativos envolvida em escândalos financeiros. O procedimento contra a Fiji foi instaurado pelo MPPB na quarta-feira da semana passada para acompanhar a suspeita de crise na empresa devido aos atrasos no repasse dos pagamentos aos clientes.

ClickPB

DER VISITA O MUNICÍPIO DE INGÁ COM BOAS NOTÍCIAS

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Na última terça-feira (21), a diretoria de Departamento de Estradas de Rodagem (DER), administrada por Terezilda Vasconcelos, que esteve com o prefeito Robério Burity, presenteando com a boa notícia sobre as sinalizações nas estradas, no asfalto local, operação tapa buraco e entrega da revista Rodovias e Vias do estado em que o município de Ingá está incluso no avanço da Paraíba.

Justiça condena Motiva a pagar indenização por recusar matrícula de criança autista

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O colégio Motiva de Campina Grande foi condenado a pagar o total de R$ 5 mil por danos morais por ter recusado a matrícula de uma criança autista. De acordo com as informações obtidas pelo ClickPB, o colégio alegou não ter mais vagas e os pais da criança acionaram a justiça. O processo tramitou na Primeira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba sob relatoria do desembargador José Ricardo Porto.

O caso foi registrado entre os anos de 2012 e 2013. De acordo com o processo, os pais haviam feito reserva de matrícula para duas crianças no ano letivo de 2013, sendo uma com três anos e outra com cinco anos e necessidades especiais. No dia 30 de novembro de 2012 os pais retornaram ao colégio para efetivar as matrículas, mas foram informados que precisariam passar por uma avaliação com a equipe pedagógica.

Em dezembro retornaram novamente ao colégio e tiveram que responder a uma entrevista com a assistente social para efetuar a matrícula. Ao responderem às perguntas da assistente social, os pais acrescentarem que um dos filhos é pessoa com deficiência (autista), oportunidade na qual foram prontamente informados de que a escola não estava mais aceitando crianças com necessidades especiais em razão de já ter ultrapassado o número de vagas.

Em sua defesa, a empresa alegou que não cometera nenhum ato ilícito, uma vez que procedeu ao atendimento dos pais em conformidade com todo o procedimento padrão de matrícula, o qual apenas não fora concluído justamente porque não havia vaga para nenhuma outra criança, já que as turmas estavam todas preenchidas com 25 alunos.

Para o relator do processo, desembargador José Ricardo Porto, não pode uma escola da rede privada de grande porte negar matrícula ao autista sob o argumento de que não possui suporte técnico necessário para promover uma assistência individualizada. “Veja-se que para um dos filhos dos apelantes foi dito que havia vaga para matrícula, mas para o outro, criança atípica e especial, negou-se a vaga sob a tese de que já se havia atingido o limite de crianças na turma almejada”, pontuou.

O desembargador frisou, ainda, que faltou à instituição escolar sensibilidade e generosidade na condução do processo de avaliação do menor, notadamente com seus familiares, que se viram no impasse de ter um filho admitido e outro excluído do ingresso na instituição que escolheram para a iniciação na vida escolar. “A negativa foi insensível, ausente de zelo e cuidado com o estado emocional da família já abalada pelo quadro excepcional, o que transborda para uma conduta inaceitável”, ressaltou.

Da decisão cabe recurso.

ClickPB

Operação em supermercados apreende mais de 28 quilos de carne fora da validade

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A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor apreendeu, em operação de fiscalização em supermercados de João Pessoa realizada esta semana, mais de 28 quilos de carne (charque, linguiça, frango e suína), além de dezenas de produtos como pizza, leite, iogurte, queijos, café, frutas frescas e cristalizadas, refrigerantes e cerveja. Cinco estabelecimentos foram autuados.

Os fiscais do Procon-JP encontraram diversos alimentos estragados, a exemplo de bandejas de morangos in natura mofados, além de carnes e queijos sem a data da validade nas embalagens. “Todos os produtos que foram encontrados impróprios para o consumo foram apreendidos e destruídos, assim como foram autuados os estabelecimentos que foram flagrados comercializando esses artigos, que sofrerão todo o rigor das penalidades previstas em lei”, garante o secretário Rougger Guerra.

Além da data de validade dos produtos, a inspeção aos supermercados está verificando o cumprimento da legislação de uma forma geral, que protege o consumidor. “Saliento que, no caso da data de validade, há a verificação não apenas dos alimentos, mas, ainda, de todos os tipos de produtos, a exemplo de artigos de higiene pessoal e de limpeza doméstica e de outros itens que podem prejudicar a saúde do consumidor”, comenta o secretário.

Rougger Guerra alerta que as fiscalizações do Procon-JP a esse segmento fazem parte do calendário de ações da Secretaria, mas também através das reclamações dos consumidores, que devem continuar denunciando sempre que encontrar algum tipo de irregularidade. “É importante que as reclamações cheguem à Secretaria para que possamos fazer a fiscalização pontualmente. Isso em qualquer segmento do comércio ou dos serviços”.

Penalidades – Os estabelecimentos autuados estão sujeitos às penalidades previstas na legislação, a exemplo da aplicação de multas e, dependendo da gravidade da situação, ter as atividades suspensas temporariamente. O prazo legal para a defesa é de 10 dias a partir da data do recebimento do auto de infração.

Parlamento PB

Universitário é preso suspeito de estuprar adolescente autista em João Pessoa

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Um estudante universitário foi preso suspeito de abusar de um adolescente de 14 anos que tem transtorno do espectro autista (TEA). A ação foi flagrada graças as câmeras de segurança da casa da vítima. O crime aconteceu na semana passada, mas só veio a tona ontem (23).O universitário, que tem 22 anos, foi preso em flagrante.

De acordo com a delegada da Polícia Civil do Estado da Paraíba, Joana Darc, os pais da vítima estudam a noite e o adolescente ficava com na companhia do suspeito nesse período. O universitário confessou o crime e relatou que não foi a primeira vez que ocorreu.

Os pais da vítima resolveram verificar as imagens das câmeras de segurança da casa, após o adolescente aparecer com  um ferimento no rosto. O abuso sexual aconteceu quando a vítima estava sem roupa a caminho do banho.  O universitário foi encaminhado ao Presídio do Roger, na capital.
ClickPB

Após Lula rir de ameaça de morte, Moro pergunta: “Você não tem decência?”

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Senador rebateu acusações de “armação” em operação da PF contra o PCC e disse que presidente será responsável se “algo acontecer”

Mulher é vítima de disparos de arma de fogo após discussão com companheiro em Salgado de São Félix

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Conforme apurou o ClickPB, a mulher foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma, após ter passado pelo Hospital Regional de Itabaiana.

JÚRI: Acusadas têm crime desclassificados para lesão corporal seguido de morte. Condenadas a 4 anos de prisão no regime aberto

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Foi realizada nesta quarta-feira (23) no Fórum da Comarca de ingá, a 2ª Sessão da 1ª Reunião Extraordinária do Egrégio Tribunal do Júri Popular do ano de 2023, presidida pela juíza de direito, Dra. Rafaela Pereira Toni Coutinho.

Polícia Federal deflagra operação na Paraíba contra compra de votos

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A Polícia Federal (PF) realiza na manhã desta quinta-feira (23) mais uma operação contra compra de votos nas eleições 2022. Trata-se da operação “transporte limpo”. Conforme apurou o ClickPB, a ação de hoje além da compra de votos, tem o objetivo de combater um esquema de transporte ilegal de eleitores. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo dois em São José do Sabugi, um em Patos e um em João Pessoa.

 

Em São José do Sabugi as buscas ocorrem na zona rural, já em Patos são no condomínio Villas do Lago. Na capital, o alvo da operação é no bairro de Tambauzinho. A informação foi confirmada ao ClickPB pela Polícia Federal.

 

Segundo a PF, os crimes investigados são os previstos nos artigos 299 e 302 do Código Eleitoral; artigo 11, inciso III, da Lei nº 6.091/74 e artigo 1º, §1º, da Lei nº 12.850/13 (organização criminosa). As penas variam de três a dez anos de prisão.

 

A “Transporte Limpo” é mais um desdobramento da operação Mercador, que apreendeu mais de R$ 173 mil em espécie com material de campanha eleitoral, na véspera do primeiro turno das eleições. Em fevereiro, uma outra operação já havia sido oriunda da Mercador.

 

À época, a Operação ‘Talir’ apreendeu quase R$ 900 mil na residência de um coordenador financeiro de campanha política na Paraíba. Também foram apreendidas duas armas, uma pistola .380 e uma espingarda calibre 12.

ClickPB

Termina hoje prazo dado para que Fiji pague investidores e clientes fazem fila na porta da empresa em campina Grande

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Termina hoje (23), o  prazo dado para que a empresa Fiji devolva o dinheiro dos clientes investidores. Desconfiados da promessa, desde as primeiras horas da manhã de hoje, os clientes fazem fila na porta da empresa em Campina Grande.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) havia instaurado um procedimento administrativo contra a Fiji Solutions e da R4 Capitais, que negociam com criptomoedas na região de Campina Grande para averiguar a forma de atuação e preservar o consumidor em relação aos direitos de informação na relação de consumo.

Em nota, o Ministério Público informou na última terça-feira que a empresa se comprometeu a iniciar os pagamentos hoje. O órgão disse ainda que acompanha de perto as negociações entre os clientes e a empresa.

Ainda de acordo o MPPB, a empresa alegou  um problema com a exchange Kucoin, que estaria causando a paralisação dos pagamentos da empresa.

ClickPB