Na tarde deste sábado, 20 de abril, o prefeito Josmar Lacerda teve a honra de inaugurar mais uma Unidade Básica de Saúde Familiar (UBSF) na Zona Urbana de nossa cidade, localizada no centro. A cerimônia contou com a presença de secretários municipais, vereadores, familiares da homenageada e membros da comunidade, marcando mais uma conquista significativa para o município de Itatuba.
Atacadão vai abrir nova loja no antigo prédio do Hiper da BR-230, que também terá Sam’s Club
O prédio do antigo Hiper Bompreço na BR-230, que está sendo reformado para ser sede de um Sam’s Club, também será utilizado pela rede Atacadão.
Como antecipou o ClickPB em janeiro deste ano, a rede Carrefour está apostando em uma espécie de ‘combo’ que une Sam’s Club e Atacadão e o prédio do antigo Bompreço entre João Pessoa e Cabedelo foi escolhido pela rede para ser o primeiro empreendimento do tipo no estado.
Quem passa pela área já pode observar as cores presentes nas logomarcas do Sam’s e do Atacadão sendo pintadas no prédio, que passa por ampla reforma.
Conversão de 40 estruturas em Sam’s Club e Atacadão
Como trouxe o ClickPB, o plano do Carrefour é que entre 2024 e 2026 sejam convertidas 40 estruturas de hipermercados pertencentes a rede em Atacadão e Sam’s Club em todo o país.
De acordo com informações obtidas pela reportagem, o quantitativo de conversões consta em um ‘fato relevante’ divulgado pelo Carrefour e Atacadão na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), no mês de novembro de 2023.
A Rede não confirma quais estruturas de hipermercados devem ser convertidas.
Fechamento de lojas na Paraíba
Como trouxe o ClickPB em reportagens no mês de janeiro, o Grupo Carrefour realizou o fechamento de lojas da rede Todo Dia, que também pertencia ao Big/Bompreço, na Paraíba e outros estados.
Os hipermercados Carrefour localizados no Shopping Partage, em Campina Grande, e no Parque Solón de Lucena (Lagoa) também foram fechados.
Em contato com o Carrefour, o ClickPB foi informado de que “conforme divulgado em 28 de novembro deste ano, o Grupo Carrefour Brasil está em processo de revisão do seu portfólio como forma de otimizar a rede de lojas de seu ecossistema. Neste sentido, algumas lojas serão convertidas para outros formatos e também estão previstos alguns fechamentos pontuais”.
Ainda segundo a nota, a rede reafirma o compromisso com o estado da Paraíba, citado pelo Carrefour como “uma praça de extrema importância para nossos negócios, e que continuará contando com a presença do Grupo Carrefour Brasil em diferentes formatos de Varejo e Cash&Carry”. Para ler a íntegra do ‘fato relevante’, clique aqui.
ClickPB
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Primeira Dama de Ingá Explora Belezas Naturais em Serra Velha
Dupla acusada de roubar mais de 50 celulares em shopping na Paraíba é presa no Pará
Conforme apurou o ClickPB, o crime ocorreu no mês de fevereiro deste ano em um Shopping localizado na Rainha da Borborema.
Paraíba tem mais de 30 açudes ‘sangrando’, segundo relatório da AESA; confira lista
O açude que está percentualmente com o maior nível em relação a capacidade é o de Cachoeira da Vaca, em Cachoeira dos Índios.
Ingá é destaque estadual ao receber prêmio como município empreendedor
Na última quinta-feira (18), durante um evento em João Pessoa, o presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho, parabenizou as prefeituras participantes e vencedoras do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora (PSPE). Dentre os 44 municípios paraibanos reconhecidos, Ingá se destacou com um projeto inovador no campo do empreendedorismo rural.
Anvisa tem maioria para manter proibida venda de cigarro eletrônico no Brasil
A maioria dos diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em reunião nesta sexta-feira (19), votou por manter proibida a comercialização no Brasil dos cigarros eletrônicos, também conhecidos como vapes.
Ainda faltam os votos de dois diretores. Até as 17h11, haviam votado Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa e relator, e os diretores Danitza Buvinich e Daniel Pereira.
Desde 2009, esses dispositivos não podem ser vendidos no país. Apesar disso, são facilmente encontrados no comércio ou online.
Relatório
Para embasar a discussão, a agência elaborou um relatório que avaliou o impacto no país da proibição nos últimos anos, além da situação em outros países em que a comercialização foi liberada. O documento faz as seguintes considerações:
Aumento do fumo entre os jovens: nos países em que foram liberados, como Estados Unidos e Reino Unido, houve um aumento do fumo entre adolescentes e crianças, o que tem gerado uma crise de saúde e um movimento a favor da revisão da liberação.
Potencial de dependência: um dos argumentos da indústria é o de que o cigarro eletrônico seria menos viciante e, por isso, uma alternativa ao tabagismo. No entanto, as pesquisas recentes apontam que não é fato. Os vapes podem entregar até 20 vezes mais nicotina que o cigarro comum.
Ausência de estudos no longo prazo: Não há estudos que mostrem os riscos e efeitos no longo prazo. Um dos pontos de preocupação é a evali, lesão pulmonar que pode levar à morte em um curto espaço de tempo e é causada pelas substâncias presentes nos cigarros eletrônicos. Nos EUA, foram ao menos 70 casos de morte pela doença.
Impactos na política de controle do tabaco: o Brasil é referência no combate ao tabagismo, doença descrita para quem tem a dependência de cigarro. Um dos riscos analisados pela agência foi o aumento do consumo de tabaco no país com os cigarros eletrônicos.
Como votaram os diretores
Antonio Barra Torres – A favor de manter a proibição.
Para embasar seu voto, o diretor-presidente da Anvisa e relator citou pontos como o cenário internacional de regulamentação do cigarro eletrônico, as manifestações da comunidade científica e a visão geral da consulta pública.
Barra Torres trouxe documentos como a publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de dezembro de 2023, que alerta que “a partir das evidências atuais, não é recomendado que governos permitam a venda de cigarros eletrônicos como produtos de consumo na prossecução de um objetivo de cessação”.
O diretor também listou os malefícios dos dispositivos eletrônicos, que podem causar lesões e até a morte, além de provocarem dependência.
Por fim, elencou novas medidas de combate à comercialização e ao consumo de cigarros eletrônicos – entre elas ações conjuntas com o Ministério da Educação para o desenvolvimento de práticas educativas sobre o tema e maior fiscalização para apreensão dos produtos.
Danitza Buvinich – A favor de manter a proibição.
Em seu voto, a diretora destacou que a possível liberação influenciar a iniciação de jovens no consumo do tabaco e ter um impacto negativo nas políticas de controle do tabagismo no Brasil.
“Destaco o aumento do risco da iniciação de jovens e adolescentes ao tabagismo, a alta prevalência de uso em países que permitem tais produtos, em especial por crianças, adolescentes e adultos jovens e ausência de estudos que comprovem que estes produtos provoquem menos danos à saúde”, afirmou Buvinich.
A diretora ainda sugeriu a alteração de parte do documento para que permita a importação dos dispositivos para fins de pesquisa. A proposta foi aceita pelo relator.
Daniel Pereira – A favor de manter a proibição.
O diretor elogiou o processo robusto de evidências levantadas pela agência sobre o tema, além do protagonismo do Brasil na luta para o controle do tabagismo.
Pereira também citou os danos ambientais, os potenciais riscos às políticas públicas de combate ao tabagismo e o provável aumento do contrabando em caso de aprovação da venda e uso do cigarro eletrônico.
O diretor levantou dúvidas a respeito da responsabilização dos autores de propagandas de cigarros eletrônicos e sugeriu um ajuste na redação deste ponto.
Ainda faltam votar os diretores Romison Mota e Meiruze Freitas.
Consulta pública
Na reunião desta sexta, foram exibidos diversos vídeos com a manifestação de participantes da consulta pública realizada pela agência sobre o tema.
Presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Mohamad Hamida foi um dos que defenderam a manutenção da proibição em razão do aumento do número de dependentes dos vapes.
A médica e pesquisadora Margareth Dalcolmo, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), alertou para os “danos absolutamente irreversíveis nos pulmões” causados pelos vapes. Segundo ela, trata-se de uma “invenção diabólica”, que “vai gerar uma legião de pacientes com doenças crônicas”
Também houve manifestações do lado de quem é a favor da regulamentação. Representante da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Huilder Magno de Souza argumentou que a regulamentação é necessária para que haja um controle sanitário.
Para Paulo Solmucci, da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a regulamentação irá possibilitar a arrecadação de impostos.
Posição da indústria do tabaco
Os pontos do relatório da agência são refutados pela indústria, que defende a liberação sob os argumentos de redução de danos (porque as pessoas substituiriam os cigarros, com tabaco, pelo vape) e aumento na arrecadação de impostos (com a liberação do comércio).
A Philip Morris Brasil, uma das principais empresas do setor, diz que o produto já representa 36% de sua receita no exterior.
Em outra frente, o setor tenta aprovar um projeto de lei que da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) que propõe a permissão da venda e produção do produto no país. O projeto está no estágio inicial de tramitação, ainda pendente de votação em comissões.
Paciente relatou ‘graxa’ no pulmão após vape
O farmacêutico Arnaldo Machado é um dos pacientes que tiveram complicações graves após o uso de cigarros eletrônicos. Ele passou um mês e meio na UTI entre a vida e a morte.
“Eu tive um colapso, meu pulmão parou e aí eu passei a jornada mais cruel da minha vida por conta de um aparelho que hoje eu vejo milhares de pessoas fazendo o uso. Esse aparelho mata, esse aparelho tira vida, não deveria nem estar sendo discutida a possibilidade de ele ser legalizado”, conta.
Machado tinha uma rotina saudável e se surpreendeu com a rapidez com que ficou doente por causa do cigarro eletrônico. Ele nunca tinha fumado cigarro comum antes de ter acesso ao cigarro eletrônico e achava que, por conta da essência de menta, não seria algo prejudicial.
Após sair da UTI, Machado ainda teve que passar meses na fisioterapia para a reabilitação e voltar a ter uma vida normal.
No Brasil, há nove casos registrados de evali de 2019 a 2020, segundo a Anvisa, No entanto, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia alerta que a doença é subnotificada. Ou seja, há um número oficial de casos menor que a realidade. Isso porque, no país, a notificação de casos é voluntária e não compulsória.

G1
HOJE: Prefeito Josmar inaugura Unidade Básica de Saúde em Itatuba
Você está convidado para participar da cerimônia de inauguração da Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF VI) – Josenalva de Arruda Brito.
Data: 20 de abril Horário: 16h Local: Avenida José Alves de Araújo Rêgo, centro
É com satisfação que anunciamos a entrega desta nova Unidade Básica de Saúde, que representa mais um passo em direção à melhoria dos serviços de saúde em nossa comunidade.
Sua presença é importante para nós. Contamos com você!
⚕️ Secretaria Municipal de Saúde, Cuidando de Você!
Mulher que levou cadáver a banco se livra de ação e ganha pensão
Uma mulher acusada de levar o cadáver do então companheiro, de 92 anos, a uma agência bancária de Campinas, no interior paulista, para sacar dinheiro da conta dele conseguiu se livrar de uma denúncia na Justiça e ainda conquistou o direito de receber pensão.
O caso envolvendo Josefa de Souza Mathias, hoje com 61 anos, ocorreu em outubro de 2020. Ela levou o policial civil aposentado Laércio Della Colleta, com quem vivia havia mais de 10 anos, a uma agência do Banco do Brasil no centro da cidade, em uma cadeira de rodas, amarrado na cintura com um lençol.
Apesar da semelhança, o caso de Josefa tomou um rumo diferente do episódio envolvendo Érika de Souza Vieira Nunes, que foi presa após ser flagrada levando o tio, aparentemente morto, a uma agência bancária da zona oeste do Rio de Janeiro, na última terça-feira (16/4), para fazer um empréstimo de R$ 17 mil em nome dele.
Morto há 12 horas
Em depoimento à polícia, Josefa disse que levou Laércio ao banco para realizar prova de vida a fim de conseguir a senha da conta bancária do companheiro, que havia perdido a sequência. Ela afirmou que o idoso estava vivo naquela manhã do dia 2 de outubro e começou a passar mal dentro da agência, vindo a falecer.
A segurança do banco acionou o Corpo de Bombeiros, que tentou reanimar o idoso, mas constatou que ele já estava morto. Um dos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que atendeu a ocorrência ficou desconfiado porque o corpo já estava com rigidez.
Dois vizinhos que acompanharam o casal até a agência afirmaram que Laércio reclamava de dor antes de sair de casa e que começou a “babar” e “ficar amarelo” no caminho até o banco, mas Josefa não quis levá-lo ao hospital. O exame pericial, contudo, apontou que o policial aposentado havia morrido na noite anterior.
Josefa também deixou a polícia desconfiada porque, segundo testemunhas, ela subiu para o segundo andar da agência com o intuito de tentar fazer o desbloqueio da senha, enquanto o companheiro estava debilitado na cadeira de rodas, e não apresentou procuração para movimentar a conta em nome dele.
Aos policiais, ela também apresentou duas versões sobre a última vez em que falou com o então companheiro. Em uma delas, disse que conversaram na manhã em que foram ao banco. Na outra, o papo teria ocorrido na noite anterior. Diante disso, foi indiciada por estelionato e vilipêndio de cadáver (desprezar ou humilhar corpo).
Caso arquivado e direito a pensão
Três meses depois, contudo, em janeiro de 2021, a promotora Daniela Merino, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), solicitou o arquivamento do caso.
De acordo com ela, Laércio teve morte natural e Josefa “jamais conseguiria movimentar a conta da vítima” porque não tinha uma procuração para isso, como foi confirmado pelo banco.
“Trata-se, então, de crime de furto mediante fraude cuja consumação, da forma como pretendia a investigada, se mostra impossível”, ressaltou a promotora.
Além disso, Daniela Merino destacou o fato de Laércio não ter herdeiros e de Josefa ser companheira dele, com união estável firmada um ano antes, o que a tornaria beneficiária do dinheiro na conta do aposentado.
Sobre o crime de vilipêndio de cadáver, a Promotoria também descartou a acusação, alegando que, “apesar de reprovável”, a conduta de Josefa “não caracteriza crime”. “O cadáver foi transportado, mas nenhum outro ato de ultraje foi praticado.”
Após a denúncia ser retirada, Josefa entrou com uma ação na Justiça e garantiu o pagamento de uma pensão por morte, de R$ 5,8 mil, além de receber um retroativo de R$ 191 mil.
URGENTE: assalto a mão armada na loja do Paulista, centro de Ingá
Imagens nas redes sociais mostram dois bandidos armados agindo em plena luz do dia no centro de Ingá, onde roubaram celulares e moto do proprietário da Loja do Paulista.









