Flamengo joga hoje em João Pessoa depois de quase 11 anos, mas traz time “fake” para enfrentar o Nova Iguaçu
O Flamengo volta a jogar na Paraíba depois de quase 11 anos sem pisar em campos paraibanos. Mas, a expectativa da torcida rubro-negra sedenta por um jogo sediado em João Pessoa foi, conforme noticiou o ClickPB. Isso porque na partida deste domingo (21) no Estádio Almeidão, o time se apresentará sem seus grandes craques, como Gabigol, Arrascaeta, Gerson e até mesmo o técnico Tite.
Torcedores do Flamengo na Paraíba estão pagando quase R$ 460 pelo ingresso para assistir ao time Sub-20 do clube, enquanto que os titulares participam de amistosos na Flórida (EUA). As principais estrelas como Gabigol, Arrascaeta, Gerson e demais atletas principais do elenco participam da pré-temporada nos Estados Unidos.
A equipe fake do Flamengo chegou ontem (20) em João Pessoa.
Flamengo deve jogar com casa lotada
Para o jogo do Flamengo, o Almeidão vai poder receber 20 mil torcedores para o jogo entre Nova Iguaçu x Flamengo. O aumento da capacidade de público foi garantido ao ClickPB pelo secretário de Juventude, Esporte e Lazer, Lindolfo Pires, na última sexta-feira (19).
Como apurado pelo ClickPB, o estádio passou por uma vistoria de urgência para que houvesse tempo hábil para a confecção de laudos de segurança. Os documentos foram feitos pelo Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.
ClickPB
Juliette faz apresentação na TVI em Portugal
A paraibana Juliette Freire, vencedora do BBB 21, na noite de ontem (20), fez uma apresentação na TVI, na Dança dos Famosos portuguesa.

A paraibana apresentou a música “Sai da Frente”, que faz parte do seu novo álbum e turnê intitulada “Ciclone”.
Município de Igaracy tem chuva de granizo nesse sábado e moradores se surpreendem
O município de Igaracy não foi o único com registro de fenômeno natural na Paraíba ontem.
Nova política industrial prevê linhas de crédito, uso de compras governamentais e conteúdo local em seis “missões”
A nova política industrial, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançará nesta segunda-feira (22) em uma solenidade no Palácio do Planalto, retoma o papel do poder público como indutor do desenvolvimento da indústria, com o uso de linhas de crédito, subsídios e requisitos de conteúdo local para fomentar empresas nacionais —iniciativas polêmicas e que foram alvo de críticas em gestões passadas do PT.
O plano, que estabelece uma série de metas até 2033 para a “neoindustrialização” do país, foi batizado como ‘Nova Indústria Brasil’ e será apresentado como um programa com o objetivo “reverter o processo de desindustrialização precoce e severa que acomete o país há décadas”, conforme documento ao qual a CNN teve acesso. O programa foi noticiado inicialmente pelo jornal “Folha de S. Paulo”.
Ele está dividido em seis “missões”, termo difundido pela economista ítalo-britânica Mariana Mazzucato, professora da University College London (UCL) e com forte ascendência no debate sobre políticas industriais.
A expressão já vinha sendo usada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), coordenado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, que publicará uma resolução na segunda-feira com as diretrizes do programa e suas metas.
“Por meio da neoindustrialização, busca-se a retomada do parque industrial em novas bases contemporâneas: sustentáveis, digitais, inclusivas, lideradas por inovações tecnológicas e vocacionada para o comércio exterior”, afirma o documento.
As seis missões são:
• Cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para a segurança alimentar, nutricional e energética;
• Complexo econômico industrial da saúde resiliente para reduzir as vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso à saúde;
• Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis para a integração produtiva e o bem-estar nas cidades;
• Transformação Digital da indústria para ampliar a produtividade;
• Bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas para garantir os recursos para as gerações futuras;
• Tecnologias de interesse para a soberania e defesa nacionais.
Há um roteiro de iniciativas para cada uma das missões, que contemplam medidas como linhas de financiamento, redução do tempo de análise de pedidos de patentes, racionalização de taxas portuárias e de procedimentos aduaneiros, estímulos à inovação e à pesquisa.
A resolução do CNDI define 13 “instrumentos financeiros e não financeiros” para dar suporte ao Nova Indústria Brasil: compras governamentais, empréstimos, subvenções, investimento público, créditos tributários, comércio exterior, transferência de tecnologia, propriedade intelectual, infraestrutura da qualidade, participação acionária, regulação, encomendas tecnológicas e requisitos de conteúdo local.
No documento de 83 páginas que apresenta o programa, alguns mecanismos são citados diversas vezes, como o uso das compras governamentais para incentivar setores da indústria e regras de conteúdo local que devem ser aplicadas nas obras no Novo PAC, o plano de infraestrutura do governo.
Uma parte significativa dessas ações chegou a ser usada em governos anteriores do próprio Lula e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mas foi reduzida ou extinta nas gestões Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL), como exigências de maior conteúdo local na Petrobras e margem de preferência para produtos nacionais em licitações públicas.
Esse último ponto, inclusive, esteve no centro das discussões para o acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Lula vinha reclamando das dificuldades que o acordo, fechado no governo Bolsonaro (mas jamais assinado), impunha para o uso das compras governamentais como mecanismo de fomento à indústria nacional.
A resolução do CNDI estabelece “metas aspiracionais para 2033, quantificáveis e embasadas em dados, [que] foram definidas para cada uma das missões e são de responsabilidade de toda a sociedade brasileira”. São as seguintes:
• Da missão cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para a segurança alimentar, nutricional e energética: aumentar a participação do setor agroindustrial no PIB agropecuário para 50% e alcançar 70% de mecanização dos estabelecimentos de agricultura familiar, com o suprimento de pelo menos 95% do mercado por máquinas e equipamentos de produção nacional, garantindo a sustentabilidade ambiental;
• Da missão complexo econômico industrial da saúde resiliente para reduzir as vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso à saúde: produzir, no país, 70% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, materiais e outros insumos e tecnologias em saúde;
• Da missão infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis para a integração produtiva e o bem-estar nas cidades: reduzir o tempo de deslocamento de casa para o trabalho em 20%, aumentando em 25 pontos percentuais o adensamento produtivo na cadeia de transporte público sustentável;
• Da missão transformação digital da indústria para ampliar a produtividade: transformar digitalmente 90% das empresas industriais brasileiras, assegurando que a participação da produção nacional triplique nos segmentos de novas tecnologias;
• Da missão biooeconomia, descarbonização, e transição e segurança energéticas para garantir os recursos para as futuras gerações: promover a indústria verde reduzindo em 30% a emissão de CO2 por valor adicionado do PIB da indústria, ampliando em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes, e aumentando o uso tecnológico e sustentável da biodiversidade pela indústria em 1% ao ano;
• Da missão tecnologias de interesse para a soberania e a defesa nacionais: obter autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas para a defesa.
CNN Brasil
Covid: imunidade evoluiu para combater novas variantes, diz estudo
Um estudo feito na Coreia do Sul mostra evidências de que as respostas imunológicas humanas evoluem para combater as novas variantes do coronavírus.
Segundo pesquisadores do Centro de Imunologia Viral do Instituto de Pesquisa de Vírus, pessoas infectadas pela Ômicron adquirem uma imunidade aprimorada contra as novas versões dela, sendo pouco provável o desenvolvimento de sintomas graves com infecções causadas por futuras variantes emergentes.
Em estudo publicado na revista Science Immunology, em 12 de janeiro, os cientistas afirmam que as células T de memória que se formam após a infecção pela variante Ômicron respondem melhor contra as cepas subsequentes do vírus.
“Esta descoberta nos dá perspectivas na nova era da endemia da Covid. Pode-se entender que, em resposta ao surgimento constante de novas variantes de vírus, nossos corpos também se adaptaram para combater as futuras cepas dele”, explica o pesquisador Jung Min Kyung, líder da pesquisa.
O surgimento da variante Ômicron, no fim de 2021, mudou o rumo da pandemia. As novas mutações encontradas nela possibilitaram o aumento da transmissibilidade do vírus, tornando-o rapidamente dominante em todo o mundo. Desde então, convivemos apenas com subvariantes descendentes dela (passando pela BA.1 e BA2, BA.4/BA.5, BQ.1, XBB e, mais recentemente, a JN.1).
As características do vírus se tornaram tão distintas, que alguns cientistas o chamam de Sars-CoV-3 e defendem a ideia de a pandemia ser dividida em dois momentos: pré e pós surgimento da variante Ômicron.

Com cerca de 50 mutações e presente em mais de 140 países, a Ômicron é considerada a variante mais infecciosa e tem sido a responsável pela terceira onda da Covid no mundo

Em relação à virulência da cepa, os dados são limitados, mas sugerem que ela pode ser menos severa que a Delta, por exemplo. Contudo, ainda que menos grave, o fato de a variante se espalhar mais rápido tem sobrecarregado os sistemas de saúde

Por isso, saber identificar os principais sintomas da doença é necessário para assegurar sua saúde e de quem você ama

Febre, dor constante na cabeça e garganta, calafrios, tosse, dificuldade para respirar e elevação na frequência cardíaca em crianças são alguns dos sintomas identificados por pesquisadores em pessoas infectadas pela Ômicron

Além desses sintomas, é importante desconfiar da infecção por Covid-19 se apresentar fadiga— apontado em estudos como um sinal precoce da infecção pela variante Ômicron e que tem sido confundido com outras condições

Dores musculares por todo o corpo também é comum. É um sinal de que o organismo está tentando combater o vírus

Perda do apetite pode aparecer. Estudos apontam que este é um sintoma recorrente entre os pacientes infectados pelas variantes Delta e Ômicron

Dor abdominal, diarreia, náusea ou vômito são outros sintomas que podem surgir
Proteção contra variante Ômicron
Depois de ser infectado ou vacinado, o corpo cria anticorpos neutralizantes e células T de memória contra o vírus. O anticorpo neutralizante evita que as células hospedeiras sejam infectadas quando entram em contato com o vírus. As células T de memória procuram e destroem as células infectadas, evitando que a infecção viral evolua para uma doença grave.
A maioria dos estudos sobre a Covid-19 foca suas atenções, principalmente na eficácia da vacina ou nos anticorpos neutralizantes.
Para estudar as células T, a equipe do professor Shin Eui-Cheol avaliou amostras de sangue de pacientes que sofreram infecção pela suvariante BA.2 no início de 2022.
Os resultados mostraram que as células T de memória desses pacientes apresentaram resposta aumentada não apenas contra a cepa BA.2, mas também contra as cepas BA.4 e BA.5, que surgiram depois.
Os pesquisadores descobriram que, ao sofrer uma infecção pela variante Ômicron, o sistema imunitário do paciente foi fortalecido para combater futuras cepas do mesmo vírus.
Uma parte específica da proteína spike — responsável pela ligação do vírus com as células humanas — seria a principal causa do aumento das células T de memória.
Metrópoles
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