Através de um requerimento verbal apresentado pelo vereador Roberlan Martins no sentido de priorizar a demanda do abastecimento d’água do distrito de Serra Rajada, cujo benefício é esperado desde a emancipação política de Riachão do Bacamarte, desta vez, prega-se a união de toda classe política, incluindo o executivo municipal, para requerer ao governador João Azevedo, por ocasião da plenária do Orçamento Democrático da 12ª Região, que será realizado em Ingá na próxima semana.
Esta essencial demanda hídrica levantada durante a sessão recebeu o apoio de todos os vereadores, inclusive pelos que usaram da tribuna, Luís Rodrigues, Zulania Cabral, Jaqueline, Irmão Adão e Anselmo Cristóvão.
VÍDEO — Entenda a venda ilegal de joias da Presidência
Para os investigadores, os fatos investigados configuram, em tese, os crimes de peculato e lavagem de dinheiro.
Ainda segundo a corporação, na gestão de Bolsonaro, o Gabinete Adjunto de Documentação Histórica (GADH) adotou interpretação contrária aos princípios que regem a administração pública e que o órgão foi usado para “legalizar” a incorporação dos bens de alto valor presenteados por autoridades estrangeiras ao acervo privado de Bolsonaro.
“O referido entendimento firmado pela GADH, na gestão do ex-presidente da república Jair Bolsonaro, além de chancelar um enriquecimento inadmissível pelo Presidente da República, pelo simples fato de exercer uma função pública, proporciona a possibilidade de cooptação do chefe de Estado brasileiro, por nações estrangeiras, mediante o recebimento de bens de vultosos valores”, diz a Polícia Federal.
Ainda segundo os investigadores, o GADH foi usado pela gestão Bolsonaro para “desviar os bens de alto valor” recebidos pelo então presidente para, posteriormente, “serem evadidos do Brasil, por por meio de aeronaves da Força Aérea brasileira e vendidos nos Estados Unidos”.
“Datos que, além de ilícitos criminais, demonstram total desprezo pelo patrimônio histórico brasileiro e desrespeito ao Estado estrangeiro, cujos presentes ofertados, em cerimônias diplomáticas, podem retratam aspectos de suas culturas e representa um gesto de cortesia e hospitalidade ao Brasil, representado naquele momento pelo presidente da República”, diz a PF.
Em sua decisão, Alexandre de Moraes afirma que a Polícia Federal trabalha com a possibilidade de o GADH ter sido “utilizado para desviar, para o acervo privado do ex-presidente da República, presentes de alto valor, mediante determinação de Jair Bolsonaro”. Além disso, o ministro também diz que os investigadores trabalham com indícios de que alguns presentes recebidos por Bolsonaro “teriam sido desviados sem sequer terem sido submetidos à avaliação do GADH”.
CNN Brasil



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